A Eucaristia, Força e Consolação do Cristão

Meditação para a Terça-feira na oitava do Santíssimo Sacramento. A Eucaristia, Força e Consolação do Cristão

Meditação para a Terça-feira na oitava do Santíssimo Sacramento

SUMARIO

Consideraremos a Eucaristia:

1.º Como a força do cristão;

2.° Como sua consolação e a sua alegria.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De recorrermos ao Santíssimo Sacramento nas nossas tentações, nos nossos trabalhos e desalentos;

2.° De olharmos como os instantes da vida mais venturosos e mais bem empregados os momentos, que pudermos passar na presença do Santíssimo Sacramento.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmista:

“Quão amáveis são os vossos tabernáculos, Senhor dos exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor” – Quam dilecta tabernacula tua, Dominum virtutum! Concupiscit et deficit anima mea in atri, Domini (Sl 83, 2)

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Festa de São João Batista

Panegírico de São João Batista

Meditação para o dia 24 de junho, Panegírico de São João Batista

SUMARIO

Meditaremos sobre o zelo de São João Batista:

1.° Pela sua santificação;

2.° Pela santificação dos outros.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não amarmos o mundo, e de lhe preferirmos a vida da família ou os encantos do lar doméstico;

2.° De procurarmos, como São João, progredir nas virtudes, principalmente na humildade e mortificação;

3.º De movermos ao bem todos os que nos cercam, com os nossos exemplos e conselhos.

O nosso ramilhete espiritual será o elogio que Nosso Senhor fez de São João:

“Era uma alampada que ardia e alumiava” – Erat lucerna ardens et lucens (Jo 5, 35)

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A Eucaristia, Glória e Tesouro do Cristão

Meditação para a Segunda-feira na oitava do Santíssimo Sacramento. A Eucaristia, Glória e Tesouro do Cristão

Meditação para a Segunda-feira na oitava do Santíssimo Sacramento

SUMARIO

Consideraremos a Eucaristia:

1.° Como a glória do cristão;

2.° Como um tesouro.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos afeiçoarmos cada vez mais à sagrada Eucaristia, como ao mais precioso objeto que possamos amar cá na terra;

2.º De Lhe mostrarmos este amor, visitando-A muitas vezes com grande devoção, pensando com frequência nEla até no meio das nossas ocupações.

Conservaremos como ramalhete espiritual as palavras do Apóstolo:

“Cheguemo-nos confiadamente ao trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e de achar graça para sermos socorridos em tempo oportuno” – Adeamus cum fiducia ad thronum gratiae, ut misericordiam consequamur et gratiam inveniamus in auxilio opportuno (Hb 4, 16)

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A Eucaristia, modelo dos nossos deveres para com o Próximo e para Conosco

Meditação para o 2º Domingo depois do Pentecostes. A Eucaristia, modelo dos nossos deveres para com o Próximo e para Conosco

Meditação para o 2º Domingo depois do Pentecostes

SUMARIO

Depois de termos visto como a vida perfeita de Jesus Cristo na Eucaristia nos ensina os nossos deveres para com Deus, veremos como ela nos ensina os nossos deveres:

1.° Para com o próximo;

2.° Para conosco.

— Tomaremos a resolução:

1.° De imitarmos, nas nossas relações com o próximo, a caridade, a mansidão e a paciência de Jesus no Santíssimo Sacramento;

2.° De nos aproximarmos o mais possível de Seu espírito de mortificação o e de humildade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Nosso Senhor:

“Dei-vos o exemplo, para que, como eu fiz, assim façais vós também” – Exemplum dedi vobis, ut quemadmodum ego feci vobis, ita et vos faciatis (Jo 13, 15)

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A Eucaristia, modelo dos nossos deveres para com Deus

Meditação para o Sábado na Oitava do Santíssimo Sacramento. A Eucaristia, modelo dos nossos deveres para com Deus

Meditação para o Sábado na Oitava do Santíssimo Sacramento

SUMARIO

Depois de termos estudado a Eucaristia como uma obra-prima de sabedoria, de poder e de generosidade divinas, a consideraremos como um prodígio de vida perfeita e em particular como o modelo dos nossos deveres para com Deus. Compreendê-lo-emos considerando:

1.° As o ocupações de Jesus Cristo na Eucaristia;

2.° A parte que nos cumpre tomar nesta vida divina.

