Categoria: Meditações Diárias (page 1 of 51)

Jesus no Calvário

Meditação para a Quarta-feira Santa. Jesus no Calvário

Meditação para a Quarta-feira Santa

SUMARIO

Hoje na nossa oração, acompanharemos Jesus Cristo:

1.° Subindo ao Calvário;

2.° Quando ali O crucificam.

A meditação destes dous mistérios nos fará tomar a resolução:

1.° De suportarmos de boa vontade todas as penalidades da vida;

2.° De nos renovarmos no amor de Jesus crucificado.

O nosso ramalhete espiritual será esta palavra de um santo:

“O meu amor é crucificado”

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O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Inimigos

Meditação para a Terça-feira Santa. O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Inimigos

Meditação para a Terça-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos sobre o que Jesus sofreu dos Seus inimigos na Sua Paixão, e veremos:

1.° Os Seus tormentos;

2.° Os Seus opróbrios.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De aproveitarmos do coração todas as ocasiões de nos mortificarmos e de nos humilharmos;

2.° De renunciarmos de bom grado a toda a pretensão de orgulho e de amor-próprio, assim como a toda a busca de sensualidade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Armai-vos do pensamento do que padeceu Jesus na carne” – Christo igitur passo in carne, et vos eadem cogitatione armamini (1Pd 4, 1)

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O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Apóstolos

Meditação para a Segunda-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos sobre o que Jesus Cristo sofreu dos Seus Apóstolos na Sua Paixão, a saber:

1.° De Judas, que O traiu;

2.° De São Pedro, que O negou;

3.° Dos outros Apóstolos, que O abandonaram.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não nos fiarmos em nós mesmos e de confiarmos só em Deus;

2.° Se suportarmos com paciência todos os desgostos que nos dão as criaturas, até os nossos melhores amigos.

O nosso ramalhete espiritual será a queixa de Jó aplicada a Nosso Senhor:

“Os meus propínquos me desampararam” – Derelinquerunt me propinqui mei (Jó 19, 14)

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Entrada triunfante de Jesus em Jerusalém

Meditação para o Domingo de Ramos. Entrada triunfante de Jesus em Jerusalém

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 21, 1-9

Quando já se aproximavam de Jerusalém, chegaram a Betfagé, junto ao monte das Oliveiras. Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes:

«Ide à aldeia que está em frente de vós e logo encontrareis uma jumenta presa e com ela um jumentinho. Soltai-os e trazei-mos. E, se alguém vos disser alguma coisa, respondereis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá.’» Isto sucedeu para se cumprir o que fora anunciado pelo profeta:

Dizei à filha de Sião:
Aí vem o teu Rei, ao teu encontro,
manso e montado num jumentinho,
filho de uma jumenta.

Os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes ordenara. Trouxeram a jumenta e o jumentinho, puseram as suas capas sobre eles e Jesus sentou-se em cima. Uma grande multidão estendia as suas capas no caminho; outros cortavam ramos das árvores e espalhavam-nos pelo chão.

E todos, quer os que iam à sua frente, quer aqueles que o seguiam, diziam em altos brados:

Hossana ao Filho de David!
Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor!
Hossana nas alturas!

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A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para o Sábado da Paixão. A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para o Sábado da Paixão

SUMARIO

Prosseguiremos nas nossas meditações sobre a cruz considerada como o grande livro que nos instrui; e veremos que ela nos ensina:

1.º A tomarmos um terno interesse em tudo o que respeita ao próximo;

2.° De nos separarmos de todo o espírito de egoísmo.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De buscarmos em todas as coisas a glória de Deus e o bem do próximo;

2.° De desapegarmos o nosso coração de tudo o mais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Julguei não saber coisa alguma entre nós senão a Jesus Cristo e este crucificado” – Non judicavi me acire aliquid inter vos, nisi Jesum Christum, et hunc crucifixum (1Cor 2, 2)

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As Dores de Nossa Senhora

Meditação para a Sexta-feira da Paixão. As Dores de Nossa Senhora

Meditação para a Sexta-feira da Paixão

SUMARIO

Meditaremos:

1.° Sobre as dores que padeceu Maria junto à cruz;

2.° Sobre as virtudes que ali pratica;

3.° Sobre as palavras que Jesus lhe dirige.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De honrarmos muitas vezes com piedosos suspiros as dores da Santíssima Virgem;

2.° De imitarmos hoje por algum ato particular a paciência, a humildade e o espírito de sacrifício, cujo exemplo nos oferece neste mistério;

3.° De agradecermos bem a Nosso Senhor de nos haver dado Maria por mãe.

