Autor: Gabriel (page 3 of 239)

A Caridade é Compassiva

Meditação para a Vigésima Segunda Terça-feira depois de Pentecostes. A Caridade é Compassiva

Meditação para a Vigésima Segunda Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o quinto caractere da caridade, que é ser terna e compassiva; e veremos:

1.° Quanto este caractere é essencial à caridade;

2.° Quanto a dureza, que é o vício oposto, lhe é contrária.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos compadecermos de todos os aflitos e de os consolarmos ou alegrarmos do melhor modo que pudermos;

2.° De evitarmos as palavras ríspidas, o exterior severo e altivo, e de mostrarmos, ao contrário, para com todos um semblante alegre e benévolo, maneiras agradáveis e cordiais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Revesti-vos para com todos de entranhas de misericórdia, de benignidade, de humildade, de modéstia, de paciência” – Induite vos… viscera misericordiae, benignitatem, humilitatem, modestiam, patientiam (Col 3, 12)

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A Caridade sacrifica-se até mesmo pelos Inimigos

Meditação para a Vigésima Segunda Segunda-feira depois de Pentecostes. A Caridade sacrifica-se até mesmo pelos Inimigos

Meditação para a Vigésima Segunda Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre dois outros caracteres da Caridade, que são:

1.° Sacrificar-se pelo próximo;

2.° Até pelos próprios inimigos.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca recusarmos ao próximo os serviços que pudermos prestar-lhe, ainda quando nos custem sacrifícios;

2.° De perdoarmos todo o mal que nos fizerem, a ponto de não guardarmos e menor ressentimento disso, e de nos reconciliarmos o mais cedo possível.

O nosso ramalhete espiritual serà a palavra do Apóstolo:

“A caridade não busca os seus próprios interesses, não se irrita” – Charitas non quaerit quae sua sunt, non irritatur (1Cor 13, 5)

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A Paciência

Meditação para o 22º Domingo depois do Pentecostes. A Paciência

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 22, 15-21

Naquele tempo, 15 os fariseus reuniram-se para combinar como o haviam de surpreender nas suas próprias palavras. 16Enviaram-lhe os seus discípulos, acompanhados dos partidários de Herodes, a dizer-lhe: «Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, sem te deixares influenciar por ninguém, pois não olhas à condição das pessoas. 17Diz-nos, portanto, o teu parecer: É lícito ou não pagar o imposto a César?»

18Mas Jesus, conhecendo-lhes a malícia, retorquiu: «Porque me tentais, hipócritas? 19Mostrai-me a moeda do imposto.» Eles apresentaram-lhe um denário. 20Perguntou: «De quem é esta imagem e esta inscrição?» 21«De César» – responderam. Disse-lhes então: «Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.»

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Excelência da Mansidão

Meditação para o Vigésimo Primeiro Sábado depois de Pentecostes. Excelência da Mansidão

Meditação para o Vigésimo Primeiro Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre as vantagens da mansidão, e veremos que com esta virtude podemos tudo:

1.° Sobre o coração de Deus;

2.° Sobre o coração do próximo;

3.° Sobre o nosso próprio coração.

— Tomaremos a resolução:

1.° De reprimirmos, ainda quando estamos sós, até os menores impulsos de impaciência, de precipitação e descontentamento que nos sobrevierem;

2.° De termos para com todas as pessoas, sem exceção, maneiras e palavras brandas e afáveis.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Nosso Senhor:

“Aprendei de mim que sou manso, e achareis descanso para as vossas almas” – Discite a me quia mitis sum… et invenietis requiem animabus vestris (Mt 11, 29)

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A verdadeira Caridade é Benigna

Meditação para a Vigésima Primeira Sexta-feira depois de Pentecostes. A verdadeira Caridade é Benigna

Meditação para a Vigésima Primeira Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o segundo carácter da caridade, que é a mansidão; e veremos que é um dever:

1.º Para com Deus;

2.° Para com o próximo;

3.° Para conosco conservarmo-nos sempre mansos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De reprimirmos os nossos movimentos de impaciência e de ira; de nunca obrarmos nem falarmos dominados pela emoção, e de esperarmos que estejamos sossegados;

2.° De procurarmos ter para com todos um aspecto benigno, um acolhimento cordial e afável.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Convém que o servo do Senhor seja manso para com todos” – Servum Domini non oportet litigare, sed mansuetum esse ad omnes (2Tm 2, 24)

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Ainda sobre o Amor sobrenatural do Próximo

Meditação para a Vigésima Primeira Quinta-feira depois de Pentecostes. Ainda sobre o Amor sobrenatural do Próximo

Meditação para a Vigésima Primeira Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos:

1.° Sobre a excelência do amor sobrenatural, que devemos ao próximo;

2.° Sobre os sinais que no-lo dão a conhecer.

