Tag: paixão de cristo (page 1 of 13)

Sepultura do Salvador e Sua descida ao Limbo

Meditação para o Sábado Santo. Sepultura do Salvador e Sua descida ao Limbo

Meditação para o Sábado Santo

SUMARIO

Meditaremos nos dois grandes mistérios do dia, que professamos no símbolo dos Apóstolos: a sepultura do adorável corpo de Nosso Senhor e a descida de Sua santíssima alma ao limbo (1). Colheremos os ensinos que nos dá este dúplice mistério, e tomaremos a resolução:

1.° De nos prepararmos hoje com um especial fervor para a comunhão;

2.° De nos exercitarmos no espírito de humildade e de abnegação, que nos prega a sepultura de Nosso Senhor.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” – Mortui estis, et vita vestra abscondita est cum Christo in Deo (Cl 3, 3)

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Amor e Conversão

Meditação para a Sexta-feira Santa. Amor e Conversão

Meditação para a Sexta-feira Santa

SUMARIO

Destinaremos a nossa meditação a considerar a Sexta-feira Santa:

1.° Como um dia de amor;

2.° Como um dia de conversão.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De passarmos este santo dia no recolhimento de espírito e em frequentes aspirações de amor para com Jesus Cristo crucificado;

2.° De honrarmos a cruz com algumas pequenas mortificações, juntando-lhes o sacrifício que nos custar mais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“O amor de Jesus Cristo nos constrange, fazendo este juízo, que ele morreu por todos a fim de que também os que vivem, não vivam mais para si mesmos” – Charitas Christi urget nos… aestimantes hoc, quoniam… pro omnibus: mortuus est Christis: ut et qui vivunt, jam non sibi vivant (2Cor 5, 14-15)

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Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio

Meditação para a Quinta-feira Santa. Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio

Meditação para a Quinta-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos nos dois augustos mistérios que recorda esse santo dia, a saber:

1.° A instituição da Eucaristia;

2.º A instituição do Sacerdócio.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos a melhor comunhão do ano;

2.° De passarmos todo o dia com grandes sentimentos de reconhecimento para com Jesus Cristo, pela instituição da Eucaristia e do sacerdócio.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de um santo abade:

“Ó Deus, prodigo de vós mesmo, à força de amor para conosco” – O vere Deum, si decere fas est, prodigum sui, prae desiderio hominis! (Guereric., abbas, in Fest. Pent.)

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Jesus no Calvário

Meditação para a Quarta-feira Santa. Jesus no Calvário

Meditação para a Quarta-feira Santa

SUMARIO

Hoje na nossa oração, acompanharemos Jesus Cristo:

1.° Subindo ao Calvário;

2.° Quando ali O crucificam.

A meditação destes dous mistérios nos fará tomar a resolução:

1.° De suportarmos de boa vontade todas as penalidades da vida;

2.° De nos renovarmos no amor de Jesus crucificado.

O nosso ramalhete espiritual será esta palavra de um santo:

“O meu amor é crucificado”

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O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Inimigos

Meditação para a Terça-feira Santa. O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Inimigos

Meditação para a Terça-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos sobre o que Jesus sofreu dos Seus inimigos na Sua Paixão, e veremos:

1.° Os Seus tormentos;

2.° Os Seus opróbrios.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De aproveitarmos do coração todas as ocasiões de nos mortificarmos e de nos humilharmos;

2.° De renunciarmos de bom grado a toda a pretensão de orgulho e de amor-próprio, assim como a toda a busca de sensualidade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Armai-vos do pensamento do que padeceu Jesus na carne” – Christo igitur passo in carne, et vos eadem cogitatione armamini (1Pd 4, 1)

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O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Apóstolos

Meditação para a Segunda-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos sobre o que Jesus Cristo sofreu dos Seus Apóstolos na Sua Paixão, a saber:

1.° De Judas, que O traiu;

2.° De São Pedro, que O negou;

3.° Dos outros Apóstolos, que O abandonaram.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não nos fiarmos em nós mesmos e de confiarmos só em Deus;

2.° Se suportarmos com paciência todos os desgostos que nos dão as criaturas, até os nossos melhores amigos.

