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Frequentar a Sociedade

Meditação para o 16º Domingo depois do Pentecostes. Frequentar a Sociedade

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas 14, 1-11

Naquele tempo, 1 tendo entrado Jesus, a um sábado, em casa de um dos principais fariseus para comer uma refeição, todos o observavam. 2Achava-se ali, diante dele, um hidrópico.

3Jesus, dirigindo a palavra aos doutores da Lei e fariseus, disse-lhes: «É permitido ou não curar ao sábado?» 4Mas eles ficaram calados.

Tomando-o, então, pela mão, curou-o e mandou-o embora. 5Depois, disse-lhes: «Qual de vós, se o seu filho ou o seu boi cair a um poço, 6não o irá logo retirar em dia de sábado?» E a isto não puderam replicar.

7Observando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, disse-lhes esta parábola:

8«Quando fores convidado para um banquete, não ocupes o primeiro lugar; não suceda que tenha sido convidado alguém mais digno do que tu, 9venha o que vos convidou, a ti e ao outro, e te diga: ‘Cede o teu lugar a este.’ Ficarias envergonhado e passarias a ocupar o último lugar.

101Mas, quando fores convidado, senta-te no último lugar; e assim, quando vier o que te convidou, há-de dizer-te: ‘Amigo, vem mais para cima.’ Então, isto será uma honra para ti, aos olhos de todos os que estiverem contigo à mesa. 11Porque todo aquele que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado.»

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Regras que devemos observar nas Visitas

Meditação para a Nona Sexta-feira depois de Pentecostes. Regras que devemos observar nas Visitas

Meditação para a Nona Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Continuaremos a meditar sobre as visitas, e estudaremos as regras que devem observar-se antes delas, durante elas e depois delas.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos todas as nossas visitas com um espírito cristão, com o fim de agradar só a Deus;

2.° De nelas nos guardarmos de dizer ou fazer coisa alguma que cheire a espírito do mundo.

Conservaremos como ramalhete espiritual a palavra, com que Nosso Senhor nos diz o objeto de sua visita a este mundo:

“Vim para terem vida, e para a terem em maior abundância” – Veni ut vitam habeant, et abundantius habeant (Jo 10, 10)

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Perigo das Visitas

Meditação para a Nona Quinta-feira depois de Pentecostes. Perigo das Visitas

Meditação para a Nona Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre as visitas que fazemos uns aos outros na sociedade, e estudaremos os seus três principais perigos:

1.° As intenções raras vezes são cristãs;

2.° Os pecados nelas são frequentes;

3.° Corre-se o perigo de perder nelas todo o espírito cristão.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não fazermos senão as visitas que exige o decoro; de as abreviarmos quanto possível, e de pormos a nossa felicidade na vida doméstica;

2.° De nos acautelarmos, nas visitas indispensáveis, dos perigos que provêm de frequentar a sociedade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de um antigo filósofo:

“Todas as vezes que estive entre os homens, voltei menos homem” – Quoties inter homines fui, minor homo redii (Sêneca)

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Absurdos sem limites numa sociedade que se tornou absurda

Dom Henrique Soares da Costa

Por Dom Henrique Soares da Costa

Escrevi há algum tempo… Escreveria de novo, cada palavra:

Aonde vamos? Até onde chegará a vulgaridade da nossa sociedade de consumo, que tudo consome e extingue de moral, de respeitabilidade, de senso de vergonha, de pudor, de limite que constrói e amadurece, de tudo quanto aprendemos dos nossos antepassados que era justo, reto, belo, louvável, digno?

Eis a sociedade ocidental: perdeu sua matriz geradora, a fé cristã. Foi o cristianismo a principal seiva a alimentar a consciência do Ocidente, foi a fé cristã a raiz que sustentou nossa civilização e deu-lhe em grande medida os parâmetros morais que a fez valorizar a dignidade da pessoa, o sentido da liberdade, a compaixão e a responsabilidade em favor dos mais fracos, a dignidade da mulher, o valor do corpo, etc. É esta moral que vai desaparecendo na sociedade ocidental pós-cristã, agora moribunda e irremediavelmente condenada à morte em seus valores.

Assim, tudo se pode esperar de deriva, de confusão moral, de leviandade, de inversão de valores! Pode alguém não concordar, mas afirmo: não se mantém a longo a moralidade de um povo se se elimina sua matriz religiosa. Ocidente ateu, Ocidente em franca decadência moral! Continue reading

A Vida: imenso dom de um Amor sem fim

Dom Henrique Soares da Costa

Por Dom Henrique Soares da Costa

Recentemente li que muitas mulheres estão congelando seus óvulos até que encontrem seu parceiro ideal ou até que se realizem profissionalmente. Então, sim, engravidarão.

É o ser humano que, tornando-se seu próprio deus, dono de si mesmo sem de si mesmo ser dono, termina por vilipendiar o próprio ser humano. Para quem crê, todos os seres merecem nosso respeito e, de modo particular, o ser humano, imagem de Deus! Continue reading

Moralidade de Espirro

Capítulo 52. Moralidade de Espirro - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
ENTRE muitos pensadores superficiais de nossos dias, há tendência para ensinar que todo o ato humano é um reflexo sobre o qual não podemos ter domínio. Desejariam classificar a ação generosa como não digna de mais apreço que o pestanejar, o crime como não mais voluntário que um espirro. Esses falsos pensadores julgam que o homem está «condicionado» a agir desta ou daquela maneira, sem liberdade de eleição nem responsabilidade pelas suas boas ou más ações. Afirmam que o crime e o pecado são causados por falta de campos de jogos, ou por um traumatismo de infância, que transformou a vítima em «criança difícil» e a impediu, para sempre, de se «adaptar» à realidade e às suas exigências. Continue reading

Incitamento à Vida Interior

Capítulo 51. Incitamento à Vida Interior - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
UM pai deu a seu filho um jogo de paciência, constituído por recortes do mundo, e disse-lhe que os recompusesse. O rapaz acabou por formar o mapa do mundo num espaço de tempo extraordinariamente breve. Quando o pai, admirado, lhe perguntou como é que ele o tinha conseguido, o rapaz respondeu:

«Havia a figura de um homem do outro lado; quando reuni devidamente as peças relativas ao homem, aquele saiu perfeito»

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Sangue, Suor e Lágrimas

Capítulo 27. Sangue, Suor e Lágrimas - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
RECENTEMENTE, uma mulher, em assembleia de propaganda eleitoral, propôs a um político importante esta questão:

«Por que é que os nossos dirigentes políticos nunca falam de sangue, suor, lágrimas e sacrifício, mas somente de quanto darão aos fazendeiros, aos industriais e aos sindicatos se forem eleitos?»

O político, respondendo, citou outro político, mas deu a impressão de não ter atingido o profundo significado da pergunta da mulher. Continue reading

Cristãos num mundo descrente


Por Dom Henrique Soares da Costa

A Igreja precisa sempre se converter, sim. Mas, não ao mundo pagão. A conversão da Igreja deverá ser sempre mais a Cristo, com todas as Suas exigências! Somente assim ela será sal e luz.

Não são uma doutrina e uma moral feitas sob medida para o mundo que prestarão um serviço à humanidade! Uma Igreja sob medida não serveria para mais nada a não ser para ser jogada fora e pisada pelos homens! A verdade é Cristo – e é o homem quem deve converter-se a Ele, não Ele ao homem. Continue reading

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