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Da Amabilidade Cristã

Meditação para o Vigésimo Segundo Sábado depois de Pentecostes. Da Amabilidade Cristã

Meditação para o Vigésimo Segundo Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Continuaremos a estudar a amabilidade cristã em Nosso Senhor, e veremos quanto Ele foi amável:

1.° Na vida doméstica;

2.° Para com os inferiores e aflitos;

3.° Para com os que tem defeitos;

4.° Para com os seus inimigos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos mostrarmos sempre amáveis e atenciosos na vida doméstica;

2.° De acolhermos sempre cordialmente os meninos, os pobres e os aflitos;

3.° De opormos somente a bondade e caridade aos defeitos e erros dos outros.

O nosso ramalhete espiritual serà a palavra do Apóstolo:

“Em tudo procuro agradar a todos, não buscando o que me é de proveito, senão o de muitos – Per omnia omnibus placeo, non quaerens quod mihi utile, est, sed quod multis (1Cor 10, 33).

Sede nisto meus imitadores, bem como eu também o sou de Jesus Cristo” – Imitatores mei estote, sicut et ego Christi (1Cor 11, 1)

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A Caridade é sempre Amável

Meditação para a Vigésima Segunda Sexta-feira depois de Pentecostes. A Caridade é sempre Amável

Meditação para a Vigésima Segunda Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o oitavo caractere da caridade, que é a amabilidade cristã; e para formarmos dela uma exata ideia, a estudaremos no mesmo Jesus Cristo, nosso adorável modelo; e veremos quanto foi amável:

1.° Pelo seu gênio;

2.° Pelas suas obras;

3.° Pelas suas palavras.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De tratarmos toda a gente com urbanidade, sem nunca praticarmos uma só ação, nem dizermos uma só palavra contrárias à mais apurada polidez;

2.° De vigiarmos muito em particular o nosso gênio, para reprimirmos os seus ímpetos.

O nosso ramalhete espiritual serà a palavra do livro da Sabedoria:

“O sábio faz-se amável pelas suas palavras” – Sapiens in verbis seipsum amabilem facit (Ecl 20, 13)

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A Caridade é sempre Benévola

Meditação para a Vigésima Segunda Quinta-feira depois de Pentecostes. A Caridade é sempre Benévola

Meditação para a Vigésima Segunda Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre outro caractere da caridade, que é a benevolência, e veremos:

1.° Em que consiste esta benevolência;

2.° As razões que nos obrigam a ser benévolos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De procurarmos fazer a felicidade de todos os que nos cercam, e agradar sempre ao próximo;

2.° De nos abnegarmos a nós mesmos a ponto de nos alegrarmos com os que estão alegres, e de entristecermo-nos com os que estão tristes.

O nosso ramalhete espiritual serà a palavra do Apóstolo:

“Cada um procure agradar ao seu próximo no que é bom” – Unusquisque… proximo suo placeat in bonum (Rm 15, 2)

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A Caridade não pensa nem fala mal do Próximo

Meditação para a Vigésima Segunda Quarta-feira depois de Pentecostes. A Caridade não pensa nem fala mal do Próximo

Meditação para a Vigésima Segunda Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o sexto caractere da caridade cristã, que é a indulgência; e veremos:

1.° Que nunca devemos pensar mal do próximo, a menos que esse mal não seja notório;

2.° Que nunca devemos falar mal dele, a menos que o mal não seja conhecido ou não haja uma razão de utilidade em o dizer.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De termos para com o próximo uma indulgência que nos leve a pensar sempre bem dele, e a não o criticar e censurar;

2.° De nunca dizermos coisa alguma que ofenda a caridade, ou que não quiséramos que dissessem de nós.

O nosso ramalhete espiritual serà a palavra de São Tiago:

“Se alguém não tropeça em qualquer palavra, este é varão perfeito” – Si quis in verbo non offendit, hic perfectus est vir (Zc 3, 2)

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A Caridade é Compassiva

Meditação para a Vigésima Segunda Terça-feira depois de Pentecostes. A Caridade é Compassiva

Meditação para a Vigésima Segunda Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o quinto caractere da caridade, que é ser terna e compassiva; e veremos:

1.° Quanto este caractere é essencial à caridade;

2.° Quanto a dureza, que é o vício oposto, lhe é contrária.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos compadecermos de todos os aflitos e de os consolarmos ou alegrarmos do melhor modo que pudermos;

2.° De evitarmos as palavras ríspidas, o exterior severo e altivo, e de mostrarmos, ao contrário, para com todos um semblante alegre e benévolo, maneiras agradáveis e cordiais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Revesti-vos para com todos de entranhas de misericórdia, de benignidade, de humildade, de modéstia, de paciência” – Induite vos… viscera misericordiae, benignitatem, humilitatem, modestiam, patientiam (Col 3, 12)

