
À MEDIDA que o mundo se amolece, usa cada vez mais a palavra
compaixão. Isto seria uma característica digna de apreço, se a compaixão fosse bem entendida. Mas, muitas vezes, por compaixão significasse não incomodar aquele que transgride a lei natural ou divina, ou que atraiçoa a sua pátria.
Esta compaixão é sentimentalismo, não é virtude, visto que justifica que o filho mate o pai, porque este é
«demasiado velho». Para se furtar à imputabilidade da culpa, chamam eutanásia àquilo que é realmente um assassinato.