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Santo Afonso, modelo de Firme Confiança

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Devoção a Santo Afonso como modelo das Virtudes Fundamentais.
Mês de Fevereiro

Beatus vir, cuius est nomem Domini spes eius – “Bem-aventurado o homem que pôs sua confiança no nome do Senhor” (Sl 39,5)

Sumário. Em toda a sua vida o Santo deu provas desta virtude. Foi ela que o levou a deixar tudo por amor de Deus, e depois sustentou no meio das contradições e obstáculos que encontrou nos trabalhos para o serviço divino e em particular na fundação da sua Congregação e na reforma de sua diocese. “Deus nos basta”, dizia, “estejamos bem para com Deus, e Deus pensará em nós”. Não se contentou o Santo de praticar ele mesmo a esperança, procurou igualmente avivá-la nos outros. Portanto a melhor homenagem que lhe podemos tributar, é a imitação dos seus exemplos.
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Santo Afonso, modelo de Fé Viva

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Devoção a Santo Afonso como modelo das Virtudes Fundamentais.
Mês de Janeiro

Iustus autem ex fide vivit – “O justo, porém, vive da fé” (Rm 1, 17)

Sumário. Com razão se pode dizer que o Santo Doutor viveu da fé porque foi ela o sustento quotidiano de toda a sua vida espiritual. O Santo apreciava extremamente a felicidade de ser católico, continuamente dava por isso graças a Deus e protestava que estava pronto a sacrificar o sangue e a vida para a propagação e conservação da Religião Católica entre os fiéis. Imitando tão grande Pai, façamos nós também frequentes atos de fé; e se não nos é dado fazer mais pela propagação do Evangelho, roguemos ao menos por todos os Missionários.
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História da Igreja 5ª Época: Capítulo VII

Santo Afonso e os Redentoristas

Enquanto Voltaire e Rousseau infestavam o mundo com seus escritos ímpios, serviu-se Deus do glorioso Afonso Maria de Ligório para iluminar e santificar aos povos. Nasceu em Nápoles no ano de 1696, e desde sua juventude manifestou-se qual luminoso modelo de virtude. Era mui exato no cumprimento de todos os seus deveres, especialmente religiosos, comungava toda semana e ainda com maior frequência, e visitava todos os dias o Santíssimo Sacramento. Aos 16 anos já se achava graduado doutor em ambos os direitos e dedicava-se ao exercício da advocacia. Vendo, porém, frustradas suas esperanças de vencer uma causa, determinou abandonar o mundo e consagrar-se a Deus no estado eclesiástico. Pregava com grande fervor, e seu próprio pai a primeira vez que o ouviu, exclamou vivamente comovido:

“Meu filho me fez conhecer a Deus”

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Morte do justo

Morte de São Francisco, por Dominico Bruschi

Morte de São Francisco, por Dominico Bruschi

Confira as importantes advertências de Santo Afonso para bem aproveitar esta obra!

CONSIDERAÇÃO VIII

Pretiosa in conspectu Domini mors sanctorum ejus. – “É preciosa na presença de Deus a morte de seus Santos” (Sl 115, 15)

PONTO I

Considerada a morte à luz deste mundo, nos espanta e inspira temor; mas, segundo a luz da fé, é desejável e consoladora. Parece terrível aos pecadores; mas aos olhos dos justos se apresenta amável e preciosa.

“Preciosa, — disse São Bernardo — porque é o termo dos trabalhos, a coroa da vitória, a porta da vida”.

E, na verdade, a morte é termo de penas e trabalhos. O homem nascido de mulher vive curto tempo e está sujeito a muitas misérias (Jó 14,1). Eis aí o que é a nossa vida, curta e cheia de misérias, enfermidades, inquietações e sofrimentos.

Os mundanos, desejosos de longa vida — diz Sêneca — que procuram senão mais prolongado tormento? (Ep 101). Que é continuar a viver — exclama Santo Agostinho — senão continuar a sofrer? A vida presente — disse Santo Ambrósio — não nos foi dada para repousar, mas para trabalhar, e, por meio destes trabalhos, merecer a vida eterna (Serm. 45). Com razão, afirma Tertuliano que Deus abrevia o tormento de alguém, quando lhe abrevia a vida. Ainda que a morte tenha sido imposta por castigo do pecado, são tantas as misérias desta vida, que, como disse Santo Ambrósio — mais parece alívio o morrer do que castigo. Continue reading

Sentimentos de um moribundo não acostumado a pensar na morte

Leito de Morte

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CONSIDERAÇÃO VII

Disponde domui tuae, quia morieris tu, et non vives. – “Dispõe de tua casa, porque morrerás e não viverás” (Is 38, 1)

PONTO I

Imagina que te achas junto a um enfermo a quem restam poucas horas de vida… Pobre enfermo! Considera como o oprimem e angustiam as dores, os desfalecimentos, a asfixia e falta de respiração, o suor frio e o entorpecimento até ao ponto de quase não ouvir, quase não compreender e quase não falar… Entretanto, a sua maior desgraça consiste em que, estando próximo à morte, em vez de pensar na alma
e de preparar as contas para a eternidade, só pensa nos médicos, nos remédios, para se livrar da doença que o vai vitimando. Não são capazes de pensar em outra coisa que em si mesmos, disse São Lourenço Justiniano, falando dos moribundos desta espécie… Mas, certamente, os parentes e amigos lhe manifestarão o perigoso estado em que se acha?… Não; não há entre todos eles nenhum que se atreva a lhe falar na morte e adverti-lo de que deve receber os santos sacramentos. Todos se escusam de lhe falar para não molestá-lo.

