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Tag: meditação diária

Sua vida de vítima

Meditação para a Quarta-feira da 4ª Semana do Advento. Sua vida de vítima

Meditação para a Quarta-feira da 4ª Semana do Advento

Sumário

Consideraremos que o seio de Maria não é somente um templo, em que o Verbo Encarnado mostra o Seu zelo e expande a Sua oração: é também um altar, em que se sacrifica. Por conseguinte meditaremos: 1.° A vida de vítima, que tem Jesus no seio de Sua Mãe; 2.° A vida de vítima, que nós mesmos devemos ter. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De santificar, o dia com diferentes atos de amor para com Jesus, nossa vítima no seio de Maria; 2.° De trabalhar na nossa emenda espiritual com o sacrifício de nossos gostos e desejos. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

Jesus Cristo amou-nos e se entregou a si mesmo por nós outros, como oferenda e hóstia a Deus - Christus dilexit nos, et tradidit semetipsum pro nobis oblationem et hostiam Deo (Ef 5, 2)

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Sua vida de oração

Meditação para a Terça-feira da 4ª Semana do Advento. Sua vida de oração

Meditação para a Terça-feira da 4ª Semana do Advento

Sumário

Meditaremos: 1.° A vida de oração, que teve, como nosso sumo sacerdote, o Verbo Encarnado no seio de Maria; 2.° A suave obrigação, que a todos assiste, de ter igualmente uma vida de oração. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De fazer melhor as nossas orações ordinárias; 2.° De pedir muitas vezes a Deus o espírito de oração, que é de todas as graças a mais importante à salvação. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Nosso Senhor:

Importa orar sempre, e não cessar de o fazer - Oportet semper orare et non deficere (Lc 18, 1)

Ou a palavra dos Apóstolos:

Senhor, ensinai-nos a orar - Domine, doce nos orare (Lc 11, 1)

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Vida cheia de zelo do Verbo Encarnado em Maria

Meditação para a Segunda-feira da 4ª Semana do Advento. Segunda-feira. Vida cheia de zelo do Verbo Encarnado em Maria

Meditação para a Segunda-feira da 4ª Semana do Advento

Sumário

Consideraremos Jesus em Maria, constituído sacerdote do gênero humano por Deus seu Pai; e como tal, abrasado em zelo: 1.° Pela glória de Deus; 2:° Pela salvação dos homens. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De referir todas as nossas ações à maior glória de Deus, e de dar com este intuito a cada uma delas toda a perfeição possível; 2.° De fazer o que depender de nós para a salvação do próximo, e de diligenciar de todo o coração salvar-nos. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Santo Inácio:

Para maior gloria de Deus - Ad majorem Dei gloriam

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Preparação próxima ao Natal

Meditação para o 4º Domingo do Advento. Preparação próxima ao Natal

Meditação para o 4º Domingo do Advento

Evangelho segundo São Lucas 3, 1-6

No décimo quinto ano do reinado do imperador Tibério, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes, tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe, tetrarca da Itureia e da Traconítide, e Lisânias, tetrarca de Abilena, sob o pontificado de Anás e Caifás, a palavra de Deus foi dirigida a João, filho de Zacarias, no deserto. Começou a percorrer toda a região do Jordão, pregando um batismo de penitência para remissão dos pecados, como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías: «Uma voz clama no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor e endireitai as suas veredas. Toda a ravina será preenchida, todo o monte e colina serão abatidos; os caminhos tortuosos ficarão direitos e os escabrosos tornar-se-ão planos. E toda a criatura verá a salvação de Deus.’»

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Sua vida mortificada no seio de sua Mãe

Meditação para a Sexta-feira da 3ª Semana do Advento. Sua vida mortificada no seio de sua Mãe

Meditação para a Sexta-feira da 3ª Semana do Advento

Sumário

Meditaremos a vida mortificada que teve o Verbo Encarnado, no seio de Sua Mãe; e admiraremos como neste estado mortificou: 1.° Os seus sentidos; 2.° A sua vontade; 3.° A sua liberdade. - Tomaremos depois a resolução: 1.° De mortificar os nossos sentidos, principalmente os olhos e a língua, até mesmo nas coisas permitidas, a fim de nos acostumarmos a mortificá-los nas coisas proibidas; 2.° De viver com regra e na obediência, sem jamais ceder ao capricho. O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

Jesus Cristo nunca buscou a sua própria satisfação - Christus non sibi placuit (Rm 15, 3)

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Sua vida humilde e pobre no seio de sua Mãe

Meditação para a Quinta-feira da 3ª Semana do Advento. Sua vida humilde e pobre no seio de sua Mãe

