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Da Comunhão Frequente

Meditação para a Quinta Segunda-feira depois de Pentecostes. Da Comunhão Frequente

Meditação para a Quinta Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre a comunhão frequente, e veremos:

1.° Que a comunhão frequente, fervorosa, é um grande bem;

2.° Que a comunhão frequente, tíbia, é um grande mal.

— Tomaremos a resolução:

1.° De vivermos tão santamente, que possamos comungar muitas vezes;

2.° De vigiarmos sobre nós depois das nossas comunhões, para tirarmos bom proveito delas. O nosso ramalhete espiritual será as palavras de Santo Agostinho:

“Vivei de modo que mereçais comungar todos os dias” – Si vive, ut quotidie merearis accipere

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Da Ação de Graças depois da Comunhão

Meditação para o Quarto Sábado depois de Pentecostes. Da Ação de Graças depois da Comunhão

Meditação para o Quarto Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos:

1.° A importância da Ação de Graças depois da Comunhão;

2.° O modo de a fazer.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos com a maior exatidão e perfeição a nossa Ação de Graças;

2.º De lembrarmos muitas vezes, durante o dia, da Comunhão da manhã, dos bons sentimentos, que formamos de viver mais santamente.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmista:

Que darei eu em retribuição ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito no só benefício da Comunhão?” – Quid retribuam Domino pro omnibus quae retribuit mihi? (Sl 115, 3)

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Disposição para a Comunhão

Meditação para a Quarta Sexta-feira depois de Pentecostes. Disposição para a Comunhão

Meditação para a Quarta Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre as três disposições com que devemos comungar, a saber:

1.° Uma humildade cheia de respeito;

2.° Um amor cheio de confiança;

3.° Um grande desejo de nos unirmos a Nosso Senhor.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De formarmos em nós estas santas disposições antes da comunhão e durante ela;

2.° De as conservarmos e aperfeiçoarmos, todos os dias na nossa alma.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Santo Tomás:

“Coisa admirável! O Senhor dá-Se em alimento ao Seu pobre e humilde servo” – O res mirabilis! Manducat Dominum pauper servus et humilis (Ofício de Santo Tomás)

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Preparação para a Comunhão

Meditação para a Quarta Quinta-feira depois de Pentecostes. Preparação para a Comunhão

Meditação para a Quarta Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Consideraremos, em um primeiro ponto, quão importante é, que nos preparemos bem para a comunhão, e no segundo ponto a maneira de nos prepararmos para ela.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos prepararmos melhor para as nossas comunhões do que o temos feito até ao presente;

2.° De nos animarmos todos os dias a ter uma vida mais santa, para poder melhor comungar.

Conservaremos como ramalhete espiritual as palavras do profeta Amós:

“Preparai-vos para sair ao encontro do vosso Deus” – Praeparare in occursum Dei tui (Am 4, 12)

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Comunhão Sacramental e Espiritual

Meditação para a Quarta Quarta-feira depois de Pentecostes. Comunhão Sacramental e Espiritual

Meditação para a Quarta Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos:

1.° Sobre a Comunhão Sacramental;

2.° Sobre a Comunhão Espiritual.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos renovarmos no amor da Sagrada Comunhão;

2.° De comungarmos espiritualmente todos os dias e até várias vezes no dia.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Salmista:

“Preparaste-me uma mesa diante de mim contra aqueles que me atribulam” – Parasti in conspectu meo mensam adversus eos qui tribulant me (Sl 12, 5)

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Meditação para a Solenidade de Corpus Christi

Dom Henrique Soares da Costa

Por Dom Henrique Soares da Costa

“Hoje a Igreja te convida:/ o Pão vivo que dá Vida/ vem com ela celebrar”.

Eis, caríssimos Irmãos, o sentido desta hodierna Solenidade: celebrar com a Igreja, celebrar como Igreja o Cristo, Pão vivo, Pão vivente, que nos dá a Vida divina, Vida que é o próprio Santo Espírito!

