Na linda natureza de Deus
O dia de hoje foi esplêndido — Os rapazes se divertiram o dia inteiro, em trajes de banho, ao redor das tendas ou junto ao regato. Que alegria, que sadio gozo. Infelizmente está para findar nossa vida de acampamento. Quanta pena tenho da mocidade “moderna”, de trajes ao rigor da moda e perfumada decadência… Essa juventude que procura a felicidade da vida unicamente nos cinemas, bares, teatros e “footing”! Pobres almas esfaimadas! Se uma vez que fosse saboreassem o gozo da natureza livre e vivificante!

Eu bem sei que, exatamente por isso, eles me olham com ar de menosprezo:

“Essa agora! Como poderia um estudante de universidade sentir-se bem entre “crianças”? — Já não somos mais crianças, somos adultos!

É nisso, exatamente, que está o mal! É triste que já não sejam mais crianças — em espírito crianças, ‘a quem pertence o Reino dos Céus’. Conservar em infância espiritual a alma, embora adulto ou ancião — eis verdadeira arte de viver. Permanecemos jovens tanto tempo quanto o quisermos.”

Observei hoje nosso professor, o venerando sacerdote. Conheço-o como sacerdote ilustrado e sábio. Desde vários anos é meu mestre e é meu confessor. Homem viajado, fala quatro línguas, e sabe ler em seis; em seu gabinete, sobre a mesa, um mundo de livros. — Entanto, hoje, como jogou bola conosco, como sabia rir de coração com o bando! Sim, também ele era uma criança, todos éramos crianças, alegres e contentes como o primeiro casal devia ter sido, antes do pecado.

E que encantadora noite, hoje aqui no bivaque! Crepitando levemente, a chama se eleva o lança luz irrequieta sobre nós três. Todo o acampamento descansa, apenas nós três velamos. E as estrelas… Uma pequena carta do firmamento está estendida sobre meus joelhos e com um inexplicável entusiasmo conversamos acerca do universo, sobre os milhões de sóis, de estrelas, a Via-Láctea e as nebulosas a fluírem umas nas outras. Nesses momentos abre-se de certo modo o coração, e nele se imprime o céu incomensurável.
Guilherme atiçou o fogo. Que enigma, o fogo! Como flameja as labaredas! Uma vez é encarnada, depois branca, agora azul! Por que? Donde esse jogo de matizes? Com que voracidade ele devora os galhos secos que estalam! Um ou outro galho ainda está meio verde; como geme e chia quando a chama o atinge, estorce-se no calor como um
verme. Agora um estalido, uma revoada de centelhas… Depois, de novo o silêncio. Que prazer espreitar o fogo!

Um pensamento atropela o outro. Como é belo este mundo! E apesar do progresso científico, há uma imensidade de coisas a nos cercarem, sem que as conheçamos. Ontem, por exemplo, encontrei numa caverna um belíssimo cristal, com formas geométricas que eram um encanto. Conhecia essa matéria inanimada, ao modelar-se no calado interior da montanha, as difíceis leis da geometria, que eu, o ser racional, preciso aprender durante anos, com trabalho árduo? Idéia estulta! Aqui não pode haver outra explicação senão a atividade da força de um espírito sublime, parecido como espírito humano, mas infinitamente superior, que determina a rota de toda a vida, de toda evolução e lhes fixa as leis…

Vida? Sim! Mas que é a vida? E me lembrei das várias denominações com as quais os autores dos meus livros científicos quiseram explicar “a vida”, para, no fim das contas, terem de confessar que também a eles não foi dado resolver o problema. Até agora ninguém o conseguiu. Li que a vida é “uma ação conjunta de forças físicas e químicas”. Essas forças em si são conhecidas. Não conhecemos, porém, o mistério de sua atividade conjunta que se desenvolve no organismo, isto é, o princípio que mantém ativa a complicada rede de forças que de contínuo se amparam mutuamente.

