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O Amor-próprio é uma loucura e nos tira o juízo

Meditação para a Décima Segunda Quinta-feira depois de Pentecostes. Vigésima Primeira razão de sermos Humildes: O Amor-próprio é uma loucura e nos tira o juízo

Meditação para a Décima Terceira Quinta-feira depois de Pentecostes

Vigésima Primeira razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma vigésima primeira razão de sermos humildes, e é:

1.° Que o amor-próprio é uma loucura;

2.° Que esta loucura nos tira o juízo no modo de proceder.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De expulsar, logo que o advirtamos, toda a complacência em nós mesmos e todo o desejo da estima;

2.° De nunca faltarmos em nosso favor, e de aceitarmos de boamente as humilhações que nos sobrevierem.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra dos livros santos:

“Onde ha humildade, aí há igualmente sabedoria” – Ubi est humilitas, ibi est sapientia (Pr 11, 2)

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O Amor-próprio põe a salvação em grande perigo

Meditação para a Décima Segunda Quarta-feira depois de Pentecostes. Vigésima razão de sermos Humildes: O Amor-próprio põe a salvação em grande perigo

Meditação para a Décima Terceira Quarta-feira depois de Pentecostes

Vigésima razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma vigésima razão de sermos humildes; é, que o amor-próprio é:

1.° Um perigo de todos os instantes;

2.° Um perigo muitas vezes mais grave do que se pensa.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca buscarmos os louvores e a estima;

2.° De não usarmos de nenhum meio para ocultar o que nos humilha.

O nosso ramalhete espiritual será o conselho do Espírito Santo:

“Humilhai o vosso coração” – Deprime cor tuum (Ecl 2, 2)

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O Amor-próprio engana-nos a respeito do que somos e do que é o próximo

Meditação para a Décima Segunda Terça-feira depois de Pentecostes. Décima Nona razão de sermos Humildes: O Amor-próprio engana-nos a respeito do que somos e do que é o próximo

Meditação para a Décima Terceira Terça-feira depois de Pentecostes

Décima Nona razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima nona razão de sermos humildes, e é que o amor-próprio nos oculta:

1.° O que somos;

2.° O que é o próximo.

Depois destas reflexões, tomaremos a resolução:

1.° De nos precatarmos das ilusões do amor-próprio, e de não as olharmos como realidades;

2.° De nada dizermos nem fazermos por amor-próprio.

O nosso ramalhete espiritual será a máxima da Imitação:

“Aquele que se conhece bem a si mesmo é vil a seus próprios olhos, e não se compraz nos louvores dos homens” – Qui bene seipsum cognoscit, sibi ipsi vilescit, nec laudibus dilectatur humanis (I Imitação 2, 1)

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Da Gratidão para com Deus

Meditação para a Décima Segunda Segunda-feira depois de Pentecostes. Da Gratidão para com Deus

Meditação para a Décima Terceira Segunda-feira depois de Pentecostes

Décima Nona razão de sermos Humildes

SUMARIO

Consideraremos na nossa meditação:

1.º Que se, como já o meditamos, devemos agradecer aos homens os benefícios que deles recebemos, devemos ainda mais agradecer a Deus os que dele recebemos;

2.° Como havemos de satisfazer esta divida de gratidão.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazer atos de agradecimento para com Deus à vista do firmamento, das belezas da natureza, das igrejas e cruzes, e finalmente a cada bom pensamento que a graça de Deus nos inspirar;

2.° De darmos sempre graças a Deus depois da comunhão, depois da comida, e à tarde depois do trabalho.

O nosso ramalhete espiritual será o cântico da Igreja:

“Demos graças ao Senhor nosso Deus” – Gratias agamus Domino Deo nostro

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Da Gratidão para com o Próximo

Meditação para o 13º Domingo depois do Pentecostes. Da Gratidão para com o Próximo

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 17, 11-19

Naquele tempo, 11quando caminhava para Jerusalém, Jesus passou através da Samaria e da Galileia. 12Ao entrar numa aldeia, dez homens leprosos vieram ao seu encontro; mantendo-se à distância, 13gritaram, dizendo: «Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!» 14Ao vê-los, disse-lhes: «Ide e mostrai-vos aos sacerdotes.» Ora, enquanto iam a caminho, ficaram purificados. 15Um deles, vendo-se curado, voltou, glorificando a Deus em voz alta; 16caiu aos pés de Jesus com a face em terra e agradeceu-lhe. Era um samaritano.

17Tomando a palavra, Jesus disse: «Não foram dez os que ficaram purificados? Onde estão os outros nove? 18Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro?» 19E disse-lhe: «Levanta-te e vai. A tua fé te salvou.»

