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A Trindade, encanto da Esperança e do Amor

Meditação para a Segunda-feira da Trindade. A Trindade, encanto da Esperança e do Amor

Meditação para a Segunda-feira da Trindade

SUMARIO

Consideraremos o Mistério da Santíssima Trindade:

1.° Como o encanto da esperança;

2.° Como o encanto do amor.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De repetirmos muitas vezes durante o dia esta aspiração: A Deus, um só em três Pessoas confiança e amor, e de acompanharmos todas as nossas orações deste dúplice sentimento, que tão bem merecem o Pai, o Filho e o Espírito Santo;

2.° De servirmos a Deus e de fazermos todas as nossas ações, não por espírito de temor, que é próprio dos escravos, mas por espírito de confiança e de amor, que convêm aos filhos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Deus não nos deu um espírito de pusilanimidade, mas de amor” – Non debit nobis Deus spiritum timoris, sed… dilectionis (2Tm 1, 7)

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A Ascensão

Meditação para a Quinta-feira. A Ascensão

Meditação para a Quinta-feira

SUMARIO

Na solenidade de hoje, tomaremos para os dois pontos da nossa meditação dois artigos do Símbolo:

1.º Jesus Cristo subiu ao céu;

2.° Está sentado na mão direita de Deus Pai Todo-Poderoso;

E veremos, que em um e outro mistério Jesus Cristo é, como sempre, todo amor por nós.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De elevarmos os nossos pensamentos e afetos ao céu, onde está Jesus Cristo, nosso advogado, nosso pontífice, nosso chefe; de não termos apego à terra e de só vivermos para o céu;

2.° De pormos toda a confiança no nosso medianeiro, que está nos céus.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Igreja:

“Os corações para o alto!” – Sursum corda!

E estas outras palavras do Apóstolo:

“Desejo ser desatado da carne e estar com Jesus Cristo” – Disiderium habens dissolvi, et esse cum Christo (Fl 1, 23)

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Maria Santíssima nossa Esperança

Meditação para o dia 25 de Maio. Maria Santíssima nossa Esperança

Meditação para o dia 25 de Maio

Motivo tem a Igreja em aplicar a Maria as palavras do Eclesiástico (24, 24), com as quais lhe chama a Mãe da santa esperança, Mãe que faz nascer em nós, não a esperança vã dos bens transitórios desta vida, mas a santa esperança dos bens imensos e eternos da vida bem-aventurada. Salve, esperança de minha alma, saudava-a Santo Efrém, salve, ó segura salvação dos cristãos, auxílio dos pecadores, defesa dos fiéis, salvação do mundo. Aqui pondera São Boaventura que, depois de Deus, outra esperança não temos senão Maria e por isso a invoca “como única esperança nossa depois de Deus”. Também é esta a convicção de Santo Efrém. Reflete o Santo sobre a presente ordem da Providência, com que Deus tem determinado (como diz São Bernardo e adiante nós demonstraremos largamente) que todos, que se hão de salvar, hajam de consegui-lo por meio de Maria. E diz-lhe então:

“Senhora não deixe de guardar-nos e de proteger-nos sob vosso manto, já que depois de Deus não temos outra esperança senão a vós”

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Os Sofrimentos e as Provações da Vida

Meditação para o 3º Domingo depois da Páscoa. Os Sofrimentos e as Provações da Vida

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João 16, 16-22

«Ainda um pouco, e deixareis de me ver; e um pouco mais, e por fim me vereis.» 17Disseram entre si alguns dos discípulos: «Que é isso que Ele nos diz: ‘Ainda um pouco, e deixareis de me ver, e um pouco mais, e por fim me vereis’? E também: ‘Eu vou para o Pai’?» 18Diziam, pois: «Que quer Ele dizer com isto: ‘Ainda um pouco’? Não sabemos o que Ele está a anunciar!»

19Jesus, percebendo que o queriam interrogar, disse-lhes: «Estais entre vós a inquirir acerca disto que Eu disse: ‘Ainda um pouco, e deixareis de me ver, e um pouco mais, e por fim me vereis’? 20Em verdade, em verdade vos digo: haveis de chorar e lamentar-vos, ao passo que o mundo há-de gozar. Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria! 21A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque chegou a sua hora; mas, quando deu à luz o menino, já não se lembra da sua aflição, com a alegria de ter vindo um homem ao mundo. 22Também vós vos sentis agora tristes, mas Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria.