E depois, as gigantescas forças da natureza que podemos apreciar aqui fora! A trovoada noturna, por exemplo, com seu ruído ensurdecedor! Acolá jazem os carvalhos enormes, seculares, de tronco partido… Também o tumulto dos elementos desencadeados conta a grandeza do Senhor, que, ao conceder à natureza apenas um átomo de seu poder, a faz terrível e assustadora!

Em seguida refleti sobre o maravilhoso mistério do acordar da natureza na primavera, depois do sono gélido do inverno, o germinar dos cereais no sulco úmido; a silenciosa floresta em letargia; todo esse mundo encantador, um enigma, um mistério, se eu não enxergar atrás de tudo a mão eterna e onipotente de Deus.

Não sei onde o li, mas agora sinto a definição de Deus em toda sua magnitude:

“Deus é o ser pelo qual tudo começou a existir e para o qual tudo tende”.

Se na floresta algum transviado avistasse nossa fogueira, decerto se alentaria com o pensamento: onde há fogo, há seres racionais, homens, irmãos. Assim exulta minha alma em prece, toda a vez que percebo a grandeza do Criador em algum fato da natureza.

— Mistério? Pode ser. Que me importa? Não me interessa! Poderá dizer alguém. Contudo, é impossível que não lhe importe. Existe em nós o impulso, o insaciável desejo do homem, de investigar tudo, de achar a solução, a verdade. Só isso nos deve levar à conclusão da existência de Deus. Minha irmã recebeu uma boneca, no aniversário. A princípio brincou alegremente com ela. No terceiro dia desmanchou-a, queria saber por que fechava os olhos quando a deitavam. Esse insaciável desejo levou Amundsen, Shekleton e outros às expedições polares, queriam investigar o que lá havia.

Encontrou-se uma vez, uma pedra cheia de sinais cuneiformes. “Ninguém entende isso, fora com ela!” Oh não! E o espírito humano não descansou, até decifrar a escrita cuneiforme. As charadas, os enigmas, palavras cruzadas, etc., denotam a mesma sede de saber.

Que prova isso? Que não nos agrada o incógnito e precisamos encontrar a verdade. Porque? Porque em nós vive uma centelha, um sopro de Deus, da Verdade Infinita, e é isso que não nos deixa sossegar.

A consciência que tenho de mim mesmo eleva me acima de todo o imenso universo. No verão passado andei viajando sobre o mar, a perder de vista vogavam as ondas intérminas do oceano, num jogo sublime — mas os oceanos nada sabem de sua vastidão e de sua majestade!

O firmamento com suas incontáveis estrelas prende meu coração. Mas apenas o meu! Os astros? Ora, eles são corpos celestes frios e inertes, massas a girar por cima, ao lado, por baixo das outras; nada sabem de si nem dos outros. Apenas eu sei deles…

Todo o mundo, embora sublime até os últimos pormenores, é apenas matéria. Posso colocar uma célula minúscula sob o microscópio; descubro nela um mundo ignoto de vida; mas essa célula se compõe de milhões de moléculas, de átomos que nada sabem uns dos outros. Meu corpo pesa exatamente 6O quilos. Li algures que um corpo humano deste peso se compõe de 5O bilhões de células. Número de causar vertigens. Essas 5O bilhões de células vivem cada uma para si, mas apenas uma alma as mantém unidas!

Homem! Somente tu sabes de ti mesmo, sabes reconhecer-te. Se me cair alguma coisa na vista, preciso perguntar a outro, a saber quando saiu. A alma, porém, sente-se a si mesma. Sei — é um pensamento de Pascal — “O homem é no universo nada mais do que um caniço, mas um caniço que sabe pensar”. Por mais insignificante que eu seja, alguma coisa há em mim, não limitada pela matéria, que pode externar-se, abranger os próprios astros. Não sou somente matéria, como o mar, o monte, o firmamento; alguma coisa há em que mantém unidos os átomos de meu corpo, e os ultrapassa e lhes dá vida — tenho uma alma.
Tenho uma alma com a qual posso entreter-me e da qual ninguém pode aproximar-se se eu não permitir. Uma alma — não matéria inerte — algo de superior, um elemento vivificante. Além disso, não há quem mande nela a não ser Deus e eu. “Céus e terra passarão, mas minha alma não passará”.

