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Vida obediente de Jesus em Nazaré

Meditação para a Terça-feira da 6ª Semana depois da Epifania. Vida obediente de Jesus em Nazaré

Meditação para a Terça-feira da 6ª Semana depois da Epifania

SUMARIO

Continuaremos ainda a estudar a vida de Jesus em Nazaré, e veremos:

1.° Que a Sua vida foi uma vida toda de obediência;

2.° Como devemos imitá-la.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De termos uma vida regular, sem concedermos nada aos caprichos, aos gostos e às repugnâncias;

2.º De oferecermos muitas vezes a Deus o sacrifício da nossa própria vontade, por deferência para com a Sua.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra que o Espírito Santo disse da vida de Nosso Senhor durante trinta anos:

“Estava à obediência de Maria e de José” – Erat sudbitus illis (Lc 2, 51)

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Vida pobre de Jesus em Nazaré

Meditação para a Segunda-feira da 6ª Semana depois da Epifania. Vida pobre de Jesus em Nazaré

Meditação para a Segunda-feira da 6ª Semana depois da Epifania

SUMARIO

Continuaremos a estudar a vida de Jesus em Nazaré, e veremos:

1.° Que foi uma vida pobre;

2.° Como devemos imitá-la.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De escolhermos sempre para nós o que é de menos valor e mais incomodo, deixando o que é melhor aos outros;

2.° De gostarmos de ser pobres em tudo, no vestuário, no alimento, na morada, em tudo o mais.

O nosso ramalhete espiritual será a primeira das bem-aventuranças:

“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus” – Beati pauperes spiritu, quoniam ipsorum est regnum caelorum (Mt 5, 3)

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Escola do Quarto Grau de Humildade

Meditação para a Sexta-feira da 3ª Semana depois da Epifania. Escola do Quarto Grau de Humildade

Meditação para a Sexta-feira da 3ª Semana depois da Epifania

SUMARIO

Meditaremos o quarto grau de humildade, que consiste em gostarmos de ser tratados sem atenção e até com desprezo, quando a Providencia permite que o sejamos; e veremos:

1.° Que Jesus Cristo nos prega esta doutrina com o Seu exemplo;

2.° Que os princípios de fé no-la confirmam.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De suportarmos em silêncio e sem azedumes as faltas de atenção e os mesmos motejos e desprezos;

2.º De combatermos intrepidamente todas as tentações para a ira, e de pedirmos muitas vezes a Deus a graça de não cedermos a elas.

O nosso ramalhete espiritual será a oitava bem-aventurança:

“Bem-aventurados sois, quando disseram todo o mal contra vós” – Beati estis cum maledixerint vobis (Mt 5, 11)

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Escola do Segundo Grau de Humildade

Meditação para a Quarta-feira da 3ª Semana depois da Epifania. Escola do Segundo Grau de Humildade

Meditação para a Quarta-feira da 3ª Semana depois da Epifania

SUMARIO

Meditaremos o segundo grau de humildade, que consiste em tratarmo-nos com desprezo e em reputarmos o último lugar sempre suficientemente bom para nós. Veremos:

1.° Que Nosso Senhor nos ensina esta verdade com o Seu exemplo;

2.° Que a só razão no-la persuade.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De deixarmos em tudo o primeiro lugar aos outros, e de tomarmos o último para nós;

2.º No governo da vida como no exercício das virtudes, de evitarmos o mais possível atrair a atenção, e de desejarmos que não pensem em nós.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Evangelho:

“Tomai o último lugar” – Recumbe in novissimo loco (Lc 14, 10)

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A Virtude dos Heróis

Meditação para o Dia 27 de Dezembro

A paciência é uma virtude heroica. A Escritura diz que é melhor o homem paciente do que o guerreiro conquistador de cidades e que mais vale o homem paciente do que o forte – Melior est patiens viro forti. Et qui dominatur animo suo expugnatores urbium. Os teólogos classificam as virtudes e as dividem em grupos caracterizados pelas virtudes cardeais. A paciência deveria estar no grupo das virtudes da Temperança. E não está. Foi classificada como Fortaleza e como parte desta virtude. De fato, o homem paciente é o verdadeiro forte. Continue reading

