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Concórdia

Concórdia, Tesouros de Cornélio à Lápide

Necessidade da concórdia

A razão e a vontade são duas irmãs; é preciso que harmonizem e que a vontade, que é inferior, esteja sujeita à razão e obedeça-lhe. Unidas estas duas irmãs, são fortes como uma cidade guerreira, são inexpugnáveis. Se, ao contrário, a razão e a vontade não estão de acordo, se a vontade levanta-se contra a razão, resultam divisões interiores que minam as forças de uma de outra.

Necessidade da concórdia consigo mesmo… Necessidade da concórdia com os demais!

A concórdia é o cimento que une as pedras de um muro; retirai o cimento, e o muro cairá. A concórdia é o laço que une e faz aderir entre si os membros da família e da sociedade; eliminai a concórdia, e os homens se desgarram como bestas ferozes. Mais caridade, mais justiça, mais indulgência, mais perdão!

O centro une todos os raios do círculo, tirai o centro, e o círculo desaparece. A concórdia é o centro das famílias, das cidades, das nações.

A discórdia causou a queda do Império Romano: o povo levantou-se contra os magistrados; os soldados levantaram-se contra o Senado; o próprio Senado dividiu-se também; e daí veio a ruína daquela grande e poderosa República. Continue reading

Felicidade que dá a Mortificação

Meditação para a Décima Oitava Segunda-feira depois de Pentecostes. Felicidade que dá a Mortificação

Meditação para a Décima Oitava Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Concluiremos as nossas meditações sobre a mortificação, considerando:

1.° A felicidade que goza a alma mortificada nas suas relações com o próximo;

2.° A felicidade que acha em si mesma.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não deixarmos um só dia de praticar algum ato de mortificação, seja da vontade, seja do gênio ou do amor-próprio; e fixaremos dois desses atos para o dia;

2.° De obedecermos ao Espírito Santo praticando todos os atos que nos sugerir, como sacrificar um capricho, um desejo, um prazer.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Imitação:

“Deixai tudo e achareis tudo. Abandonai a vossa concupiscência e tereis a paz” – Dimitte omnio et invenies omnia. Relinque cupodinem et invenies requiem (III Imitação 32, 1)

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Meios de ter a Paz: a Conformidade com a Vontade de Deus

Meditação para o Sábado da Pascoela. Meios de ter a Paz: a Conformidade com a Vontade de Deus

Meditação para o Sábado da Pascoela

SUMARIO

Meditaremos sobre outro meio de alcançar a paz interior, que é a perfeita conformidade da nossa vontade com a de Deus; e para o compreender, veremos:

1.° Que nenhuma paz é possível com o apego à vontade própria;

2.° Que a perfeita conformidade com a vontade de Deus dá uma deliciosa paz.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De não desejarmos nem outros talentos, nem outra condição, nem outra fortuna senão a que Deus nos deu;

2.° De seguirmos com amor em todas as circunstâncias da vida a vontade de Deus, como os magos que seguiam a estrela que os conduzia a Belém.

Como ramalhete espiritual repetiremos muitas vezes a Deus:

“Pai, seja feita a vossa vontade” – Pater, fiat voluntas tua

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Meios de ter a Paz: a Humildade e a Renúncia à Vida Sensual

Meditação para a Sexta-feira da Pascoela. Meios de ter a Paz: a Humildade e a Renúncia à Vida Sensual

Meditação para a Sexta-feira da Pascoela

SUMARIO

Depois de havermos meditado sobre os obstáculos à paz interior, meditaremos agora sobre dois meios de estabelecer essa paz em nós, a saber:

1.º De opormos aos pensamentos de amor-próprio, que nos perturbam, humildes sentimentos a respeito de nós mesmos;

2.° De renunciarmos a todos os regalos da vida sensual, que preocupam e induzem a buscar-nos a nós mesmos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Deus a Isaías:

“Derivarei sobre a alma humilde e fiel um como rio de paz” – Ecce ego declinabo super eam quasi fluviam paueis (Is 66, 12)