O nosso ramalhete espiritual será a queixa de Jó aplicada a Nosso Senhor:

“Os meus propínquos me desampararam” – Derelinquerunt me propinqui mei (Jó 19, 14)

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Entrada triunfante de Jesus em Jerusalém

Meditação para o Domingo de Ramos. Entrada triunfante de Jesus em Jerusalém

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 21, 1-9

Quando já se aproximavam de Jerusalém, chegaram a Betfagé, junto ao monte das Oliveiras. Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes:

«Ide à aldeia que está em frente de vós e logo encontrareis uma jumenta presa e com ela um jumentinho. Soltai-os e trazei-mos. E, se alguém vos disser alguma coisa, respondereis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá.’» Isto sucedeu para se cumprir o que fora anunciado pelo profeta:

Dizei à filha de Sião:
Aí vem o teu Rei, ao teu encontro,
manso e montado num jumentinho,
filho de uma jumenta.

Os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes ordenara. Trouxeram a jumenta e o jumentinho, puseram as suas capas sobre eles e Jesus sentou-se em cima. Uma grande multidão estendia as suas capas no caminho; outros cortavam ramos das árvores e espalhavam-nos pelo chão.

E todos, quer os que iam à sua frente, quer aqueles que o seguiam, diziam em altos brados:

Hossana ao Filho de David!
Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!
Hossana nas alturas!

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A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para o Sábado da Paixão. A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para o Sábado da Paixão

SUMARIO

Prosseguiremos nas nossas meditações sobre a cruz considerada como o grande livro que nos instrui; e veremos que ela nos ensina:

1.º A tomarmos um terno interesse em tudo o que respeita ao próximo;

2.° De nos separarmos de todo o espírito de egoísmo.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De buscarmos em todas as coisas a glória de Deus e o bem do próximo;

2.° De desapegarmos o nosso coração de tudo o mais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Julguei não saber coisa alguma entre nós senão a Jesus Cristo e este crucificado” – Non judicavi me acire aliquid inter vos, nisi Jesum Christum, et hunc crucifixum (1Cor 2, 2)

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As Dores de Nossa Senhora

Meditação para a Sexta-feira da Paixão. As Dores de Nossa Senhora

Meditação para a Sexta-feira da Paixão

SUMARIO

Meditaremos:

1.° Sobre as dores que padeceu Maria junto à cruz;

2.° Sobre as virtudes que ali pratica;

3.° Sobre as palavras que Jesus lhe dirige.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De honrarmos muitas vezes com piedosos suspiros as dores da Santíssima Virgem;

2.° De imitarmos hoje por algum ato particular a paciência, a humildade e o espírito de sacrifício, cujo exemplo nos oferece neste mistério;

3.° De agradecermos bem a Nosso Senhor de nos haver dado Maria por mãe.

O nosso ramalhete espiritual será a súplica da Igreja:

“Ó Mãe, fonte de amor, fazei-me sentir a força das vossas dores, para que chore convosco” – Eia, Mater, fons amortis, me sentire vim doloris fac, ut tecum lugeam

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Quanto nos ama Jesus Crucificado

Meditação para o Quarto Domingo da Paixão. Quanto nos ama Jesus Crucificado

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 8, 46-59:

46Quem de vós pode acusar-me de pecado? Se digo a verdade, porque não me acreditais? 47Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; vós não as escutais, porque não sois de Deus.»

48Os judeus replicaram-lhe: «Não temos nós razão ao dizer que és um samaritano e que tens demónio?» 49Respondeu Jesus: «Eu não tenho demónio. Eu honro o meu Pai, ao passo que vós me injuriais. 50Eu não procuro a minha glória; há alguém que a procura e faz justiça. 51Em verdade, em verdade vos digo: se alguém observar a minha palavra, nunca morrerá.» 52Disseram-lhe, então, os judeus: «Agora é que estamos certos de que tens demónio! Abraão morreu, os profetas também, e Tu dizes: ‘Se alguém observar a minha palavra, nunca experimentará a morte’? 53Porventura és Tu maior que o nosso pai Abraão, que morreu? E os profetas morreram também! Afinal, quem é que Tu pretendes ser?» 54Jesus respondeu:

«Se Eu me glorificar a mim mesmo, a minha glória nada valerá. Quem me glorifica é o meu Pai, de quem dizeis: ‘É o nosso Deus’; 55e, no entanto, não o conheceis. Eu é que o conheço; se dissesse que não o conhecia, seria como vós: um mentiroso. Mas Eu conheço-o e observo a sua palavra. 56Abraão, vosso pai, exultou pensando em ver o meu dia; viu-o e ficou feliz.»

57Disseram-lhe, então, os judeus: «Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão?» 58Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: antes de Abraão existir, Eu sou!»

59Então, agarraram em pedras para lhe atirarem. Mas Jesus escondeu-se e saiu do templo.

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