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Sepultura do Salvador e Sua descida ao Limbo

Meditação para o Sábado Santo. Sepultura do Salvador e Sua descida ao Limbo

Meditação para o Sábado Santo

SUMARIO

Meditaremos nos dois grandes mistérios do dia, que professamos no símbolo dos Apóstolos: a sepultura do adorável corpo de Nosso Senhor e a descida de Sua santíssima alma ao limbo (1). Colheremos os ensinos que nos dá este dúplice mistério, e tomaremos a resolução:

1.° De nos prepararmos hoje com um especial fervor para a comunhão;

2.° De nos exercitarmos no espírito de humildade e de abnegação, que nos prega a sepultura de Nosso Senhor.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” – Mortui estis, et vita vestra abscondita est cum Christo in Deo (Cl 3, 3)

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Amor e Conversão

Meditação para a Sexta-feira Santa. Amor e Conversão

Meditação para a Sexta-feira Santa

SUMARIO

Destinaremos a nossa meditação a considerar a Sexta-feira Santa:

1.° Como um dia de amor;

2.° Como um dia de conversão.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De passarmos este santo dia no recolhimento de espírito e em frequentes aspirações de amor para com Jesus Cristo crucificado;

2.° De honrarmos a cruz com algumas pequenas mortificações, juntando-lhes o sacrifício que nos custar mais.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“O amor de Jesus Cristo nos constrange, fazendo este juízo, que ele morreu por todos a fim de que também os que vivem, não vivam mais para si mesmos” – Charitas Christi urget nos… aestimantes hoc, quoniam… pro omnibus: mortuus est Christis: ut et qui vivunt, jam non sibi vivant (2Cor 5, 14-15)

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Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio

Meditação para a Quinta-feira Santa. Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio

Meditação para a Quinta-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos nos dois augustos mistérios que recorda esse santo dia, a saber:

1.° A instituição da Eucaristia;

2.º A instituição do Sacerdócio.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos a melhor comunhão do ano;

2.° De passarmos todo o dia com grandes sentimentos de reconhecimento para com Jesus Cristo, pela instituição da Eucaristia e do sacerdócio.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de um santo abade:

“Ó Deus, prodigo de vós mesmo, à força de amor para conosco” – O vere Deum, si decere fas est, prodigum sui, prae desiderio hominis! (Guereric., abbas, in Fest. Pent.)

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Jesus no Calvário

Meditação para a Quarta-feira Santa. Jesus no Calvário

Meditação para a Quarta-feira Santa

SUMARIO

Hoje na nossa oração, acompanharemos Jesus Cristo:

1.° Subindo ao Calvário;

2.° Quando ali O crucificam.

A meditação destes dous mistérios nos fará tomar a resolução:

1.° De suportarmos de boa vontade todas as penalidades da vida;

2.° De nos renovarmos no amor de Jesus crucificado.

O nosso ramalhete espiritual será esta palavra de um santo:

“O meu amor é crucificado”

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O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Inimigos

Meditação para a Terça-feira Santa. O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Inimigos

Meditação para a Terça-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos sobre o que Jesus sofreu dos Seus inimigos na Sua Paixão, e veremos:

1.° Os Seus tormentos;

2.° Os Seus opróbrios.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De aproveitarmos do coração todas as ocasiões de nos mortificarmos e de nos humilharmos;

2.° De renunciarmos de bom grado a toda a pretensão de orgulho e de amor-próprio, assim como a toda a busca de sensualidade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Armai-vos do pensamento do que padeceu Jesus na carne” – Christo igitur passo in carne, et vos eadem cogitatione armamini (1Pd 4, 1)

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O que Jesus Cristo sofreu dos Seus Apóstolos

Meditação para a Segunda-feira Santa

SUMARIO

Meditaremos sobre o que Jesus Cristo sofreu dos Seus Apóstolos na Sua Paixão, a saber:

1.° De Judas, que O traiu;

2.° De São Pedro, que O negou;

3.° Dos outros Apóstolos, que O abandonaram.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De não nos fiarmos em nós mesmos e de confiarmos só em Deus;

2.° Se suportarmos com paciência todos os desgostos que nos dão as criaturas, até os nossos melhores amigos.