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Maria última Esperança dos pecadores

Meditação para o dia 08 de Maio. Maria última Esperança dos pecadores

Meditação para o dia 08 de Maio

Diz São Tomás de Vilanova:

“Ó Maria, nós, miseráveis pecadores, não sabemos achar outro refúgio fora de vós. Sois nossa única esperança a quem confiamos a nossa salvação; perante Jesus Cristo sois nossa única advogada, a quem nos dirigimos”

Astro precursor do sol é Maria, nas revelações de Santa Brígida. Quer isto dizer: Quando em uma alma pecadora desponta a devoção a Maria, é sinal certo que dali a pouco Deus a virá enriquecer com a Sua graça. Para avivar nós pecadores a confiança na proteção de Maria, recorre o glorioso São Boaventura à imagem de um mar agitado pela tempestade. Continue reading

A Ressurreição, triunfo da Fé e da Esperança

Meditação para o Dia da Páscoa. A Ressurreição, triunfo da Fé e da Esperança

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos 16,

Passado o sábado, Maria de Magdala, Maria, mãe de Tiago, e Salomé compraram perfumes para ir embalsamá-lo. De manhã, ao nascer do sol, muito cedo, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro.

Diziam entre si: «Quem nos irá tirar a pedra da entrada do sepulcro?» Mas olharam e viram que a pedra tinha sido rolada para o lado; e era muito grande. Entrando no sepulcro, viram um jovem sentado à direita, vestido com uma túnica branca, e ficaram assustadas.

Ele disse-lhes: «Não vos assusteis! Buscais a Jesus de Nazaré, o crucificado? Ressuscitou; não está aqui. Vede o lugar onde o tinham depositado. Ide, pois, e dizei aos seus discípulos e a Pedro: ‘Ele precede-vos a caminho da Galileia; lá o vereis, como vos tinha dito’.»

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Jesus acalma a Tempestade

Meditação para o 4º Domingo depois da Epifania. Jesus acalma a Tempestade

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 8, 23-27

Depois subiu para o barco e os discípulos seguiram-no. Levantou-se, então, no mar, uma tempestade tão violenta, que as ondas cobriam o barco; entretanto, Jesus dormia. Aproximando-se dele, os discípulos despertaram-no, dizendo-lhe:

«Senhor, salva-nos, que perecemos!»

Disse-lhes Ele:

«Porque temeis, homens de pouca fé?»

Então, levantando-se, falou imperiosamente aos ventos e ao mar, e sobreveio uma grande calma.

Os homens, admirados, diziam:

«Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?»

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A Virtude da Esperança

Mês de Fevereiro: A Virtude da Esperança

Mês de Fevereiro: A Virtude da Esperança

Mês de Fevereiro

Breve introdução sobre a Esperança e o Apóstolo Patrono

Quoniam in me speravit, liberabo eum, protegam eum, quoniam cognovit nomen meum – Porquanto em mim esperou, livrá-lo-ei; protegê-lo-ei, porquanto conheceu o meu nome (Sl 90, 14)

A esperança é uma virtude sobrenatural, pela qual, firmados nas promessas de Deus, esperamos confiadamente a salvação eterna e todas as graças que necessitamos para consegui-la. Para nos persuadirmos de grande valor desta virtude e nos estimularmos à sua prática, consideremos os motivos, os objetos, as propriedades e os efeitos da esperança.

A nossa esperança de conseguir a salvação e os meios necessários para isto deve ser certa da parte de Deus. Os fundamentos desta certeza são o poder, misericórdia e fidelidade de Deus: mas destes três motivos de confiança, o mais firme e certo é a fidelidade infalível de Deus na promessa que nos fez, por causa dos méritos de Jesus Cristo, de nos salvar e conceder-nos as graças necessárias à salvação… Todavia esta promessa é condicional, pois exige, da nossa parte, que correspondamos à graça e oremos. Aquele que ora com certeza se salva.

