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Amar, meio de fazer bem todas as coisas

Meditação para a Sétima Quinta-feira depois de Pentecostes. Amar, meio de fazer bem todas as coisas

Meditação para a Sétima Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Consideraremos na nossa meditação, que amar é o meio de fazer bem todas as coisas:

1.° Porque o amor inspira o desejo e a vontade disso;

2.° Porque a isso nos anima;

3.° Porque faz achar nisso prazer e mérito.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De obrarmos por amor, dizendo gostosamente a Deus, a cada ação:

Tudo por amor de Vós, tudo para Vos agradar, ó meu Deus!

2.° De nos animarmos ao que é mais perfeito, lembrando-nos que é o mais agradável a Deus.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Santo Agostinho:

“Fazei o que o amor vos inspirar” – Ama, et fac quod vis

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A Missa, culto de submissão prestado a Deus

Meditação para a Terceira Terça-feira depois de Pentecostes. A Missa, culto de submissão prestado a Deus

Meditação para a Terceira Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

O culto de latria, que tributamos a Deus pelo Santo Sacrifício, e ao qual devemos unir-nos, junta à suma estima e ao profundo respeito para com Deus uma completa submissão ao Seu supremo domínio. Veremos, portanto:

1.° Como Jesus, no Santo Sacrifício tributa esta submissão a Seu Pai;

2.º Como nós mesmos devemos ser em tudo perfeitamente submissos ao supremo domínio de Deus.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De nos conservarmos sempre em uma humildade e amorosa submissão a todas as ordens da Providência;

2.º De sacrificarmos com alegria, até nas coisas que nos custam mais, a nossa própria vontade ao supremo domínio e à vontade de Deus.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do grande sacerdote Eli, sabendo da morte de seus dois filhos e do desastre do seu povo:

“Deus é o Senhor: faça o que for agradável a seus olhos” – Dominus est: quod bonum est in oculis suis faciat (1Sm 3, 18)

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Amor devido à Eucaristia

Amor devido à Eucaristia

Meditação para a Quinta-feira na oitava do Santíssimo Sacramento

SUMARIO

Meditaremos o nosso segundo dever para com a Eucaristia, que é amá-la; e consideraremos:

1.º Quanto Jesus na Eucaristia merece todo o nosso amor;

2.° Como havemos de mostrar-Lhe este amor

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De formarmos muitas vezes, até no meio das nossas ocupações, aspirações de amor para com Jesus sacramentado;

2.° De Lhe oferecermos todas as nossas ações com espírito de reconhecimento e de amor.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra da Igreja:

“Quem não amará aquele que nos ama tanto?” – Sic nos amantem quis non redamaret?

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A Eucaristia, Glória e Tesouro do Cristão

Meditação para a Segunda-feira na oitava do Santíssimo Sacramento. A Eucaristia, Glória e Tesouro do Cristão

Meditação para a Segunda-feira na oitava do Santíssimo Sacramento

SUMARIO

Consideraremos a Eucaristia:

1.° Como a glória do cristão;

2.° Como um tesouro.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos afeiçoarmos cada vez mais à sagrada Eucaristia, como ao mais precioso objeto que possamos amar cá na terra;

2.º De Lhe mostrarmos este amor, visitando-A muitas vezes com grande devoção, pensando com frequência nEla até no meio das nossas ocupações.

Conservaremos como ramalhete espiritual as palavras do Apóstolo:

“Cheguemo-nos confiadamente ao trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e de achar graça para sermos socorridos em tempo oportuno” – Adeamus cum fiducia ad thronum gratiae, ut misericordiam consequamur et gratiam inveniamus in auxilio opportuno (Hb 4, 16)

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A Eucaristia, modelo dos nossos deveres para com o Próximo e para Conosco

Meditação para o 2º Domingo depois do Pentecostes. A Eucaristia, modelo dos nossos deveres para com o Próximo e para Conosco

Meditação para o 2º Domingo depois do Pentecostes

SUMARIO

Depois de termos visto como a vida perfeita de Jesus Cristo na Eucaristia nos ensina os nossos deveres para com Deus, veremos como ela nos ensina os nossos deveres:

1.° Para com o próximo;

2.° Para conosco.

