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Ódio ao Pecado

Meditação para a Décima Quinta Quinta-feira depois de Pentecostes. Ódio ao Pecado

Meditação para a Décima Quinta Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o ódio ao pecado, que é o primeiro efeito da penitência, e veremos:

1.° Os motivos de odiar o pecado em geral;

2.° Os motivos de odiar o mesmo pecado venial.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca cometermos de propósito nenhum pecado venial;

2.° De vigiarmos principalmente sobre certos pecados, em que caímos mais vezes, como os pecados de língua.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do patriarca José:

“Como poderei eu pecar contra o meu Deus?” – Quomodo possum… peccare in Deum meum? (Gn 39, 9)

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Sobre a Vaidade

Meditação para a Décima Quarta Quinta-feira depois de Pentecostes. Sobre a Vaidade

Meditação para a Décima Quarta Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre outro vício oposto à humildade, que é a vaidade; e veremos:

1.° O que é a vaidade;

2.° Como se vem a ser vaidoso.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca falarmos de nós, nem de tudo o que tenderia a granjear-nos a estima e o louvor;

2.° De termos só em vista Deus, o seu agrado, ou à sua glória, em todas as nossas obras, pensamentos, e palavras.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo a Timóteo:

“A Deus só honra e glória” – Soli Deo honor et gloria (1Tm 1, 17)

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Sobre a Soberba

Meditação para a Décima Quarta Quarta-feira depois de Pentecostes. Sobre a Soberba

Meditação para a Décima Quarta Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o vício mais oposto à humildade, que é a soberba; e veremos:

1.° O que é a soberba;

2.° Como nos deixamos dominar pela soberba.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De vigiarmos bem o nosso interior, para nos guardarmos das sugestões da soberba, da estima própria e do desejo de ser estimados;

2.° De detestarmos a soberba, e de procurarmos todos os dias corrigir-nos dela.

O nosso ramalhete espiritual será o conselho de Tobias a seu filho:

“Nunca permitais que a soberba domine nos vossos pensamentos ou nas vossas palavras, porque nela teve princípio toda a perdição” – Superbiam nunquam in tuo sensu aut in tua verbo dominari permittas: in ipsa enim initium sumpsit omnis perditio (Tb 4, 14)

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Quinta razão de sermos Humildes: Peccavimus

Meditação para a Décima Sexta-feira depois de Pentecostes. Quinta razão de sermos Humildes: Peccavimus

Meditação para a Décima Sexta-feira depois do Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma quinta razão de sermos humildes, que é, que somos pecadores – Peccavimus:

1.° Temos pecado;

2.° Somos capazes de pecar ainda.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De ante estas considerações, louvarmos, admirarmos e amarmos a bondade de Deus, que se digna amar uma criatura tão miserável como nós;

2.º De nós confundirmos e humilharmos a cada tentação de soberba que nos acometer, porque cabe mal a vaidade em quem é tão miserável.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do santo rei Davi:

“O meu pecado está sempre diante de mim” – Peccatum meum contra me est semper (Sl 50, 5)

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A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para a Quinta-feira da Paixão. A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para a Quinta-feira da Paixão

SUMARIO

Consideraremos a cruz como um sagrado púlpito, onde Jesus Cristo nos ensina:

1.° A conhecermos Deus;

2.° A conhecermo-nos a nós mesmos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De conservarmos em nós um grande respeito para com Deus e Suas infinitas perfeições, e de lh’O manifestarmos com a nossa profunda devoção na oração e no lugar santo;

2.º De aborrecermos todo o pecado, e de tomarmos a peito a salvação da nossa alma.

O nosso ramalhete espiritual será a oração de Santo Agostinho:

“Senhor, conheça-Vos eu para Vos amar; conheça-me eu para me odiar” – Domine, noverim te, noverim me: noverim te ut amem te; noverim me ut oderim me

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Dos danos que o Pecado nos Causa

Meditação para a Segunda-feira da Quarta Semana da Quaresma. Dos danos que o Pecado nos Causa

Meditação para a Segunda-feira da Quarta Semana da Quaresma

SUMARIO

Continuaremos as nossas meditações sobre os motivos de contrição, e veremos:

1.° Os males que nos causa o pecado venial;

2.° Os males multo maiores ainda que nos causa o pecado mortal.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De termos horror aos menores pecados e de nos conservarmos humilhados diante de Deus por termos cometido tantos no decurso de nossa vida;

2.° De fugirmos, mais que da peste, das menores ocasiões do pecado, de desconfiarmos de nós mesmos, de vigiar e orar para não recair para o futuro.