Ó meu Deus, dou-vos graças mil porque na hora da morte fazeis que seja assistido pelos queridos confrades de minha congregação, os quais, sem outro interesse que o de minha salvação, me ajudarão a todos a bem morrer. Continue reading

Festa de Santo Afonso Maria de Ligório

Santo Afonso Maria de Ligório

Timenti Dominum bene erit in extremis – “Aquele que teme o Senhor será feliz no fim” (Eclo 1, 13)

Sumário. Afiguremo-nos que presenciamos a morte de Santo Afonso. Morre todo desapegado dos bens terrestres, com perfeita paz de consciência, com certeza da glória eterna, assistido por grande número dos seus filhos espirituais, e sobretudo, consolado pela doce presença da Santíssima Virgem. Ó morte preciosa! Se desejamos uma morte semelhante à do Santo, imitemos a sua vida. Sejamos devotos de Jesus Sacramentado e de Maria Santíssima, e, à imitação do Santo, procuremos promover estas devoções também nos outros. Continue reading

Santo Afonso, modelo de devoção a Jesus Sacramentado

Santo Afonso e Jesus Sacramentado

Ubi thesaurus vester est, ibi et cor vestrum erit – “Onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Lc 12, 34)

Sumário. Foi desde criança que o Santo Doutor começou a praticar a devoção a Jesus sacramentado, visitando-o todos os dias: com o crescer dos anos cresceu também a sua devoção, de forma que a sua vida foi como que uma estada contínua na presença da santíssima Eucaristia. Procuremos imitar Santo Afonso: em toda necessidade, em toda a tentação, em todo o negócio mais importante recorramos sempre ao Santíssimo Sacramento para auxílio e conselho. Estejamos convencidos de que esta devoção é a mais agradável a Deus e a mais proveitosa para nós. Continue reading

Certeza da morte

Fui o que és; serás o que sou

Confira as importantes advertências de Santo Afonso para bem aproveitar esta obra!

CONSIDERAÇÃO IV

Statutum est hominibus semel mori – “Foi estabelecido aos homens morrer uma só vez” (Hb 9, 27)

PONTO I

A sentença de morte foi escrita para todo o gênero humano: É homem, deves morrer. Dizia Santo Agostinho:

“Só a morte é certa; os demais bens e males nossos são incertos”

É incerto se o recém-nascido será rico ou pobre, se terá boa ou má saúde, se morrerá moço ou velho. Tudo isto é incerto, mas é indubitavelmente certo que deve morrer.

Magnatas e reis também serão ceifados pela morte, a cujo poder não há força que resista. Resiste-se ao fogo, à água, ao ferro, ao poder dos príncipes, mas não se pode resistir à morte! Conta Vicente de Beauvais que um rei da França, achando-se no termo da vida, exclamava:

“Com todo o meu poder, não posso conseguir que a morte espere mais uma hora!”

Quando chega esse momento, não podemos retardá-lo nem por um instante sequer. Continue reading

Devoção de Santo Afonso à Paixão de Jesus Cristo

Santo Afonso

Mihi autem absit gloriari, nisi in cruce Domini nostri Iesu Christi – “Quanto a mim, livre-me Deus de me gloriar, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo” (Gl 6, 14)

Sumário. Com muita razão a Igreja chama Santo Afonso contemplador assíduo e propagador admirável da devoção à paixão e morte de Jesus Cristo. Foi este o assunto quase contínuo de suas meditações, de seus colóquios públicos e particulares. Se queremos ser devotos verdadeiros e dignos filhos do santo Doutor, sejamos, à sua imitação, devotos da Paixão de Jesus, façamos dela em todas as circunstâncias o assunto habitual de nossas meditações. Continue reading

Incerteza da hora da morte

Morte (Pietro Saja)

Tire o maior proveito desta Meditação seguindo os passos
para se fazer a Oração Mental proposta por Santo Afonso!

Videte, vigilate et orate: nescitis enim quando tempus sit – “Estai de sobreaviso, vigiai e orai ; porque não sabeis quando seja o tempo” (Mc 13, 33)

Sumário. Irmão meu, já está fixado o ano, o mês, o dia, a hora e o momento em que devemos deixar a terra e entrar na eternidade; esse tempo é-nos, porém, desconhecido. Jesus Cristo no-lo oculta a fim de estarmos sempre preparados para morrer. Ora, dize-me: se a morte te viesse colher neste instante, achar-se-ia a tua consciência em bom estado? Oh, quantos já morreram, e morrem cada dia subitamente! Continue reading

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