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O Amor-próprio tira-nos todos os nossos méritos

Meditação para o Duodécimo Sábado depois de Pentecostes. Décima Oitava razão de sermos Humildes: O Amor-próprio tira-nos todos os nossos méritos

Meditação para o Duodécimo Sábado depois de Pentecostes

Décima Oitava razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima oitava razão de sermos humildes: é que o nosso amor-próprio nos tira:

1.° O mérito de nossas boas obras;

2.° Muitas vezes sem o sabermos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos todas as nossas obras com a intenção de agradar a Deus;

2.° De afastarmos com cuidado qualquer outro intento que poderia viciar a nossa intenção.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Jeremias:

“Vede, Senhor, e considerai quão miserável sou” – Ego vir videns paupertatem meam (Lm 3, 1). Vide Domine, et considera quoniam facta sum vulis (Lm 1, 2)

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O Amor-próprio é um muro de separação entre Deus e o homem, e é incompatível com toda a Virtude

Meditação para a Duodécima Sexta-feira depois de Pentecostes. Décima Sétima razão de sermos Humildes: O Amor-próprio é um muro de separação entre Deus e o homem, e é incompatível com toda a Virtude

Meditação para a Duodécima Sexta-feira depois de Pentecostes

Décima Sétima razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima sétima razão de sermos humildes; e é:

1.° Que o amor-próprio é um muro de separação entre Deus e nós;

2.º Que o amor-próprio não é compatível com nenhuma virtude.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De preferirmos sempre o que nos humilha ao que nos exalta;

2.º De evitarmos o máximo possível as ocasiões de ser vistos e distinguidos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Não nos façamos cobiçosos da vanglória” – Non efficiamur inanis gloriae cupidi (Gl 5, 26)

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O Amor-próprio corrompe em nós os dons de Deus e gera os Vícios

Meditação para a Duodécima Quinta-feira depois de Pentecostes. Décima Sexta razão de sermos Humildes: O Amor-próprio corrompe em nós os dons de Deus e gera os Vícios

Meditação para a Duodécima Quinta-feira depois de Pentecostes

Décima Sexta razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima sexta razão de ser dos humildes; é:

1.° Porque trazemos conosco um amor-próprio que, como um mortífero veneno corrompe os dons de Deus;

2.° Gera todos os vícios.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De vigiarmos com especial cuidado todos os movimentos do nosso coração, para nele conservar o espírito de humildade;

2.° De aproveitarmos todas as ocasiões de nos humilharmos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Imitação:

“Não julgueis ter feito o menor progresso, enquanto vos não reputardes inferior a todos” – Non reputes te aliquid profecisse, nisi omnibus inferiorem te esse sentias (II Imitação 2, 2)

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Vaidade da estima dos Homens

Meditação para a Duodécima Quarta-feira depois de Pentecostes. Décima Quinta razão de sermos Humildes: Vaidade da estima dos Homens

Meditação para a Duodécima Quarta-feira depois de Pentecostes

Décima Quinta razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima quinta razão de sermos humildes; e é que, não o sendo, é correr atrás da coisa mais vã do mundo, que é a estima dos homens; e para bem nos convencermos disto, veremos quanto é vã esta estima:

1.° Nos seus princípios;

2.° Nos seus efeitos.

— Tomaremos depois a revolução:

1.° De só termos Deus em vista nas nossas obras e expulsarmos do nosso interior todo o pensamento de vaidade, que quiser intervir nas nossas intenções;

2.° De não ligarmos importância aos louvores ou amostras de estima, que nos derem.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmista:

“O Senhor conhece os pensamentos dos homens, e que eles são vãos” – Dominus scit cogitationes hominum quoniam vanae sunt (Sl 93, 11)

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A Humildade, remédio para as nossas misérias e chave das Graças

Meditação para a Duodécima Terça-feira depois de Pentecostes. Décima Quarta razão de sermos Humildes: A Humildade, remédio para as nossas misérias e chave das Graças

Meditação para a Duodécima Terça-feira depois de Pentecostes

Décima Quarta razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima quarta razão de sermos humildes; e é, que a humildade é:

1.º O remédio para todas as nossas misérias;

2.° A chave de todas as graças.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De tirarmos das nossas misérias motivo para crescermos todos os dias em humildade, humilhando- nos profundamente diante de Deus;

2.° De recitarmos as nossas orações com um sentimento íntimo de nossa baixeza e indignidade para falar a Deus.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Imitação:

“A mais útil de todas as ciências é o desprezo próprio” – Utilissima lectio sui ipsius… despectio (I Imitação 2, 4)

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