Tag: oração (page 1 of 9)

Alavanca do Mundo

Meditação para o Dia 16 de Setembro

A alavanca do mundo é a oração, a oração confiante. Disse um sábio:

“Dai-me um ponto de apoio e levantarei o mundo. O que Arquimedes não pôde alcançar, foi plenamente alcançado pelos santos. O Todo Poderoso lhes deu um ponto de apoio: Ele próprio, e só Ele. Por alavanca, deu-lhes a oração, abrasada no fogo do Amor. E, assim providos, eles conseguiram levantar o mundo, do mesmo modo que os santos militantes o levantam hoje e continuarão a levantá-lo até a consumação dos séculos” (1)

Continue reading

Oração… Missões (Novembro, 1775)

17ª Carta Circular de Santo Afonso: Oração... Missões (Novembro, 1775)

Aos Padres e Irmãos da Congregação do Santíssimo Redentor

Nota: Santo Afonso, vendo os esforços que os inimigos fazem para aniquilar a Congregação, redobra suas recomendações aos frades; e, depois de algumas breves exortações à oração e ao amor a Jesus e Maria, entra de novo no assunto das missões.

Nocera, 4 de novembro de 1775.

Vivam Jesus, Maria e José!

Caríssimos Confrades. Redobrai de fervor em vossas orações, porque nossos adversários estão empregando todos os esforços para nos arruinar.

Quero dar-vos, primeiramente, alguns conselhos gerais. Continue reading

Sofrer e Perdoar

Meditação para o Dia 29 de Julho

Como é doce a paciência dos santos! Sabem sofrer e sabem perdoar! Um homem perverso e cruel atirou com violência uma pedra que foi ferir gravemente o santo e pobrezinho São Bento Labre. Inclinou-se humildemente o santo, tomou a pedra, beijou-a e colocou-a respeitosamente num muro do caminho. Prosseguiu a viagem a rezar todo o tempo pelo seu agressor. Que doçura e paciência! Isto é ser cristão, é ser verdadeiro discípulo de Jesus Cristo! Continue reading

Oração dos que Sofrem

Meditação para o Dia 18 de Julho

Do Journal et Pensées de chaque jour, daquela alma escolhida que foi Elizabete Leseur, aqui reproduzo, sem comentar, a edificante página de 18 de julho de1912. É a oração dos que sofrem, tão sublime e consoladora. Eis a transcrição:

“Meu Deus, deponho a Vossos pés o meu fardo de sofrimentos, de tristezas, de renúncias; ofereço tudo pelo Coração de Jesus e peço ao Vosso Amor que transforme estas provas em alegria e santidade para os que amo, em graça para as almas, em dons preciosos para Vossa Igreja. Neste abismo de acabrunhamento físico, desgostos e de cansaço moral, de trevas, em que me lançastes, deixai passar um raio de Vossa triunfante claridade! Ou melhor – porque as trevas de Getsêmani e do Calvário são fecundas – fazei que todo este mal sirva para o bem de todos. Ajudai-me a ocultar o despojamento interior e a pobreza espiritual sob a riqueza do sorriso e os esplendores da caridade. Quando a cruz se tornar mais pesada, ponde a Vossa doce Mão sob o fardo que Vós mesmo colocastes sobre meu corpo dolorido. Senhor, eu Vos adoro e ainda sou e serei sempre a Vossa devedora, porque, como Divino contrapeso aos meus sofrimentos, Vós me dais a Eucaristia do Céu. Aleluia!”

Continue reading

Repouso e Meditação

Capítulo 42. Repouso e Meditação - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
O HOMEM moderno seria muito mais feliz se reservasse um pouco de tempo para meditação. Como o profeta do Antigo Testamento dizia: «Paz, paz e não há paz, pois ninguém se concentra no seu coração», o Evangelho diz-nos que o nosso Divino Senhor se afastara das multidões para se dirigir ao deserto, onde orava. A Marta, que estava demasiado preocupada com os seus afazeres, disse o Mestre que apenas uma coisa era necessária. Uma vida de fé e de paz de alma apenas pode ser cultivada por meio de isolamento periódico dos cuidados do mundo.

Continue reading

“Teu irmão há de Ressuscitar”

Meditação para o Dia 18 de Junho

“Ora, Marta, tanto que ouviu que vinha Jesus saiu a recebê-lO. Maria, porém, ficara sentada em casa. Disse então Marta a Jesus: Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido; mas também agora sei que tudo o que pedires a Deus, Deus te concederá. Respondeu-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar.” (1)

Continue reading

A Sociedade e a Solidão

Parte III
Capítulo XXIV

Tanto procurar como fugir a convivência com os homens são dois extremos censuráveis na devoção, que deve regrar os deveres da vida social. O fugir é um sinal de orgulho e desprezo do próximo e o procurar é fonte de muitas coisas ociosas e inúteis. Cumpre amar ao próximo como a nós mesmos. Para demonstrar-lhe esse amor, não devemos fugir a sua companhia, e para patentear o amor que temos a nós mesmos devemos estar contentes, quando estamos sozinhos.

Pensai em vós mesmos, diz São Bernardo, e depois nos outros

Se nada te obriga a fazer ou receber visitas, fica contigo mesma e entretém-te com teu coração; mas, se algum motivo te impõe esses deveres, cumpre-os em nome de Deus, tratando o próximo com toda a amabilidade e caridade. Continue reading

Como se devem receber as Inspirações

Parte II
Capítulo XVIII

Por inspirações compreendemos todos os atrativos da graça, os bons movimentos do coração, os remorsos de consciência, as luzes sobrenaturais e em geral todas as bênçãos com que Deus visita o nosso coração, por Sua misericórdia amorosa e paternal, para acordar-nos da nossa sonolência ou para nos incitar à prática das virtudes ou para aumentar em nós o amor a Ele; numa palavra: para nos fazer procurar o que é de nosso interesse eterno.

É exatamente isso que o Esposo dos Cantares chama em termos místicos procurar a Esposa, bater-lhe à porta, falar-lhe ao Coração, acordá-la, fazê-la chamar por ele em sua ausência, convidá-la a comer o seu mel, a colher frutos e flores e a lhe falar. Continue reading

Outros Exercícios Públicos e Comuns de Devoção

Parte II
Capítulo XV

Nos domingos e dias de festa, que são dias consagrados a Deus por um culto mais particular e mais amplo, pensas muito bem, Filotéia, que te deves ocupar mais que de ordinário dos deveres de religião, e que, fora os outros exercícios, deves assistir ao ofício de manhã e à tarde, se o podes comodamente. Sentirás com muita doçura a piedade e podes crer a Santo Agostinho, que afirma em suas “Confissões” que, quando, no começo de sua conversão, assistia ao ofício divino, o seu coração se inundava de suavidade e seus olhos se arrasavam de lágrimas. Demais (direi uma vez por todas), tudo o que se faz na Igreja, publicamente, tem sempre maior valor e consolações do que o que se faz privadamente; porque Deus quer que no tocante a seu culto demos sempre a primazia à comunhão dos fiéis, de preferência a todas as devoções particulares.
Continue reading

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2018

«Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (Mt 24, 12)

Amados irmãos e irmãs!

Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão», que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.

Com a presente mensagem desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus:

«Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24, 12).

Continue reading

Older posts

© 2018 Rumo à Santidade

Theme by Anders NorenUp ↑