
O químico Liebig (18O3-1873), numa conferência pública, profligou o desvirtuamento das ciências naturais que sonham a negação de Deus. Ele escreve (A Química e sua Aplicação):“Vi passar o eterno, o infinito, o onisciente e onipotente Deus, e fiquei estarrecido em pasmo”.
“Em verdade, somente reconhecerá a infinita sabedoria do Criador, aquele que realmente faz questão de extrair seus pensamentos do grande livro a que chamamos natureza.”