Crê firmemente “que ninguém esperou no Senhor e foi confundido” (Eclo 2, 11). Pondera que Deus te ama mais do que tu a ti mesmo. Davi achava consolação no pensamento:

“O Senhor cuida de mim” (SI 39, 18)

Dize também tu ao Senhor:

Senhor, lanço-me nos Vossos braços; só quero pensar em amar-Vos e agradar-Vos; Vós não só desejais o meu bem, mas cuidais igualmente de mo assegurardes. Em Vós, pois, confio, porque quereis que ponha em Vós só toda a confiança: ‘Ponde no Senhor toda a vossa solicitude, porque ele tem cuidado de vós” (Pd 5, 7)

Para te firmares mais na confiança em Deus, lembra-te muitas vezes da maneira carinhosa com que te tratou até agora e dos meios compassivos de que usou para ganhar-lo a Seu amor. Agora que estás resolvido a amar a Deus quanto possível, deves temer unicamente mostrar pouca confiança no trato com Deus. Sua misericórdia para contigo é a mais segura prova de Seu amor. A falta de confiança naquelas almas que O amam ternamente e são por Ele amadas, O desagrada sumamente. Se queres, pois, agradar Seu amoroso coração, mostra-lhe então, no futuro, a maior e mais íntima confiança que te for possível.

Um ato especial de confiança, que agrada de um modo todo particular a Deus, consiste em lançar-se a Seus pés e pedir-Lhe perdão logo depois de se ter cometido uma falta. Pondera que Deus está tão inclinado a perdoar, que Ele deplora vivamente a desgraça do pecador que vive longe dEle, privado de Sua graça. Se caíres, pois, em algum pecado, eleva imediatamente teus olhos a Deus, espera confiadamente o perdão, e dize:

“Senhor, aquele a quem amais está doente” (Jo 11, 3)

“Curai a minha alma, porque contra Vós pequei” (SI 40, 5)

O mal está feito; que devo fazer? Não quereis que eu desespere; amais-me ainda, apesar de meu pecado. Arrependo-me de todo o coração de Vos ter desagradado; perdoai- me, pois, e fazei-me ouvir as palavras que dissestes a Madalena: “Teus pecados te são perdoados” (Lc 7, 48)

Ainda que recaias cem vezes no dia no mesmo pecado, não deves deixar de recorrer a Deus depois de cada queda. Se tua alma permanecer abatida e pusilânime, teu amor arrefecerá dentro em breve; se, porém, recorreres a Deus imediatamente pedindo-Lhe perdão e prometendo-Lhe emenda, tuas faltas te servirão para maior progresso no amor de Deus.

Apóstolo Patrono para o Mês de Fevereiro: Santo André.

Sumário
I. A sua natureza
II. Dos objetos da Esperança
III. Dos motivos da nossa Esperança
IV. Das propriedades de nossa Esperança
V. Dos Efeitos da Esperança
VI. A Esperança e o Redentor
VII. A Prática da Esperança
VIII. Orações para alcançar a Virtude do Mês

Mês de Janeiro: A Virtude da Esperança. Apóstolo Patrono: Santo André

Mês de Fevereiro: A Virtude da Esperança. Apóstolo Patrono: Santo André

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“Videbimus!”

Meditação para o Dia 18 de Dezembro

Um religioso da Ordem de São Domingos, ao exorcizar um possesso, perguntou ao demônio em que lugar queria ele habitar. O demônio respondeu pela boca do possesso:

“Quisera estar no Céu, para gozar a visão de Deus. Eu só vi um instante a Sua Face Adorável e, para obter segunda vez esse favor e gozar ainda, um instante só, a mesma felicidade, aceitaria tudo, tudo o que sofreram todos os demônios reunidos, desde o começo e até o último dia do Juízo”

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A Mãe da Santa Esperança

Meditação para o Dia 08 de Dezembro

Mãe da santa esperança, e esperança até dos desesperados, é Maria Santíssima, cuja Imaculada Conceição celebra hoje, entre os esplendores da Liturgia, a Santa Igreja de Deus!

Tota pulchra es Maria – “Toda bela sois, Maria”

Et macula originalis non est in te – “E a mancha do pecado não existe em Vós”

Assim canta hoje a prece litúrgica. E, para consolo nosso, acrescenta:

Tu Advocata peccatorum, ora pro nobis, interce pro nobis ad Dominum – “Vós, advogada dos pecadores, rogai por nós, intercedei por nós”

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