— Tomaremos a resolução:

1.° De nunca falarmos dos ausentes senão para dizer bem deles;

2.° De tratarmos sempre quer os presentes, quer os ausentes, com as mesmas atenções com que trataríamos Jesus Cristo.

O nosso ramalhete espiritual será a recomendação de São Pedro:

“Antes de todas as coisas tende entre vós mesmos mutuamente uma constante caridade” – Ante omnia autem mutuam in vobismetipsis caritatem continuam habentes (1Pd 4, 8)

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Amor sobrenatural do Próximo

Meditação para a Vigésima Primeira Quarta-feira depois de Pentecostes. Amor sobrenatural do Próximo

Meditação para a Vigésima Primeira Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre, o primeiro caractere do amor do próximo, que é ser sobrenatural; e veremos:

1.º O que devemos entender por amor sobrenatural devido ao próximo;

2.° Quanto este amor difere do amor puramente natural.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De tratarmos toda a gente com afabilidade e bondade, por amor de Deus, que devemos ver e amar no próximo;

2.° De nos guardarmos das afeições puramente naturais, que não entram no preceito da caridade, e que além disto são perigosíssimas.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São João:

“Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade vem de Deus” – Carissimi, diligamus nos invicem, quia caritas ex Deo est (1Jo 4, 7)

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Amor do Próximo

Meditação para a Vigésima Primeira Terça-feira depois de Pentecostes. Amor do Próximo

Meditação para a Vigésima Primeira Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Depois de termos meditado durante algumas semanas sobre o amor de Deus, meditaremos agora sobre o amor do próximo, e veremos os dois mandamentos que Jesus Cristo nos impôs a este respeito. O primeiro é este: Amai ao vosso próximo como a vós mesmos. O segundo, muito maior, encerra-se nestas palavras: Eu dou-vos um novo mandamento, que é que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De tratarmos atenciosamente o próximo, qualquer que ele seja;

2.° De nunca fazermos a ninguém o que não quiséramos que nos fizesse, e de fazermos sempre aos outros o que desejaríamos que nos fizessem.

Conservaremos como nosso ramalhete espiritual as duas palavras do Evangelho:

“Amáveis ao vosso próximo como a vós mesmos, e dou-vos um novo mandamento que é que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei” (Mt 22, 39)

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Jesus amado dos Santos

Meditação para a Vigésima Primeira Segunda-feira depois de Pentecostes. Jesus amado dos Santos

Meditação para a Vigésima Primeira Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Depois de termos visto quanto Jesus Cristo é amável e amoroso, nos excitaremos:

1.° A amá-lO com o exemplo dos santos;

2.° Estudaremos a maneira de Lhe mostrar o nosso amor.

— Tomaremos a resolução:

1.° De pedirmos frequentes vezes a Nosso Senhor o seu amor, como a coisa do mundo mais apetecível;

2.° De fazermos todas as nossas obras por espírito de amor, e de aceitarmos todas as tribulações, como prova deste amor.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“A caridade de Jesus Cristo nos constrange” – Caritas Chrsti urget nos (2Cor 5, 14)

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Justiça e Misericórdia de Deus

Meditação para o 21º Domingo depois do Pentecostes. Justiça e Misericórdia de Deus

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 23-35

Naquele tempo, propôs Jesus a seus discípulos esta parábola: 23Por isso, o Reino do Céu é comparável a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. 24Logo ao princípio, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. 25Não tendo com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido com a mulher, os filhos e todos os seus bens, a fim de pagar a dívida. 26O servo lançou-se, então, aos seus pés, dizendo: ‘Concede-me um prazo e tudo te pagarei.’ 27Levado pela compaixão, o senhor daquele servo mandou-o em liberdade e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, apertou-lhe o pescoço e sufocava-o, dizendo: ‘Paga o que me deves!’ 29O seu companheiro caiu a seus pés, suplicando: ‘Concede-me um prazo que eu te pagarei.’ 30Mas ele não concordou e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto lhe devia. 31Ao verem o que tinha acontecido, os outros companheiros, contristados, foram contá-lo ao seu senhor. 32O senhor mandou-o, então, chamar e disse-lhe: ‘Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque assim mo suplicaste; 33não devias também ter piedade do teu companheiro, como eu tive de ti?’ 34E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos até que pagasse tudo o que devia.

35Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração.»

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