Meditação para a Quinta-feira da 3ª Semana do Advento

Sumário

Continuaremos a meditar a vida de Jesus em Maria; e veremos que é: 1.° A vida mais humilde; 2.° A vida mais pobre. - Tonaremos depois a resolução: 1.° De não buscar distinguir-nos e fazer-nos conhecer, e de nunca dizer nada em nosso proveito; 2.° De amar a pobreza e de empregar o nosso supérfluo em boas obras. O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Imitação:

"É uma grande glória servir-Vos, ó meu Deus, e desprezar todas as coisas por amor de Vós" - Magna gloria tibi servire et omnia propter te contemnere (III Imitação de Cristo, 10, 50)

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Vida de Clausura, de Solidão e de Silêncio do Verbo Encarnado

Meditação para a Quarta-feira da 3ª Semana do Advento. Vida de clausura, de solidão e de silêncio do Verbo Encarnado

Meditação para a Quarta-feira da 3ª Semana do Advento

Sumário

Para bem cumprir o tríplice dever de estudar, de amar, e de imitar o Verbo Encarnado, começaremos por meditar a vida que teve durante nove meses no seio de Maria; e veremos que foi uma vida de clausura, de solidão e de silêncio. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De não buscar o trato do mundo sem necessidade; 2.° De amar o retiro e o silêncio, como mais favoráveis à inocência da vida e ao recolhimento da oração. O nosso ramalhete espiritual será a máxima da Imitação:

É no sossego e no silêncio que a alma faz progresso - In silentio et quiete proficit anima (I Imitação de Cristo 20, 6)

 

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Imitar o Verbo Encarnado

Meditação para a Terça-feira da 3ª Semana do Advento. Imitar o Verbo Encarnado

Meditação para a Terça-feira da 3ª Semana do Advento

Sumário

Meditaremos o nosso terceiro dever para com o Verbo Encarnado, que consiste em imitá-Lo; e veremos: 1.° Que o desígnio de Deus, decretando a Encarnação, foi dar-nos o Verbo Encarnado por modelo; 2.° Que a excelência deste modelo nos convida a imitá-Lo. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De comparar muitas vezes os sentimentos de Jesus Cristo com os nossos, particularmente com relação ao amor da cruz, da pobreza, da preeminência; 2.° De entrar dentro em nós antes de cada ação ou de cada determinação, para fazer esta pergunta a nós mesmos:

Que faria ou que pensaria Jesus Cristo?  - Quid nunc Christus?

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salvador:

"Dei-vos o exemplo, para que como eu fiz assim, façais vós" - Exemplum dedi vobis, ut quem admodum ego feci vobis, ita et vos faciatis (Jo 13, 15)

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Amar o Verbo Encarnado

Meditação para a Segunda-feira da 3ª Semana do Advento. Segunda-feira. Amar o Verbo Encarnado

Meditação para a Segunda-feira da 3ª Semana do Advento

Sumário

Meditaremos o nosso segundo dever para com o Verbo Encarnado, que é amá-lO; e veremos: 1.º Qual é o amor do Verto Encarnado para conosco; 2.º Qual deve ser o nosso amor para com o Verbo Encarnado. - Tomaremos depois a resolução: 1.° De repetir muitas vezes com admiração e amor a palavra do Evangelho: "O Verbo se fez carne" - Verbum caro factum est (Jo 1, 14). Ó mistério de inefável amor! 2.° De praticar todas as nossas obras por amor para com o Verbo Encarnado, tendo em vista conseguir amá-lO sempre mais. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São João:

"Portanto, amemos a Deus, porque nos amou primeiro" - Nos ergo diligamus Deo, quoniam Deus prior dilexit nos (1Jo 4, 19)

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Estudar o Verbo Encarnado

3º Domingo do Advento. Estudar o Verbo Encarnado

Meditação para o 3º Domingo do Advento

Evangelho segundo São João 1, 19

Naquele tempo enviaram os judeus de Jerusalém sacerdotes e levitas a João para perguntar-lhe: Quem és tu? E ele confessou e não negou, e confessou que ele não era Cristo. E eles lhe perguntaram: Pois então quem és? És tu Elias? E ele respondeu: Não sou. És um profeta? E respondeu: Não. Disseram-lhe então eles: Quem és pois? Para que possamos dar resposta aos que nos enviaram? Que dizes dê ti mesmo? Eu sou, disse ele, a voz do que clama no deserto. Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. Ora os que haviam sido mandados eram da seita dos fariseus. E lhe fizeram ainda esta pergunta: Porque, pois, batizas tu, se não és nem Cristo, nem Elias, nem profeta? João respondeu, dizendo-lhes: Eu batizo em água, mas no meio de vós estai quem vós não conheceis. Esse é o que há de vir depois de mim, que antes de mim foi feito, e a quem eu não sou digno de desatar as correias dos sapatos. Estas coisas se passaram em Betânia da banda de além do Jordão, onde João estava batizando.

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