Contudo, se assim for, meu único, meu eterno valor, é minha alma. Pensei sempre assim?

No século IV, essa teoria deslumbrou um sábio, antes pecador, a teoria do valor da alma acima de tudo. Ele exclamou: “Eles o puderam, outros o puderam, e tu Agostinho, não o poderias?” E tornou-se um Santo Agostinho.

No século XII, um jovem rico refletia sobre o mesmo assunto: “… Se tantos o puderam, também tu o poderás” … E dele saiu São Bernardo de Claraval.

No século XVI, um guerreiro ambicioso de honras é ferido no ataque a uma fortaleza; no tédio do hospital chega-lhe às mãos a Vida dos Santos. “Se estes o puderam, por que não poderei eu”, exclamou ele — e tornou-se Santo Inácio de Loyola.

E eu? Filho do século XX? Não seria eu capaz de estimar minha alma acima de tudo? Embora fosse mais pecador do que Agostinho, mais rico do que Bernardo ou mais vaidoso do que Inácio, sim, eu o poderia; apenas… será difícil! É verdade! Todavia para eles também era difícil. Em sua incompreensão, o mundo zombou de São Pedro em Jerusalém, de São Paulo em Atenas; de Santo Agostinho riam os sábios, de São Bernardo os nobres, de Santo Inácio os guerreiros…

E nessa meditação, tomei do saltério que o professor me dera para ler, e rezei, talvez nunca com tanto fervor como agora, ao ler o salmo 148:

“Aleluia!”
Louvai ao senhor no céu; louvai-o nas alturas!
Louvai-o, vós seus anjos; louvai-o seus exércitos!
Louvai-o, sol e lua; louvai-o estrelas a brilhar!
Louvai-o céus sem fim, e águas do firmamento!
Eles glorifiquem o nome do Senhor, porque Ele disse, e foram feitas as coisas; Ele ordenou, e elas foram criadas.
Ele as estabeleceu para sempre e pelos séculos dos séculos. Ele pôs preceito e este não se há de quebrar.
Louvai ao Senhor na terra; vós, dragões e todas as profundezas. O fogo, o granizo, a neve, a geada, e tempestades que executam sua palavra.
As montanhas e as colinas, as árvores frutíferas e todos os cedros; os animais e todos os gados; as serpentes e as aves, que voam.
Os reis da terra e todos os povos; os príncipes e todos os juízes da terra.
Jovens e donzelas, moços e anciãos, louvem o nome do Senhor…”

Deixo cair o livro. Somente então percebo que meus dois camaradas adormeceram. É verdade que por muito tempo não trocamos palavra. Que descansem! A mim, porém, meus pensamentos me ocupam tão vivamente!

Algures deve existir um ponto, uma inabalável mão, uma força gigantesca, que segura o eixo do mundo.

Pode este mundo ser obra fortuita? Reuniram-se apenas por acaso os trilhões, os decilhões de átomos para formarem este belo e bem ordenado sistema universal? Se eu fosse a uma tipografia e derrubasse todas as caixas dos tipos, então centenas de milhares de letras haviam de cair ao chão de tal modo que formassem o texto de um livro inteiro? Pode lá alguém imaginá-lo? O cometa Halley, por exemplo, percorre sua órbita em 76,4 anos; pela última vez foi visto em 191O, mesmo a olho nu. Quem sabe onde vagueia agora pelo espaço? Mas, passados os 76,4 anos, ele voltará com a máxima precisão. Pode-se conceber então que ele não tenha um guia?