— Tomaremos a resolução:

1.° De imitarmos, nas nossas relações com o próximo, a caridade, a mansidão e a paciência de Jesus no Santíssimo Sacramento;

2.° De nos aproximarmos o mais possível de Seu espírito de mortificação o e de humildade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Nosso Senhor:

“Dei-vos o exemplo, para que, como eu fiz, assim façais vós também” – Exemplum dedi vobis, ut quemadmodum ego feci vobis, ita et vos faciatis (Jo 13, 15)

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A Trindade, encanto da Esperança e do Amor

Meditação para a Segunda-feira da Trindade. A Trindade, encanto da Esperança e do Amor

Meditação para a Segunda-feira da Trindade

SUMARIO

Consideraremos o Mistério da Santíssima Trindade:

1.° Como o encanto da esperança;

2.° Como o encanto do amor.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De repetirmos muitas vezes durante o dia esta aspiração: A Deus, um só em três Pessoas confiança e amor, e de acompanharmos todas as nossas orações deste dúplice sentimento, que tão bem merecem o Pai, o Filho e o Espírito Santo;

2.° De servirmos a Deus e de fazermos todas as nossas ações, não por espírito de temor, que é próprio dos escravos, mas por espírito de confiança e de amor, que convêm aos filhos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Deus não nos deu um espírito de pusilanimidade, mas de amor” – Non debit nobis Deus spiritum timoris, sed… dilectionis (2Tm 1, 7)

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Maria Santíssima nos Ama

Meditação para o dia 24 de Maio. Maria Santíssima nos Ama

Meditação para o dia 24 de Maio

Maria não pode deixar de amar-nos

Se, pois, Maria é nossa Mãe, consideremos quanto ela nos ama. O amor dos pais, para com os filhos é um amor necessário. E esta é a razão, adverte Santo Tomás, por que, pondo a divina lei preceito aos filhos de amarem os pais, não pôs preceito expresso aos pais de amarem os filhos. Pois o amor aos próprios filhos é amor com tanta força imposto pela mesma natureza, que as mesmas feras mais cruéis, como disse Santo Ambrósio, não pode deixar de amá-los.

Contam os naturalistas que até o tigre, ouvindo a voz dos filhos capturados pelos caçadores, se lança ao mar e vai nadando até ao navio em que os levam. Se, pois, diz nossa Mãe terníssima, nem os próprios tigres se esquecem de sua prole, como poderei eu esquecer-me de meus filhos? Continue reading

Obrigação de O Estudar e de O Conhecer

Meditação para a Quarta-feira da 2ª Semana depois da Páscoa. Obrigação de O Estudar e de O Conhecer

Meditação para a Quarta-feira da 2ª Semana depois da Páscoa

SUMARIO

Depois de termos visto nas nossas precedentes orações tudo o que faz por nós Jesus, como Bom Pastor, meditaremos agora sobre o que nós devemos fazer por Ele, como ovelhas do Seu aprisco. Devemos antes que tudo conhecê-lO: As minhas ovelhas me conhecem, diz Ele. Este conhecimento é-nos:

1.° Absolutamente necessário;

2.° Infinitamente útil. Dois pontos que farão o objeto da nossa meditação;

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De estudarmos a vida de Jesus Cristo, lendo muitas vezes os Evangelhos, principalmente o de São João, historiador dos seus mais íntimos pensamentos, e as Epístolas de São Paulo, que nos descobrem os seus mais admiráveis segredos;

2 De nos lembrarmos frequentes vezes nas nossas meditações da vida deste divino Salvador, e de Lhe rogarmos que se digne dar-se-nos a conhecer.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra que o Bom Pastor disse das Suas ovelhas:

“As minhas ovelhas me conhecem” – Congnoscunt me meae (Jo 10, 14)

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Amor e Conversão

Meditação para a Sexta-feira Santa. Amor e Conversão

Meditação para a Sexta-feira Santa

SUMARIO

Destinaremos a nossa meditação a considerar a Sexta-feira Santa:

1.° Como um dia de amor;

2.° Como um dia de conversão.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De passarmos este santo dia no recolhimento de espírito e em frequentes aspirações de amor para com Jesus Cristo crucificado;

2.° De honrarmos a cruz com algumas pequenas mortificações, juntando-lhes o sacrifício que nos custar mais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“O amor de Jesus Cristo nos constrange, fazendo este juízo, que ele morreu por todos a fim de que também os que vivem, não vivam mais para si mesmos” – Charitas Christi urget nos… aestimantes hoc, quoniam… pro omnibus: mortuus est Christis: ut et qui vivunt, jam non sibi vivant (2Cor 5, 14-15)

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A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para a Quinta-feira da Paixão. A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para a Quinta-feira da Paixão

SUMARIO

Consideraremos a cruz como um sagrado púlpito, onde Jesus Cristo nos ensina:

1.° A conhecermos Deus;

2.° A conhecermo-nos a nós mesmos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De conservarmos em nós um grande respeito para com Deus e Suas infinitas perfeições, e de lh’O manifestarmos com a nossa profunda devoção na oração e no lugar santo;

2.º De aborrecermos todo o pecado, e de tomarmos a peito a salvação da nossa alma.

O nosso ramalhete espiritual será a oração de Santo Agostinho:

“Senhor, conheça-Vos eu para Vos amar; conheça-me eu para me odiar” – Domine, noverim te, noverim me: noverim te ut amem te; noverim me ut oderim me

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