Jesus Cristo nossa Cabeça

Meditação para a Terça-feira da 1ª Semana depois da Epifania. Jesus Cristo nossa Cabeça

Meditação para a Terça-feira da 1ª Semana depois da Epifania

SUMARIO

Meditaremos o segundo rasgo da vida de Jesus Cristo, e veremos:

1.° Que este divino Salvador é a nossa cabeça;

2.° Que este título nos impõe graves obrigações.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos conservarmos unidos a Jesus Cristo com frequentes aspirações de amor;

2.° De respeitar em nós e no próximo o caráter de membros de Jesus Cristo.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Vós sois corpo de Cristo e membros uns dos outros” – Vos estis corpus Christi et membra de membro (1Cor 12, 27)

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Jesus Cristo nosso Redentor

Meditação para a Segunda-feira da 1ª Semana depois da Epifania

SUMARIO

Antes de entrarmos na narração circunstanciada das ações do Verbo Encarnado, meditaremos certos
rasgos generosos da Sua vida, de que cada ato particular não é senão como que aplicação. O primeiro rasgo, que meditaremos  é o Seu título de Redentor. Veremos:

1.° Quanto Jesus mereceu este título;

2.° Que obrigações este título nos impõe.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De beijarmos muitas vezes com amor o crucifixo, de saudarmo-lo com um coração cheio de reconhecimento em toda a parte onde se oferecer aos nossos olhos;

2.° De antepormos sempre a qualquer outro interesse o interesse de nossa própria salvação.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Jesus Cristo morreu por todos a fim de que também os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Ele” – Pro omnibus mortuus est Christus: ut et qui vivunt jam non sibi vivant, sed ei qui pro ipsis mortuus est (2Cor 5, 15)

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Procedimento de Herodes

Meditação para o 1º Domingo depois da Epifania. Procedimento de Herodes

Meditação para o 1º Domingo depois da Epifania

SUMARIO

Depois de termos estudado a felicidade dos reis magos, meditaremos agora a conduta de Herodes nesta conjuntura. Assinalam-a três caracteres:

1.° A sua turbação sabendo do nascimento do Messias;

2.° A sua hipocrisia;

3.° A sua ilusória esperança.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos afeiçoarmos a Deus só e de nos dirigirmos sempre a Ele sem rodeios nem dissimulação;

2.° De confiarmos na Sua providência no meio de todos os acontecimentos.

O nosso ramalhete espiritual será a máxima do Espírito Santo:

“O afeto de Deus é para os que andam em simplicidade” – Voluntas ejus in iis qui simpliciter ambulant (Pr 11, 20)

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Volta dos Magos

Meditação sobre a Volta dos Magos

SUMARIO

Concluiremos as nossas meditações sobre os magos considerando:

1.° A sua despedida de Jesus, de Maria e de José;

2.° O regresso à sua terra;

3.° A sua conduta depois do seu regresso.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De protestarmos muitas vezes no dia o Nosso Senhor, que não queremos já viver senão para Ele;

2.° De nos animarmos, em cada uma das nossas obras, a fazê-las com a maior perfeição.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra que o Evangelho diz dos magos:

“Voltaram por outro caminho para a sua terra” – Per aliam vian reversi sunt in regionem suam (Mt 2, 12)

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Vida Santa dos Magos em Belém

Meditação sobre a Vida Santa dos Magos em Belém

SUMARIO

Meditaremos sobre a estada dos magos em Belém, e veremos:

1.° Quão santamente ali viveram;

2.° Como podemos imitá-los.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazer no dia uma visita ao Santíssimo Sacramento, a exemplo dos magos visitando o Menino Jesus no presépio;

2.° De nos conservarmos o mais possível no espírito de contemplação e de união com Deus.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Imitação:

“Estar com Jesus, é um delicioso paraíso” – Ecce cum Jesu dulcis paradisus (II Imitação de Cristo 8, 2)

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Ofertas dos Magos

Meditação sobre a Ofertas dos Magos

SUMARIO

Meditaremos:

1.º Nas ofertas que os magos fazem ao Menino Jesus;

2.° Nas ofertas que devemos fazer-lhe também.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De oferecer com frequência, durante o dia, a nossa adoração e o nosso amor ao Deus do presépio, em união com os magos;

2.° De incitar, nas nossas orações, o fervor destes piedosos reis.

O nosso ramalhete espiritual será a antiga oração da Igreja de Paris:

Ao Menino Jesus o ouro da caridade, a mirra da mortificação, e o incenso da oração (1)

 

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A Fidelidade dos Magos é Graça

Meditação sobre a Fidelidade dos Magos é Graça

SUMARIO

Meditaremos na fidelidade dos magos à graça que os chama; e veremos que a sua fidelidade é:

1.° Pronta;

2.° Generosa;

3.° Fervorosa.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De obedecer com prontidão, generosidade e fervor a todas as inspirações da graça;

2.° De nos conservarmos muitas vezes mentalmente com os magos diante do presépio, unindo a nossa adoração e o nosso amor à sua adoração e ao seu amor.

O nosso ramalhete espiritual será a mesma palavra desses piedosos reis:

“Nós vimos, e viemos” – Vidimus… et venimus (Mt 2, 2)

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A Fé dos Magos

Meditação sobre a Fé dos Magos

SUMARIO

Meditaremos sobre a fé dos magos, o veremos:

1.° Qual é o preço da fé;

2.° O uso que dela devemos fazer no governo da vida.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De agradecer muitas vezes a Deus o dom da fé;

2.° De perguntarmos muitas vezes a nós mesmos: Porque princípio de fé faço eu esta ação?

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“O justo vive da fé” – Justus ex fide vivit (Rm 1, 17)

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A Epifania — Vocação dos Magos

Meditação sobre a Epifania e a Vocação dos Magos

Evangelho segundo São Mateus

Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. E perguntaram: «Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.» Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes perturbou-se e toda a Jerusalém com ele. E, reunindo todos os sumos sacerdotes e escribas do povo, perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém da Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta:

E tu, Belém, terra de Judá,
de modo nenhum és a menor entre
as principais cidades da Judeia;
porque de ti vai sair o Príncipe
que há-de apascentar o meu povo de Israel.»

Então Herodes mandou chamar secretamente os magos e pediu-lhes informações exatas sobre a data em que a estrela lhes tinha aparecido. E, enviando-os a Belém, disse-lhes: «Ide e informai-vos cuidadosamente acerca do menino; e, depois de o encontrardes, vinde comunicar-mo para eu ir também prestar-lhe homenagem.» Depois de ter ouvido o rei, os magos puseram-se a caminho. E a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o menino, parou. Ao ver a estrela, sentiram imensa alegria; e, entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, adoraram-no; e, abrindo os cofres, ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonhos para não voltarem junto de Herodes, regressaram ao seu país por outro caminho.

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O Hábito e a Irreflexão

Meditação sobre o Hábito e a Irreflexão

SUMARIO

Meditaremos sobre um vício, que constitui um dos principais obstáculos à santificação do ano novo, em que acabamos de entrar. Este vício é o hábito de fazer todas as coisas maquinalmente e sem reflexão. Veremos:

1.° A gravidade deste mal;

2.° Os seus remédios.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazer com a maior exatidão e o melhor possível os nossos exercícios espirituais;

2.° De refletir antes de obrar para nos animarmos a fazer santamente e com o intuito de agradar a Deus cada uma das nossas obras.

O nosso ramalhete espiritual será a oração dos Macabeus:

“Deus dê a todos um mesmo coração para que o adorem e façam a sua vontade” – Det vobis cor omnibus ut colatis eum (2Mc 1, 3)

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