Do porto de Gênova sai um navio, passa pelo estreito de Gibraltar e chega à América. Dobra o cabo Horn, alcança a Austrália, chega à Índia, atravessa o canal de Suez e, no tempo previsto, volta ao porto de saída. Haverá alguém que queira afirmar que esse navio fez a volta do mundo sem piloto, “por si mesmo”? A trajetória dos astros, no entanto, é milhões de vezes mais longa e sua chegada ainda mais precisa.

E poderá ser obra do acaso a inclinação do eixo da terra com relação à sua órbita? Exatamente a inclinação de 23° 27’ 8” é a mais conveniente. Sem ela não haveria alternação das estações. Ou a água! Por que sua densidade é máxima a 4 graus centígrados e fica menos densa, quer baixe, quer suba sua temperatura? Todo o corpo se contrai tanto mais quanto mais baixa for sua temperatura — somente a água não. Por que? Porque, de outra sorte, os rios e lagos gelariam até o fundo e um único inverno bastaria para matar toda a vida neles.

Como Deus é grande! Mas também quão belo é Deus! Além da disposição bem proporcionada, há ainda inúmeras belezas na natureza. O arrebol, o matizado arco-íris, o encanto duma flor, a lua sorridente acima de mim, a noite silenciosa, a floresta sussurrante, a encosta íngreme da montanha…, essas belezas todas devem ter algures a sua origem! Deve existir um manancial de onde emana a formosura deste mundo!
Ultimamente, vagueando pela floresta, ouvi de repente um ruído de ramos quebrados e parei, à margem dum regato estava um cervo majestoso, ornado de galhos possantes. Nunca senti tão palpável a deficiência da teoria darwiniana da evolução das espécies, como nesse momento, à vista dessa caça real. “Tudo é resultado de evolução, de tendência à adaptação” Ora, onde a tendência de adaptação para o cervo carregar armação tão ramificada? De forma alguma, muito pelo contrário, é-lhe embaraço na fuga; mas é tão belo, é de fato uma obra-prima do Criador!

Como admiramos uma bela pintura ou uma estátua. Já Sócrates, porém, perguntava a Aristodemo:

“Quem é mais para admirar, o pintor que esboça imagens inanimadas de homens e animais, ou aquele que produz seres vivos e racionais?”

E, se aquelas imagens não foram obra do acaso, não é estulto admitir que a vida o seja?
Há quem queira explicar tudo nos animais por meio do instinto. Mas, que é o instinto?

“Instinto é um impulso que obriga o animal a utilizar um meio que seja mais adequado a alguma finalidade”.

Sim, é a definição científica do instinto. No entanto, não adiantamos um passo sequer na compreensão de sua essência. A pergunta é: Donde tiram os animais, tão estúpidos em outras coisas, essa maravilhosa ciência?

Algumas espécies de aves chocam durante três semanas, outras menos tempo. Como sabe o pássaro que ele pertence à espécie que deve chocar exatamente três semanas? Aprendeu-o nos livros? Viu talvez que sua mãe também chocava tanto tempo? Não no aprendeu nem observou e, contudo, agirá assim com infalível certeza. Haverá, pois alguém que sabe tudo isso…

A vaca a pastar não toca nas ervas venenosas. Aprendeu ela na química que deverá evitar esta ou aquela planta a fim de não provocar perturbações no organismo? Não aprendeu e, apesar disso, evita cuidadosamente o que lhe é prejudicial…

Donde sabe a larva-macho de escaravelho hercúleo (dynastes hercules) que mais tarde terá armas e que, por isso, a parte anterior do casulo deve ser mais ampla? O macho constrói um invólucro maior. A fêmea não o faz — não o precisa…

Que contou ao arganaz e ao esquilo, nascidos apenas na primavera, que ao verão seguirá o áspero inverno e que é necessário fazer provisão para a estação hibernal? Como é que a andorinha nova, saída do ovo aqui na região, conhece que o inverno está próximo e que deve partir? E ela alça o vôo, nunca dantes feito, e chega com segurança à terra quente, da qual nada sabe, nem mesmo que lá não há inverno. O instinto cuida até de conduzir as aves em viagens a lugares onde possam descansar e achar alimento. Está provado que as cegonhas da Europa voam pela Turquia, Ásia Menor, Egito, sempre por cima do continente, até a União Sul-Africana, a Natal. É um trajeto que causa estupefação. Como explicá-lo? Quem as guia? O acaso? O cálculo do animal?