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Obstáculo à Paz: as Tentações e os Escrúpulos

Meditação para a Quinta-feira da Pascoela. Obstáculo à Paz: as Tentações e os Escrúpulos

Meditação para a Quinta-feira da Pascoela

SUMARIO

Meditaremos sobre dois outros obstáculos à paz interior, a saber:

1.° As tentações;

2.° Os escrúpulos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De nos distrairmos tranquilamente das nossas tentações, logo que as descobrirmos;

2.° De servirmos a Deus com desafogo, confiança e amor, sem nos inquietarmos com o temor de Lhe desagradar.

O nosso ramalhete espiritual será a petição da oração dominical:

“Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal” – Ne nos inducas in tentationes, sed libera nos a malo

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Obstáculo à Paz: a Vã Alegria e a Má Tristeza

Meditação para a Quarta-feira da Pascoela

SUMARIO

Meditaremos sobre dois outros obstáculos à paz da alma, a saber, a vã alegria e a má tristeza.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não cedermos à alegria, que embota e distrai a alma, mas de a moderarmos com alguns momentos de reflexão diante de Deus;

2.° Nos acessos de tristeza, de reanimarmo-nos com a confiança em Deus e a esperança do céu.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Santíssima Virgem:

“O meu espírito se alegrou por extremo em Deus meu Salvador” – Exultavit spiritus meus in Deo salutari meo (Lc 1, 47)

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Obstáculo à Paz: a Preocupação e a Desanimação

Meditação para a Terça-feira da Pascoela. Obstáculo à Paz: a Preocupação e a Desanimação

Meditação para a Terça-feira da Pascoela

SUMARIO

Meditaremos sobre dois outros obstáculos à paz interior, a saber:

1.° A preocuparão dos negócios;

2.° A desanimação depois das culpas.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De entrarmos muitas vezes em nós mesmo, no meio de nossos trabalhos, para restituir à nossa alma a paz de Deus;

2.° De nunca nos desanimarmos depois de nossas culpas.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Nosso Senhor aos seus Apóstolos:

“Não se, turbe o vosso coração” – Non turbetur cor vestrum (jo 14, 1)

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Obstáculo à Paz: a Atividade Natural

Meditação para a Segunda-feira da Pascoela. Obstáculo à Paz: a Atividade Natural

Meditação para a Segunda-feira da Pascoela

SUMARIO

Meditaremos sobre um primeiro obstáculo à paz interior, que é a excessiva atividade; e consideraremos esta atividade:

1.° Nos desejos;

2.° Nas ações.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De combatermos e moderarmos os nossos desejos;

2.° De fazermos toda as coisas com pausa e sem precipitação.

O nosso ramalhete espiritual será o provérbio:

“Não vos apresseis demasiado, se é bem” – Sat cito si sat bene

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“Gloria in Excelsis Deo!”

Meditação para o Dia 25 de Dezembro

Os anjos cantaram no presépio de Belém:

“Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” – Gloria in excelsis Deo et in terra pax hominibus bonae voluntatis

Jesus baixou à terra. O Príncipe da paz veio estabelecer o seu reino de Amor e de Misericórdia. E nos dirá:

“Eu vos dou minha paz!”

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Para Conservar a Paz

Meditação para o Dia 21 de Agosto

Segundo a Imitação de Cristo, Cap. XXIII – L. III

Jesus Cristo: Filho, vou agora ensinar-te o caminho da paz e da verdadeira felicidade.

Alma: Fazei-me, Senhor, esta graça, que me alegro muito de Vos ouvir.

Jesus Cristo: Procura, Filho, fazer antes a vontade de outrem que a tua. Contenta-te com o pouco e estima sempre o último lugar e gosta de ser inferior a todos. Deseja e pede sempre a Deus que se cumpra em ti inteiramente a Sua Vontade. Quem assim faz, está no caminho da paz e do descanso. Continue reading

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