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Teus Pecados serão Perdoados

Meditação para o Dia 22 de Julho

À Madalena, arrependida e humilhada a seus pés, disse Nosso Senhor a mais consoladora palavra do seu Misericordioso Coração:

“Teus pecados te serão perdoados!”

Poderíamos dizer, com Santo Agostinho:

Ó felix culpa – “Ó feliz culpa”

Ó culpa feliz, que mereceu tão grande e suave perdão! Continue reading

A Divina Psicologia da Murmuração

Capítulo 47. A Divina Psicologia da Murmuração - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
É COSTUME atribuir a murmuração às mulheres; mas os homens são muitas vezes culpados da mesma falta. Eles chamam a isto «apreciar».

Nosso Senhor, falando dos murmuradores, disse:

«Não julgueis, para que não sejais julgados»

A Sua advertência para não «apreciarmos» os outros requer que não façamos maus juízos, nem procuremos o pior nos outros. Só Deus vê o coração do nosso próximo; nós não vemos senão a face. Continue reading

Abismos

Meditação para o Dia 14 de Julho

Diz misteriosamente o salmista que um abismo chama outro abismo: Abyssus, abyssum invocat. Sim, o abismo de nosso pecado chamou o abismo do sofrimento. Quando pecaram nossos primeiros pais, logo se fez sentir o castigo: a dor. Eva daria à luz aos seus filhos entre gemidos e dores – Partes in dolore. Adão comeria o pão com o suor do rosto, isto é, coma dor e o sacrifício – In sudore vultus tui… . Ali estavam os dois abismos do pecado e da dor. Um terceiro iria chamar os dois primeiros: o abismo da Misericórdia Divina. E este se abriu no Calvário. E os outros dois se precipitaram nele, no abismo da Cruz, isto é, no abismo do Amor Misericordioso. Sempre abismo a chamar abismos!

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Três Cruzes

Meditação para o Dia 12 de Julho

Santa Margarida Maria conta, numa das visões do Coração de Jesus que, num dia de Páscoa, Nosso Senhor lhe apresentara três cruzes. Perguntou-Lhe a santa a significação de tais cruzes.

“Minha filha – responde o Mestre – serás muito perseguida pelo Demônio, pelo mundo e por ti mesma”

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O Pecado Impune

Capítulo 34. O Pecado Impune - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
POR detrás de toda a tentativa de «se escapar», feito o dano, está a esperança de que nunca se será descoberto. Se há apenas uma inspeção aos livros, pode estar-se razoavelmente certo de que não se descobrirá o roubo; mas se há uma segunda inspeção por um guarda-livros superior, ser-se-á menos tentado a cometer o crime. Nada leva tanto ao mal como a crença de que este mundo é tudo, e de que, para além dele, não há um julgamento ulterior sobre o modo como vivemos e pensamos. Se este mundo é tudo, por que não tirar então dele o maior proveito possível, custe o que custar, contanto que se fique impune? Continue reading

Não está Morta, mas Dorme!

Meditação para o Dia 11 de Junho

“Falando-lhe ainda, veio um príncipe da sinagoga, dizendo-lhe: Morreu a tua filha, para que afadigas mais o Mestre? Não queiras incomodá-lO. Mas Jesus, tendo ouvido o que diziam, disse ao príncipe da sinagoga, ao pai da menina: Não temas; crê somente e será salva. E não consentiu que alguém O seguisse senão Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Chegando, pois, à casa do príncipe da sinagoga, vê os tocadores de flauta e uma turba de povo fazendo barulho, e todos chorando e fazendo grandes prantos. Havendo, pois, entrado, disse-lhes: Para que vos turbais e estais chorando? Não choreis, retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme” (1)

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Em Liberdade

Meditação para o Dia 15 de Abril

Ninguém é mais livre do que a alma inteiramente abandonada à Vontade de Deus. Nada a perturba e embaraça. Luta, sofre, trabalha, sempre feliz, numa paz inalterável. As almas imperfeitas sofrem muito. Uma palavrinha as perturba, qualquer moléstia ou contrariedade as atira num mar de aflições e queixas desesperadas. A alma abandonada, confiante, só tem um ideal: fazer a vontade de Deus. Passará da saúde para a doença, da secura para as consolações, da calma para a tentação, dos reveses da sorte para a prosperidade, sempre conformada, humilde, feliz por cumprir a Vontade Daquele que tudo dispõe, neste mundo, para nosso bem. Continue reading

Se Não Tivesse Caído…

Meditação para o Dia 06 de Abril

Se caímos numa falta, devemos levantar-nos depressa, correr a Nosso Senhor e pedir-Lhe perdão, cheios de confiança. Não custa o perdão desde que nosso arrependimento seja bem humilde, sincero e firme o nosso propósito de emenda. Oh! Se compreendêssemos o Coração de Jesus! É todo misericórdia, doçura e perdão!

Ah! – dizia Santa Teresinha – Como a misericórdia e a bondade do Coração de Jesus são pouco conhecidas! (1)

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Como a Tentação e a Deleitação podem ser Pecados

Parte IV
Capítulo VI

A princesa de que vos tenho falado não pode ser censurada em vista do requesto que lhe fizeram, pois, como supusemos, foi inteiramente contra as suas intenções; mas ela teria culpa se, de qualquer modo que fosse, tivesse dado motivo para virem a este pensamento; eis aí como a tentação pode ser as vezes pecado, em razão de ser provocada. Por exemplo, um homem sabe que o jogo lhe excita facilmente a cólera e a cólera o faz blasfemar; logo, o jogo é para ele uma verdadeira tentação.

Afirmo que esse homem peca todas as vezes que jogar e que o tornam culpável as tentações que daí provem. Outro sabe que a conversa com uma certa pessoa lhe é ocasião de quedas; logo, se a procura deliberadamente, tem culpa da tentação que pode seguir-se. Continue reading

Natureza das Tentações; diferença entre o Sentir e o Consentir

Parte IV
Capítulo III

Imagina, Filotéia, uma jovem princesa extremamente amada por seu esposo e que um jovem libertino pretende corromper e seduzir a infidelidade, por meio de um infame confidente que lhe envia para tratar com ela sobre o seu desígnio abominável. Primeiro, este confidente transmite a princesa esta proposta do seu amo; em seguida, a proposta lhe agrada ou desagrada; por fim, ela consente e a aceita ou a rejeita. Deste modo, o mundo, o demônio e a carne, vendo uma alma ligada ao Filho de Deus, como sua esposa, lhe armam tentações, nas quais primeiramente o pecado lhe e proposto, depois ele lhe agrada ou desagrada e, por fim, ela lhes dá o seu consentimento ou as rejeita. Eis aí os degraus que conduzem a iniquidade: a tentação, o deleite, o consentimento; e, embora estas três coisas não se distingam evidentemente em todos os pecados, todavia aparecem sensivelmente nos pecados maiores. Continue reading

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