Lírios entre Espinhos

Meditação para o Dia 27 de Outubro

Atormentam-se pobres almas inocentes com as mais horrorosas e imundas tentações contra a angélica virtude. É um suplício e dos mais dolorosos. O pior e mais penoso, é que, após o combate, ficam numa desolação de dúvidas cruéis, sensações desagradáveis e um mal-estar de verdadeira agonia. Os lírios mais formosos são os que florescem entre espinhos. Assim a bela virtude. Nesta vida mortal, até os maiores santos padeceram terríveis assaltos do Demônio e da Impureza. Deus quer a virtude provada e bem polida, como pedra rara ou como ouro, no crisol das tentações. Não vos inquieteis demasiadamente, almas piedosas, com o horror das tentações impuras. Continue reading

Santo Afonso, modelo de Obediência

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Devoção a Santo Afonso como modelo das Virtudes Fundamentais.
Mês de Julho

Inveni… virum secundum cor meum, qui faciet omnes voluntates meas – “Achei… um homem segundo o meu coração, que fará todas as minhas vontades” (At 13, 22)

Sumário. Posto que o nosso Santo, na sua qualidade de Superior, tivesse menos ocasião para praticar tão bela virtude, a sua santidade industriosa soube contudo achar modos de se distinguir nesta virtude como em todas as outras, pela dependência contínua do seu Diretor espiritual e pela observância das Regras do seu Instituto. Procuremos, cada um na sua condição, imitar a Santo Afonso, guardando os mandamentos de Deus e da Igreja, e cumprindo os deveres do nosso estado. Sendo religiosos, lembremo-nos que a essência do nosso estado consiste exatamente na obediência.
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Humildade

Capítulo 2. Humildade - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
A principal causa da infelicidade íntima é o egoísmo ou amor-próprio. Aquele que, jactando-se, se dá a si mesmo importância, está a apresentar credenciais da sua falta de valor. É o orgulho uma tentativa para criar a impressão de que somos o que, realmente, não somos.

Quão mais feliz seria a gente, se, em lugar de exaltar o seu eu até o infinito, o reduzisse a zero. Encontraria, então, o verdadeiro infinito, mediante a mais rara das virtudes modernas, a humildade. A humildade é a verdade de nós mesmos. Não é humilde o homem que, tendo de altura 1,80 cm, disser: «tenho 1,60 cm». Aquele que, sendo bom escritor, disser: «sou um escrevinhador», também não é humilde. Fazem-se tais afirmações com o fim de poder obter um desmentido e assim granjear louvores. Continue reading

Contentamento

Capítulo 1. Contentamento - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
O CONTENTAMENTO não é uma virtude inata. É adquirido com grande decisão e diligência no domínio dos desejos desordenados; por isso, é uma arte que tem poucos discípulos. Porque há milhões de almas descontentes no mundo atual, poderá ser-lhes proveitoso analisar as quatro principais causas de descontentamento, e sugerir os meios de contentamento.

A principal causa de descontentamento é o egoísmo, ou amor-próprio, que coloca o eu acima de tudo, como o centro do mundo, ao derredor do qual toda a gente deve girar. A segunda causa de descontentamento é a inveja, que nos faz considerar as riquezas e os talentos alheios, como se nos tivessem sido roubados. A terceira causa é a cobiça, ou o desejo desordenado de ter mais, para compensar o vazio do nosso coração. A quarta causa de descontentamento é o ciúme, que, umas vezes, é ocasionado pela melancolia e tristeza e, outras, pelo ódio àqueles que possuem o que para nós cobiçamos. Continue reading

Santo Afonso, modelo de Pobreza Evangélica

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Santo Afonso Maria de Ligório, modelo das Virtudes Fundamentais

Devoção a Santo Afonso como modelo das Virtudes Fundamentais.
Mês de Maio

Beati pauperes spiritu; quoniam ipsorum est regnum coelorum – “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5, 3)

Sumário. A fim de se tornar mais semelhante a Jesus Cristo, tão amante da pobreza, Santo Afonso começou a praticar a pobreza voluntária desde que entrou no estado eclesiástico. Quando depois se consagrou inteiramente a Deus pelos santos votos, o seu amor à pobreza não conhecia mais limites, praticando-a no vestido, na alimentação, na mobilia e em tudo o mais. Examinemos depois se nós também estamos desapegados das coisas da terra, e lembremo-nos de que nunca será santo quem ama as comodidades e riquezas.
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