O nosso ramalhete espiritual será a queixa de Jó aplicada a Nosso Senhor:

“Os meus propínquos me desampararam” – Derelinquerunt me propinqui mei (Jó 19, 14)

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Devoção aos Cravos e à Lança da Paixão

Meditação para a Sexta-feira da Primeira Semana da Quaresma. Devoção aos Cravos e à Lança da Paixão

Meditação para a Sexta-feira da Primeira Semana da Quaresma

SUMARIO

Em conformidade com a liturgia romana, meditaremos:

1.° Nos cravos que fixaram Jesus na cruz;

2.° Na lança que abriu o Seu sagrado lado.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos frequentes atos de amor para com Jesus Crucificado, e de não Lhe recusarmos nenhum sacrifício;

2.° De nos excitarmos a este amor, beijando muitas vezes os pés, as mãos e o sagrado lado do nosso crucifixo, que nos recordam as chagas feitas pelos cravos e pela lança no corpo do Salvador.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“A caridade de Jesus Cristo nos constrange” – Caritas Christus urget (2Cor 5, 14)

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Jesus coroado de Espinhos

Meditação para a Sexta-feira da Quinquagésima. Jesus coroado de Espinhos

Meditação para a Sexta-feira da Quinquagésima

SUMARIO

Conformando-nos com o espírito da Igreja, meditaremos sobre a coroação de espinhos, e admiraremos neste mistério:

1.° Um mistério de dor e de humilhação;

2.° Um precioso ensino para a salvação.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De aceitarmos de boa vontade as mortificações e humilhações que sobrevierem;

2.° De fazermos muitas vezes atos de contrição por causa da nossa sensualidade e do nosso amor-próprio.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Bernardo:

“Envergonhemo-nos de ser um membro delicado debaixo de uma cabeça coroada de espinhos” – Pudeat sub spinato capite membrum fieri delicatum (Serm. V, in Fest, omn. SS. n.º 9)

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Você tem realmente confiado no Senhor?

Dom Henrique Soares da Costa
Reze o Salmo 119/118,113-120
Agora, medite, pensando em Jesus, em Is 50,4-11

4«O Senhor Deus ensinou-me o que devo dizer, para saber dar palavras de alento aos desanimados. Cada manhã desperta os meus ouvidos, para que eu aprenda como os dis­cípulos. 5O Senhor Deus abriu-me os ou­vidos, e eu não resisti, nem recusei. 6Aos que me batiam apresentei as espáduas, e a face aos que me arrancavam a barba; não desviei o meu rosto dos que me ultrajavam e cuspiam. 7Mas o Senhor Deus veio em meu auxílio; por isso não sentia os ultrajes. Endureci o meu rosto como uma pedra, pois sabia que não ficaria enver­gonhado. 😯 meu defensor está junto de mim. Quem ousará levantar-me um pro­­­­­cesso? Compareçamos juntos diante do juiz! Apresente-se quem tiver qualquer coisa contra mim. 9O Senhor Deus vem em meu au­xílio; quem ousará condenar-me? Cairão todos esfrangalhados, como roupa velha, roída pela traça.»

10Quem de entre vós teme o Se­nhor e escuta a voz do seu servo? Mesmo que caminhe nas trevas, privado de luz, confie no nome do Senhor e firme-se sobre o seu Deus. 11Mas quanto a vós, que ateais o fogo, que preparais setas incendiárias, caireis nas chamas do vosso pró­prio fogo, por entre as setas que inflamas­tes. Assim vos tratará a minha mão, e haveis de jazer nos vossos tor­mentos.

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Ele é o Salvador de todos, o Redentor do mundo!

Dom Henrique Soares da Costa
Reze o Salmo 119/118,105-112
Agora, medite, pensando em Jesus, em Is 49,1-9

1«Ouvi-me, habitantes das ilhas, prestai atenção, povos de longe. Quando ainda estava no ventre materno, o Senhor chamou-me, quando ainda estava no seio da minha mãe, pronunciou o meu nome. 2Fez da minha palavra uma es­pada afiada, escondeu-me na concha da sua mão. Fez da minha mensagem uma seta penetrante, guardou-me na sua aljava. 3Disse-me: «Israel, tu és o meu servo, em ti serei glorificado.» 4Eu dizia a mim mesmo: «Em vão me cansei, em vento e em nada gastei as mi­nhas forças.» Porém, o meu direito está nas mãos do Senhor, e no meu Deus a minha recom­pensa. 5E agora o Senhor declara-me que me formou desde o ventre ma­­terno, para ser o seu servo, para lhe reconduzir Jacob e para lhe congregar Israel. Assim me honrou o Senhor. O meu Deus tornou-se a minha força. 6Disse-me: «Não basta que sejas meu servo, só para restaurares as tribos de Jacob e reunires os sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti luz das nações, para que a minha salvação che­gue até aos confins da terra.»

7Eis o que diz o Senhor, o redentor e Deus santo de Is­rael, ao desprezado e abandonado pe­las gentes, ao escravo dos tiranos: «Os reis hão-de levantar-se ao ver-te, os príncipes se prostrarão, porque o Senhor é fiel, porque o Santo de Israel te esco­lheu.» 8Eis o que diz o Senhor: «Eu respondi-te no tempo da graça e socorri-te no dia da salvação. Defendi-te e designei-te como aliança do povo, para restaurares o país e repartires as heranças devas­tadas, 9para dizeres aos prisioneiros: ‘Saí da prisão!’ E aos que estão nas trevas: ‘Vin­de à luz!’ Ao longo dos caminhos encon­tra­rão que comer, e em todas as dunas arranjarão alimento.

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