O nosso ramalhete espiritual será a súplica da Igreja:

“Ó Mãe, fonte de amor, fazei-me sentir a força das vossas dores, para que chore convosco” – Eia, Mater, fons amortis, me sentire vim doloris fac, ut tecum lugeam

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A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para a Quinta-feira da Paixão. A Cruz, Ciência do Cristão

Meditação para a Quinta-feira da Paixão

SUMARIO

Consideraremos a cruz como um sagrado púlpito, onde Jesus Cristo nos ensina:

1.° A conhecermos Deus;

2.° A conhecermo-nos a nós mesmos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De conservarmos em nós um grande respeito para com Deus e Suas infinitas perfeições, e de lh’O manifestarmos com a nossa profunda devoção na oração e no lugar santo;

2.º De aborrecermos todo o pecado, e de tomarmos a peito a salvação da nossa alma.

O nosso ramalhete espiritual será a oração de Santo Agostinho:

“Senhor, conheça-Vos eu para Vos amar; conheça-me eu para me odiar” – Domine, noverim te, noverim me: noverim te ut amem te; noverim me ut oderim me

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A Cruz, Força e Glória do Cristão

Meditação para a Quarta-feira da Paixão. A Cruz, Força e Glória do Cristão

Meditação para a Quarta-feira da Paixão

SUMARIO

Consideraremos que devemos amar a cruz, porque achamos nela:

1.° A nossa fortaleza;

2.º A nossa glória.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De nos lembrarmos da cruz nas nossas fraquezas ou nos nossos desalentos, para nos animarmos;

2.° De não fazermos caso da vanglória do mundo, e de nos afeiçoarmos unicamente à sólida glória da cruz.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Nunca Deus permitia que eu me glorie senão na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” – Mihi absit gloriari, nisi in cruce Domini nostri Jesu Christi (Gl 6, 14)

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A Cruz, Salvação e Consolação do Cristão

Meditação para a Terça-feira da Paixão. A Cruz, Salvação e Consolação do Cristão

Meditação para a Terça-feira da Paixão

SUMARIO

Meditaremos quanto devemos amar a cruz:

1.º Porque é a nossa salvação;

2.° Porque é a nossa consolação nas penalidades da vida.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos conservarmos habitualmente pelo pensamento ao pé da cruz durante estes santos dias e de a beijarmos muitas vezes;

2.° De recorrermos à cruz em todas as nossas tribulações.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Estou encravado com Cristo na cruz” – Christo confixus sum cruci (Gl 2, 19)

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Quanto devemos amar Jesus Crucificado

Meditação para a Segunda-feira da Paixão. Quanto devemos amar Jesus Crucificado

Meditação para a Segunda-feira da Paixão

SUMARIO

Depois de termos meditado quanto nos amou Jesus Crucificado, meditaremos agora quanto nós mesmos devemos amá-lO; e veremos que devemos amá-lO:

1.º Com um amor penitente, lembrando-nos do passado;

2.º Com um amor generoso e fervoroso quanto ao presente e ao futuro.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De dirigirmos frequentes vezes no dia piedosos suspiros de amor a Jesus padecendo e morrendo por nós;

2.º De fazermos todas as nossas ações por amor para com Ele, e de darmos, neste intuito, a cada uma dessas ações toda a perfeição de que formos capazes.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Cristo morreu por todos a fim de que todos vivamos para ele” – Pro omnibus mortuus est Christus: ut qui vivunt, jam non sibi vivant, sed ei qui pro ipsis mortuus est (2Cor 5, 15)

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