Sabe talvez o urutu que a injeção do veneno produz o desejado efeito de paralisação? Não sabe, mas age como se o soubesse. Também não sabe que certos dentes são próprios para injetar o veneno e outros não; contudo utiliza infalivelmente os apropriados. Do mesmo modo foge-lhe do conhecimento o fato de poder morder mais profundamente, se colocar o maxilar superior e certos ossos em determinada posição, e, ele, todavia o faz.

A lagarta do “olho-de-pavão” tece o exterior de seu abrigo com pontas rijas, as quais une com tênues fios. Dessarte, ele pode ser aberto de dentro com leve pressão, mas é capaz de resistir à força do inimigo exterior. Onde o aprendeu? Assim poderíamos fazer uma infinidade de perguntas…

Vejo a bela cúpula duma basílica. Quem a edificou? “Ninguém”, responderíamos nós?

A possante locomotiva dum expresso estrondeja estação a dentro. Colossal? Quem a construiu? “As rígidas leis do universo”!

Ouço uma sinfonia de Beethoven. Fantástico! Quem foi o compositor? “O acaso”.

Assim não podemos responder, não é verdade? Pois bem, pode-se então explicar a tão imensa e tão exata máquina e a sublime harmonia do universo com um “ninguém”, com “rígidas leis da natureza”, ou com o “acaso”?

Não, mil vezes não!

Nunca percebi e senti tão claramente que toda a ciência não é nada mais do que o soletrar do Pensamento Divino.

A incomensurável grandeza dos corpos celestes nos esmaga, o tamanho microscópico dos micróbios nos enleva. E entre esses dois extremos, o incalculavelmente grande e o indivisivelmente pequeno, está o homem, cujo orgulho se aniquila nesta humilde oração:

“Como se enleva meu coração, quando penso em vós, ó Onipotente!

Como se aniquila, quando olho para mim mesmo!”

Enquanto andava nesses pensamentos, uma sensação indescritível apoderou-se de mim. Respeito e admiração me enchiam a alma, para onde quer que eu volvesse o olhar, surgia a mão divina.

O verdejante prado, as flores sonhadoras, o murmuro regato, aqui meus dois camaradas adormecidos… tudo beleza, tudo formosura! Como deve ser então belo quem criou tudo isso! Sentia que, doravante, a beleza de Deus se me patentearia na florescência dos campos; os cimos dos montes irradiariam sua magnitude; no canto dos pássaros eu ouviria sua voz; no corisco do relâmpago seu poder. Ouço-o no murmúrio do regato, procuro-o no céu estrelado… pois sei que todo o belo desta terra é apenas um reflexo de sua infinita formosura.

E se, alguma vez, minha alma for oprimida pelo negro pensamento de que tudo neste mundo é transitório, a flor murcha, a folha cai, a montanha se pulveriza, o rio seca, — tanto mais ela se achegará ao imutável, intransitório, absoluto belo, a Deus.
E rezei baixinho as palavras do Salmista:

“No princípio criastes o mundo, e os céus são obra de vossas mãos. Eles passarão, vós permanecereis. Eles envelhecerão como uma vestimenta; e se mudarão como um traje, quando os transformardes … vós, porém, permanecereis, e vossos anos não têm fim” (Sl 1O1).

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(TOTH, Monsenhor Tihamer. Na linda natureza de Deus. Editora S. C. J., 1945, p. 116-128)