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A Caridade sacrifica-se até mesmo pelos Inimigos

Meditação para a Vigésima Segunda Segunda-feira depois de Pentecostes. A Caridade sacrifica-se até mesmo pelos Inimigos

Meditação para a Vigésima Segunda Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre dois outros caracteres da Caridade, que são:

1.° Sacrificar-se pelo próximo;

2.° Até pelos próprios inimigos.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca recusarmos ao próximo os serviços que pudermos prestar-lhe, ainda quando nos custem sacrifícios;

2.° De perdoarmos todo o mal que nos fizerem, a ponto de não guardarmos e menor ressentimento disso, e de nos reconciliarmos o mais cedo possível.

O nosso ramalhete espiritual serà a palavra do Apóstolo:

“A caridade não busca os seus próprios interesses, não se irrita” – Charitas non quaerit quae sua sunt, non irritatur (1Cor 13, 5)

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A Paciência

Meditação para o 22º Domingo depois do Pentecostes. A Paciência

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 22, 15-21

Naquele tempo, 15 os fariseus reuniram-se para combinar como o haviam de surpreender nas suas próprias palavras. 16Enviaram-lhe os seus discípulos, acompanhados dos partidários de Herodes, a dizer-lhe: «Mestre, sabemos que és sincero e que ensinas o caminho de Deus segundo a verdade, sem te deixares influenciar por ninguém, pois não olhas à condição das pessoas. 17Diz-nos, portanto, o teu parecer: É lícito ou não pagar o imposto a César?»

18Mas Jesus, conhecendo-lhes a malícia, retorquiu: «Porque me tentais, hipócritas? 19Mostrai-me a moeda do imposto.» Eles apresentaram-lhe um denário. 20Perguntou: «De quem é esta imagem e esta inscrição?» 21«De César» – responderam. Disse-lhes então: «Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.»

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A verdadeira Caridade é Benigna

Meditação para a Vigésima Primeira Sexta-feira depois de Pentecostes. A verdadeira Caridade é Benigna

Meditação para a Vigésima Primeira Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o segundo carácter da caridade, que é a mansidão; e veremos que é um dever:

1.º Para com Deus;

2.° Para com o próximo;

3.° Para conosco conservarmo-nos sempre mansos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De reprimirmos os nossos movimentos de impaciência e de ira; de nunca obrarmos nem falarmos dominados pela emoção, e de esperarmos que estejamos sossegados;

2.° De procurarmos ter para com todos um aspecto benigno, um acolhimento cordial e afável.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Convém que o servo do Senhor seja manso para com todos” – Servum Domini non oportet litigare, sed mansuetum esse ad omnes (2Tm 2, 24)

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Ainda sobre a Conformidade com a Vontade de Deus

Meditação para o Décimo Oitavo Sábado depois de Pentecostes. Ainda sobre a Conformidade com a Vontade de Deus

Meditação para o Décimo Oitavo Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Continuaremos as nossas meditações sobre a conformidade com a vontade de Deus, e veremos:

1.° Que esta conformidade é o resumo de todas as virtudes;

2.° Que é o mais alto grau de perfeição.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca nos queixarmos dos males ou contratempos que nos sobrevierem, e de os recebermos em paz, como vindos da poderosa mão do Deus;

2.º De bendizermos a Deus, tanto na adversidade como na prosperidade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Jó:

“O Senhor m’o deu, o Senhor m’o tirou, bendito seja o nome do Senhor” – Dominus dedit, Dominus abstulit… sit nomen Domini benedictum (Jó 1, 21)

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Do amor de Benevolência

Meditação para a Décima Oitava Quinta-feira depois de Pentecostes. Do amor de Benevolência

Meditação para a Décima Oitava Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Depois de termos meditado sobre o amor de complacência ou de santa alegria, que excita na alma a contemplação das perfeições divinas, meditaremos sobre o amor de benevolência, que é um segundo efeito do amor de Deus no coração; e veremos:

1.° Em que consiste este amor;

2.° Qual deve ser a sua prática.

— Tomaremos depois a resolução :

1.° De promovermos em toda a ocasião a glória de Deus e da sua religião, da sua Igreja, e do seu culto;

2 Todas as vezes que virmos ou ouvirmos ofender a Deus, de Lhe fazermos reparação por isso com atos de amor.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Elias:

“Eu me consumo de zelo por vós, Senhor Deus dos exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o vosso pacto” – Zelo zelatus sum pro Domino Deo exercitum, quia dereliquerunt pactum tuum filii Israel (1 Rs 19, 10)

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