Conservaremos como ramalhete espiritual as palavras do publicano:

“Meu Deus, sê propício a mim, pecador!” – Deus, propitius esto mihi peccatori (Lc 18, 13)

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Do Ódio que Deus tem ao Pecado

Meditação para a Quinta-feira da Terceira Semana da Quaresma. Do Ódio que Deus tem ao Pecado

Meditação para a Quinta-feira da Terceira Semana da Quaresma

SUMARIO

Meditaremos sobre o segundo motivo de contrição: é o sumo desagrado que causam a Deus:

1.º O pecado venial;

2.º O pecado mortal.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De evitarmos com grande cuidado os pecados veniais, pois que Deus tanto os abomina;

2.º De deplorarmos, todos os dias da nossa vida, os pecados mortais que tivemos a desgraça de cometer no passado.

Conservaremos como ramalhete espiritual a palavra do Salmista:

“O meu pecado diante de mim está sempre” – Peccatum meum contra me est semper (Sl 50, 5)

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Da Ofensa que o Pecado faz a Deus

Meditação para a Quarta-feira da Terceira Semana da Quaresma. Da Ofensa que o Pecado faz a Deus

Meditação para a Quarta-feira da Terceira Semana da Quaresma

SUMARIO

Como a contrição, para ser válida, deve fundar-se em motivos de fé, como vimos na nossa última oração, meditaremos sobre o primeiro destes motivos, e veremos:

1.° Quanto o pecado, considerado como ofensa de Deus, é um mal digno de todas as nossas lágrimas;

2.° Quanto mais horrendo ainda o tornam as circunstâncias em que o pecador o comete.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos penetrarmos bem deste grande motivo de contrição antes de nos apresentarmos no sagrado tribunal;

2.º De o recordarmos cada dia, de manhã e à tarde, para nos excitarmos ao horror do pecado.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do filho pródigo:

“Meu Pai, pequei contra o céu e diante de vós, já não sou digno de ser chamado vosso filho” – Pater, peccavi in caelum et corum te: jam non sum dignus vocari filius tuus (Lc 15, 18.19)

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Contrição Suma e Sobrenatural

Meditação para a Terça-feira da Terceira Semana da Quaresma

SUMARIO

Consideraremos, na nossa próxima oração, dois outros caracteres essenciais da contrição; e veremos que ela deve ser:

1.º Suma;

2.° Sobrenatural.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De despertarmos na nossa alma a fé nestas duas verdades, e de conservarmos em nós o sentimento habitual delas;

2.° De fazermos atos de fé mais decisivos, todas as tardes, no nosso exame de consciência e cada vez que nos confessarmos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmista:

“Eu aborreci e abominei a iniquidade” – Iniquitatem odio habui, et abominatus sum (Sl 128, 163)

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Contrição Interior e Universal

Meditação para a Segunda-feira da Terceira Semana da Quaresma

SUMARIO

Prosseguiremos as nossas meditações sobre o Sacramento da Penitência, interrompidas pelos Evangelhos, tão cheios de interesse, que temos meditado, e veremos que devemos ter nas nossas confissões:

1.° Uma contrição verdadeiramente interior;

2.° Uma contrição verdadeiramente universal.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos todas as tardes, em seguida ao nosso exame de consciência, um ato de contrição interior e universal;

2.° De fazermos, de dia ou de noite, a cada pecado que cometamos, um ato de contrição interior.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmo:

“Sacrifício para Deus é o espírito atribulado; ao coração contrito não o desprezareis, ó Deus” – Sacrificium Deo spiritus contribulatus: cor contritum… Deus, non despicies (Sl 1, 19)

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