— As nossas resoluções serão:

1.° De nos unirmos aos obséquios que este divino Salvador presta a Deus seu Pai neste grande sacramento, e de diligenciarmos fazê-los passar para o nosso coração;

2.° De considerarmos em cada letra da palavra latina Ardor a inicial desses obséquios:

A, podendo significar adoração, admiração, amor;

R, reconhecimento;

D, deprecação;

O, oferta;

R, resolução; e de fazermos muitas vezes estes ato.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra que São Paulo nos diz de Jesus Cristo:

“Ofereçamos por Jesus Cristo a Deus sem cessar sacrifício de louvor” – Per ipsum offeramus hostiam laudis semper Deo (Hb 13, 15)

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A Eucaristia, mistério de Sabedoria, Poder e Generosidade

Meditação para a Sexta-feira do Corpo de Deus. A Eucaristia, mistério de Sabedoria, Poder e Generosidade

Meditação para a Sexta-feira do Corpo de Deus

SUMARIO

Consideraremos a Eucaristia, esse dom tão excelente em si mesmo, e na sua perpetuidade, como a obra prima da sabedoria, do poder, e da generosidade de Deus, segundo a bela palavra de Santo Agostinho:

“Deus, sendo sapientíssimo, não soube dar mais; sendo poderosíssimo, não pôde dar mais; sendo riquíssimo não teve mais que dar senão a Eucaristia” – Cum sit sapientissimus, plus dare nescivit; cum sit potentissimus, plus dare non potuit; cum sit dissimus, plus dare non habuit

— Tomaremos a resolução:

1.° De agradecermos muitas vezes a Nosso Senhor com aspirações de amor esta magnífica instituição;

2.° De Lhe fazermos no dia uma fervorosa visita de ação de graças.

As palavras de Santo Agostinho nos servirão de ramalhete espiritual.
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A Eucaristia

Meditação para a Quinta-feira do Corpo de Deus. A Eucaristia

Meditação para a Quinta-feira do Corpo de Deus

SUMARIO

Como não basta um dia para estudar o augusto mistério da Eucaristia, que honramos na quinta- feira santa, a Igreja consagrou-lhe uma nova festividade com oitava, em que ostenta em honra deste inefável mistério toda a pompa do seu culto. Para entrarmos no seu espírito, meditaremos:

1.º A excelência do dom, que Jesus Cristo nos faz concedendo-nos a Eucaristia;

2.° A perpetuidade deste dom.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De nos renovarmos, durante esta festa e a sua oitava, no amor da Eucaristia;

2.° De fazermos melhor as nossas comunhões e visitas ao Santíssimo Sacramento.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São João:

“Jesus, como tinha amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até ao fim” – Cum dilexisset suos qui erant in mundo in finem dilexit eos (Jo 13, 1)

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Sinal da Cruz e Caridade

Meditação para a Quarta-feira da Trindade. Sinal da Cruz e Caridade

Meditação para a Quarta-feira da Trindade

SUMARIO

Continuaremos as nossas meditações sobre o culto da Santíssima Trindade, e refletiremos sobre dois atos deste culto: o primeiro é o sinal da cruz; o segundo é a prática da caridade cristã modelada pela união das três Pessoas Divinas entre Si.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos de ora em diante o sinal da cruz com grande respeito, de vermos neste sinal a nossa profissão de fé nos mistérios da Trindade, da Encarnação e da Redenção; e com esta consideração, de gostarmos de o fazer de manhã quando acordarmos, à noite quando nos deitarmos, e durante o dia nas nossas refeições e ações principais;

2.° De nos renovarmos na caridade para com o próximo, procurando fazer a felicidade dos que nos cercam e sofrer tudo aos outros sem causar o menor desgosto a pessoa alguma.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Nosso Senhor:

“Pai, sejam eles um, como também nós somos um” – Ut sint unum, sicut et nos unim, sumus (Jo 17, 22)

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Culto da Santíssima Trindade

Meditação para a Terça-feira da Trindade. Culto da Santíssima Trindade

Meditação para a Terça-feira da Trindade

SUMARIO

Meditaremos sobre o culto da Santíssima Trindade, e consideraremos dois atos deste culto: o primeiro é um pensamento frequente, ceio de respeito e de amor das três Pessoas divinas; o segundo é a prática das orações fervorosas em Sua honra.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos lembrarmos muitas vezes, com respeito e amor, das três Pessoas divinas, e de nada fazermos à Sua vista, que não seja Santo;

2.° De oferecermos a estas três adoráveis Pessoas todas as nossas ações e tribulações, não querendo viver, obrar e padecer senão por elas.

Conservaremos, como ramalhete espiritual, as aspirações de São Francisco Xavier, que repetiremos muitas vezes de dia e de noite:

“Ó Santíssima Trindade!” – O Sanctissima Trinitas!

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A Trindade, encanto da Esperança e do Amor

Meditação para a Segunda-feira da Trindade. A Trindade, encanto da Esperança e do Amor

Meditação para a Segunda-feira da Trindade

SUMARIO

Consideraremos o Mistério da Santíssima Trindade:

1.° Como o encanto da esperança;

2.° Como o encanto do amor.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De repetirmos muitas vezes durante o dia esta aspiração: A Deus, um só em três Pessoas confiança e amor, e de acompanharmos todas as nossas orações deste dúplice sentimento, que tão bem merecem o Pai, o Filho e o Espírito Santo;

2.° De servirmos a Deus e de fazermos todas as nossas ações, não por espírito de temor, que é próprio dos escravos, mas por espírito de confiança e de amor, que convêm aos filhos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Deus não nos deu um espírito de pusilanimidade, mas de amor” – Non debit nobis Deus spiritum timoris, sed… dilectionis (2Tm 1, 7)

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