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Tag: oração

Os fins do Rosário

Meditação para 04 de Outubro: Os fins do Rosário

Obter o Socorro Divino

O Rosário, segundo o espírito de São Domingos e pelo desejo de Nossa Senhora, tem um duplo fim: — obter do céu a proteção e a graça por Maria, e, formar as almas na escola das virtudes que é a contemplação dos mistérios. É um brado de socorro ao céu e uma escola de virtudes. O primeiro movimento, diz Leão XIII, a atitude tradicional dos católicos nos perigos, e nas circunstâncias difíceis, foi sempre recorrer à Maria e se entregar em paz à sua maternal bondade. Esta piedade profunda e confiante na Rainha do céu, resplandece ainda mais quando se propaga o veneno das heresias, ou campeia a imoralidade, e os inimigos da fé parecem fazer periclitar a Igreja militante do Senhor. A história antiga, a história moderna, a história eclesiástica, relatam os votos, as orações públicas, e particulares, dirigidos à Mãe de Deus, e os socorros alcançados pela sua intercessão. A paz e a tranquilidade públicas, que Ela obteve do céu. Daí tantos e belos títulos com que A saúdam as nações cristãs: — Nossa Senhora Auxiliadora, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora da Consolação, Nossa Senhora dos Exércitos, Nossa Senhora da Paz! Entre estes títulos, porém, diz Leão XIII, enfim, há um que se impõe e que consagra e imortaliza os insignes benefícios de Maria à cristandade — é o de Rainha do Santíssimo Rosário (1).

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Das distrações e faltas de fervor na Oração

Meditação para a Oitava Quarta-feira depois de Pentecostes. Das distrações e faltas de fervor na Oração

Meditação para a Oitava Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre os dois principais obstáculos que se oferecem na oração: 1.° As distrações; 2.° As faltas de fervor, as desconsolações de espírito, a tibieza. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De ter uma vida mais contemplativa e isolada, que é o meio de estancar a fonte da maior parte das nossas distrações; 2.° De nunca desanimarmos, no estado de inaptidão em que nos acharmos, de orar, mas de nos conservarmos humilhados diante de Deus, admirando a sua bondade, que nos tolera e ama, apesar das nossas misérias. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Davi:

"Em terra deserta e sem caminho e sem água, me apresentei a vós, meu Deus" - In terra deserta, et invia, et inaquosa: sic sancto apparui tibi (Sl 62, 3)

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Método de Oração

Meditação para a Oitava Terça-feira depois de Pentecostes. Método de Oração

Meditação para a Oitava Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o método de orar, e veremos que ele consiste: 1.° Em nos penetrarmos bem do objeto da oração; 2.° Em examinarmos a nossa consciência sobre este objeto, e com um ato de contrição renunciamos aos defeitos que este exame nos descobrir; 3.° Em implorarmos a graça de Deus para bem cumprir o firme propósito incluído no ato de contrição. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De seguirmos nas nossas meditações este método tão simples; 2.° De nos lembrarmos muitas vezes no dia dos bons sentimentos e resoluções da oração. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Davi:

"Os meus olhos estão sempre elevados para o Senhor" - Oculi mei semper ad Dominum (Sl 24, 13)

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Excelência da Oração e Preparação

Meditação para a Oitava Segunda-feira depois de Pentecostes. Excelência da Oração e Preparação

Meditação para a Oitavo Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o exercício da oração, como devendo ser, depois do levantar da cama, sobre que meditamos sábado passado, a primeira coisa que façamos no dia; e veremos: 1.º A sua excelência; 2.º Como devemos preparar-nos para ela. — Tomaremos depois a resolução: 1.º De nunca omitirmos a nossa oração, e para isto de a fazermos logo depois do levantar da cama, porque retardá-la equivale muitas vezes a omiti-la; 2.º De nos prepararmos para ela com uma vida contemplativa, e principalmente com a determinação do objeto da nossa oração na véspera à tarde. O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Davi:

"Se a vossa lei não houvera sido a minha meditação: então de certo houvera eu perecido" - Nisi quod lex tua meditatio mea est, tunc forte periissem (Sl 118, 92)

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Jesus reza por nós na Missa

Jesus reza por nós na Missa

Capítulo III

Diz São João, o discípulo amado, que:

«Temos por advogado para com o Pai a Jesus Cristo, o Justo por excelência. E Ele mesmo é a Vítima de propiciação pelos nossos pecados»

Preciosa garantia da nossa salvação é esta de termos o filho de Deus, o próprio assessor do Pai, a intervir a nosso favor e a patrocinar a nossa causa. Mas onde e quando é que Nosso Senhor desempenha esta função? Ensina a Igreja, que não é apenas no Céu, mas também na terra.