Nunca esqueçamos: no santíssimo Sacramento da Eucaristia, o próprio Senhor Jesus Cristo, imolado e ressuscitado, está realmente presente nas aparências do pão e do vinho, cheio de Espírito Santo, Espírito de Ressurreição, a ponto de a Escritura exclamar:

“O Senhor é o Espírito!” (2Cor 3,17)

Pois bem: quem comunga com o Corpo e Sangue do Senhor, recebe a Vida Eterna, isto é, o Espírito Santo, que nos cristifica, nos preparando para a Vida imperecível na Glória! Continue reading

Como se deve Comungar

Parte II
Capítulo XXI

Começa já na véspera do dia da comunhão a te preparar com repetidas aspirações do amor divino e deita-te mais cedo que de costume, para te levantares também mais cedo. Se acordas durante a noite, santifica esses momentos por algumas palavras devotas ou por um sentimento que impregne tua alma da felicidade de receber o divino Esposo; enquanto dormes, Ele está velando sobre o teu coração e preparando as graças que te quer dar em abundância, se te achar devidamente preparada. Levanta-te de manhã com este fervor e alegria que uma tal esperança te deve inspirar, e depois da confissão aproxima-te com uma grande confiança e profunda humildade da mesa sagrada, para receber este alimento celeste, que te comunicará a imortalidade. Depois de pronunciares as palavras: Senhor, eu não sou digno, etc., já não deves mover a cabeça ou os lábios para rezar ou suspirar; mas, abrindo um pouco a boca e elevando a cabeça de modo que o padre possa ver o que faz, estende um pouco a língua e recebe com fé, esperança e caridade aquele que é de tudo isso ao mesmo tempo o princípio, o objeto, o motivo e o fim. Continue reading

Festa da Expectação do Nascimento

Meditação para o Dia 18 de Dezembro

1. A Santíssima Virgem teve o mais vivo desejo de ver nascido e de tomar em seus braços Aquele a quem milagrosamente concebera. Tens tão vivo desejo da Santa Comunhão, na qual tão estreitamente te unes a Deus? Faltando agora poucos dias para o Natal, prepara-te com verdadeiro fervor para receber o Senhor, que há de vir espiritualmente, e, se o quiseres, também sacramentalmente ao teu coração. À tua preparação corresponderá a paz prometida ao número as outras graças. Continue reading

A Santa Comunhão pelos Mortos

Santa Comunhão e as Almas do Purgatório

Depois da Santa Missa…

Meditação para o dia 13 de Novembro

Sim, depois da Santa Missa, não há sufrágio melhor e mais poderoso para socorrer as pobres almas que a Santa Comunhão. Escreveu São Boaventura:

“Que a caridade te leve a comungar, porque nada há tão eficaz para proporcionar descanso aos que padecem no purgatório”

É verdade que a Eucaristia como alimento espiritual é destinada aos vivos. É o cibus viatorum — alimento dos viajores, no expressivo e belo dizer da Liturgia. Tem por fim sustentar a alma na peregrinação terrena, fortificá-la na luta contra os inimigos. Como pode ser um auxílio e sufragar os mortos? Discutiram os teólogos esta questão, mas todos estão de acordo que muito mérito e muitas obras boas faz quem recebe o Corpo de Cristo e esta união íntima da alma com seu Deus a torna mais agradável e mais poderosa para interceder pelos mortos, e torna a Comunhão um dos mais poderosos e úteis sufrágios depois da Santa Missa. Dizia Tobias:

“Põe o teu pão e o teu vinho sobre a sepultura do justo”

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Apêndice

Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
Não leu o capítulo anterior? Leia agora mesmo: “A Comunhão”

I. O culto da Divina Eucaristia

Que culto é devido à Divina Eucaristia?

É-lhe devido o culto chamado de latria, ou seja, culto de adoração, que é o culto do próprio Deus.

A Santa Igreja distingue três cultos, conforme o tríplice objeto a que cada um destes cultos se dirige:

1. Culto de adoração, ou latria, que é próprio da Divindade.
2. Culto de veneração ou dulia, com que se honram os amigos de Deus — os Santos.
3. Culto de super-veneração, ou hiperdulia, com que se honra Aquela que é Mãe de Deus, portanto mais digna que todos os Santos e amigos de Deus.

Ora, se buscarmos nesta tríplice forma de culto a que convém ao Santíssimo Sacramento, somos forçados a concluir que lhe convém o culto de latria, pois este Sacramento encerra substancialmente o próprio Deus-Homem, Jesus Cristo.

O Concílio de Trento definiu que Cristo Deus-Homem pode ser adorado, mesmo sob as espécies sacramentais de pão e de vinho (Dez. 888).

E com tanto mais razão merece Ele aqui as nossas homenagens, pois este Sacramento exibe a maior prova do amor divino para conosco. Continue reading

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