«Cada vez que se oferece o Santo Sacrifício, diz o sábio Suarez, Nosso Senhor reza por aquele que o oferece e por aqueles por intenção de quem é oferecido»

Primeiro que tudo reza pelo Padre, pelos assistentes e por todos aqueles que o Padre e os assistentes têm em vista.

«Cristo sacrificado chama por Seu Pai e mostra-Lhe as Suas sagradas chagas a fim de comover o Seu coração e nos livrar das penas eternas»

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A Missa, culto de Oração

Meditação para a Terceira Sexta-feira depois de Pentecostes. A Missa, culto de Oração

Meditação para a Terceira Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Consideraremos a Missa como um sacrifício impetratório, isto é, um sacrifício de oração ou petição; e veremos, que efetivamente a Missa é: 1.° A mais excelente das orações; 2.° Uma oração, que pode tudo sobre o coração de Deus. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De fazermos melhor as nossas orações costumadas; 2.° De pedirmos muitas vezes a Deus o espírito de oração. O nosso ramalhete espiritual será a palavra do divino Mestre:

"Se vós pedirdes a meu Pai alguma coisa em meu nome, Ele vo-lo há de dar" - Si quid petieritis Patrem in nomine meo, dabit vobis (Jo 16, 23)

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Vantagens da Solidão Interior

Meditação para o Domingo na oitava da Ascensão

SUMARIO

Continuaremos as nossas meditações sobre a solidão interior, e consideraremos três das suas principais vantagens: 1.° Glorifica a Deus; 2.° Santifica-nos; 3.° Faz a nossa felicidade. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De nos unirmos muitas vezes do coração durante toda a semana com Maria e os Apóstolos recolhidos no Cenáculo; 2.° De vigiarmos sobre todos os movimentos da nossa imaginação, do nosso espírito e do nosso coração, para os reprimir de pronto e fortemente; 3.° De examinarmos a nossa alma em certos momentos prefixos, para ver se só Deus nela habita e reina plenamente. O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Imitação:

"Esvaziai bem vosso coração, para viver só com Deus" - Omnibus evacuatis et licentiatis, solus cum uniaris (III Imitação 8, 5)

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Defeitos das nossas Orações

Meditação para a Quarta-feira das Rogações. Defeitos das nossas Orações

Meditação para a Quarta-feira das Rogações

SUMARIO

Depois de termos meditado as qualidades da boa oração, meditaremos os defeitos que a viciam e a tornam ineficaz. Santo Agostinho indica-os em três palavras:

"Nós não pedimos a Deus o que devemos pedir; pedimo-lo mal; pedimo-lo com más disposições" - Petimus mala, petimus male, petimus mali

— Tomaremos depois a resolução: 1.° De nos prepararmos melhor para as nossas orações recolhendo-nos conosco antes de as começar, e penetrando-nos da grandeza do ato que vamos praticar; 2.° De orarmos muito mais pelos nossos interesses espirituais e eternos do que pelos interesses temporais. O nosso ramalhete espiritual será as três palavras da nossa meditação:

"Nós não pedimos a Deus o que devemos pedir; pedimo-lo mal; pedimo-lo com más disposições"

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Fervor e Perseverança na Oração

Meditação para a Terça-feira das Rogações. Fervor e Perseverança na Oração

Meditação para a Terça-feira das Rogações

SUMARIO

Meditaremos duas outras condições da boa oração, que são: 1.º O fervor; 2.° A perseverança. — Tomaremos depois a resolução: 1.° De apreciarmos melhor a excelência dos bens espirituais, que pedimos a Deus, e de acompanharmos por conseguinte as nossas petições com um maior desejo de sermos atendidos; 2.° De perseverarmos na oração, ainda quando não achemos gosto nela, ainda quando não obtenhamos o que pedimos. O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmista:

"O Senhor ouviu o desejo dos pobres" - Desiderium pauperum ex audivit Dominus (Sl 10; Hb 17)

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Fé e Confiança em Deus na Oração

Meditação para a Segunda-feira das Rogações. Fé e Confiança em Deus na Oração

Meditação para a Segunda-feira das Rogações

SUMARIO

Consideraremos a fé com que devemos acompanhar as nossas orações e meditaremos três razões desta fé, a saber: 1.° A excelência das perfeições divinas que a exigem; 2.° O preceito divino, que no-la impôs; 3.° As promessas que lhe são anexas. — Tomaremos depois a resolução: 1.º De dirigirmos as nossas orações a Deus com a fé e confiança de um filho, que fala a seu Pai; 2.° De pedirmos muitas vezes a Deus, que nos aumente essa fé. O nosso ramalhete espiritual será a oração dos Apóstolos a Nosso Senhor:

"Senhor, aumentai-nos a fé" - Domine, adange nobis fidem (Lc 17, 5)

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