Tag: santidade (page 1 of 31)

Perda do Tempo

Meditação para o Oitava Sábado depois de Pentecostes. Perda do Tempo

Meditação para o Oitavo Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Destinaremos a nossa meditação em considerar seis modos de perder o tempo a fim de evitar tão grande perda.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca estarmos ociosos, e de nos ocuparmos sempre em alguma coisa útil à salvação;

2.º De santificarmos as nossas ações, ainda as mais comuns, como a comida, o descanso, o trabalho, e o mesmo dormir, com a pura intenção de agradar a Deus.

O nosso ramalhete espiritual será o conselho dos nossos livros santos:

“Não deixeis passar uma partezinha do tempo que Deus vos concedeu” – Particula boni doni non te praetereat (Ecl 14, 11)

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Das distrações e faltas de fervor na Oração

Meditação para a Oitava Quarta-feira depois de Pentecostes. Das distrações e faltas de fervor na Oração

Meditação para a Oitava Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre os dois principais obstáculos que se oferecem na oração:

1.° As distrações;

2.° As faltas de fervor, as desconsolações de espírito, a tibieza.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De ter uma vida mais contemplativa e isolada, que é o meio de estancar a fonte da maior parte das nossas distrações;

2.° De nunca desanimarmos, no estado de inaptidão em que nos acharmos, de orar, mas de nos conservarmos humilhados diante de Deus, admirando a sua bondade, que nos tolera e ama, apesar das nossas misérias.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Davi:

“Em terra deserta e sem caminho e sem água, me apresentei a vós, meu Deus” – In terra deserta, et invia, et inaquosa: sic sancto apparui tibi (Sl 62, 3)

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Método de Oração

Meditação para a Oitava Terça-feira depois de Pentecostes. Método de Oração

Meditação para a Oitava Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o método de orar, e veremos que ele consiste:

1.° Em nos penetrarmos bem do objeto da oração;

2.° Em examinarmos a nossa consciência sobre este objeto, e com um ato de contrição renunciamos aos defeitos que este exame nos descobrir;

3.° Em implorarmos a graça de Deus para bem cumprir o firme propósito incluído no ato de contrição.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De seguirmos nas nossas meditações este método tão simples;

2.° De nos lembrarmos muitas vezes no dia dos bons sentimentos e resoluções da oração.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Davi:

“Os meus olhos estão sempre elevados para o Senhor” – Oculi mei semper ad Dominum (Sl 24, 13)

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Excelência da Oração e Preparação

Meditação para a Oitava Segunda-feira depois de Pentecostes. Excelência da Oração e Preparação

Meditação para a Oitavo Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre o exercício da oração, como devendo ser, depois do levantar da cama, sobre que meditamos sábado passado, a primeira coisa que façamos no dia; e veremos:

1.º A sua excelência;

2.º Como devemos preparar-nos para ela.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De nunca omitirmos a nossa oração, e para isto de a fazermos logo depois do levantar da cama, porque retardá-la equivale muitas vezes a omiti-la;

2.º De nos prepararmos para ela com uma vida contemplativa, e principalmente com a determinação do objeto da nossa oração na véspera à tarde.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Davi:

“Se a vossa lei não houvera sido a minha meditação: então de certo houvera eu perecido” – Nisi quod lex tua meditatio mea est, tunc forte periissem (Sl 118, 92)

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O Levantar da Cama

Meditação para o Sétima Sábado depois de Pentecostes. O Levantar da Cama

Meditação para o Sétimo Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Trataremos das ações particulares, que nos prescreve a nossa regra de vida. Começaremos pela ação de levantar da cama, que é a primeira do dia, e veremos:

1.° A importância de a fazer bem;

2.º A maneira de a fazer bem.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos erguermos da cama sempre na hora determinada e de pronto;

2.° De acompanhar esta ação com modéstia, com espírito de piedade, e principalmente com a preparação do objeto da nossa oração.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São João Crisóstomo.

“Dai ao Senhor as primícias do vosso dia; ele será todo daquele que o ocupar primeiro” – Domino primitias diei tuœ; erit enim tota illius qui prior occupaverit (São João Clímaco, gr. 26, num. 103)

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Amar, meio de fazer bem todas as coisas

Meditação para a Sétima Quinta-feira depois de Pentecostes. Amar, meio de fazer bem todas as coisas

Meditação para a Sétima Quinta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Consideraremos na nossa meditação, que amar é o meio de fazer bem todas as coisas:

1.° Porque o amor inspira o desejo e a vontade disso;

2.° Porque a isso nos anima;

3.° Porque faz achar nisso prazer e mérito.

— Tomaremos depois a resolução:

1.º De obrarmos por amor, dizendo gostosamente a Deus, a cada ação:

Tudo por amor de Vós, tudo para Vos agradar, ó meu Deus!

2.° De nos animarmos ao que é mais perfeito, lembrando-nos que é o mais agradável a Deus.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Santo Agostinho:

“Fazei o que o amor vos inspirar” – Ama, et fac quod vis

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Fazer cada ação pensando no Juízo Final, na Vida Eterna e na Morte Eterna

Meditação para a Sétima Quarta-feira depois de Pentecostes. Fazer cada ação pensando no Juízo Final, na Vida Eterna e na Morte Eterna

Meditação para a Sétima Quarta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos dois outros meios de fazer bem todas as coisas; o primeiro é o pensamento do Juízo Final; o segundo é o pensamento da Vida Eterna ou da Morte Eterna.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De perguntarmos muitas vezes a nós mesmos:

Que dirá Deus, no último juízo, acerca desta ação, desta oração, desta conversação, do emprego deste dia, desta confissão, desta comunhão?

2.º De dizermos muitas vezes conosco para nos animarmos a obrar o bem e a evitar o mal:

Ó céu, quão desejável és! Ó inferno, quão, tremendo és!

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Paulo:

“Depois disto o juízo” – Post hoc autem judicium (Hb 9, 27)

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Fazer cada ação como se tivesse de ser a última da vida

Meditação para a Sétima Terça-feira depois de Pentecostes. Fazer cada ação como se tivesse de ser a última da vida

Meditação para a Sétima Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre outro meio de fazer bem as nossas ações, que é fazer cada uma delas como se tivesse de ser a última da nossa vida; e veremos:

1.° Que nada há mais prudente;

2.º Nada há mais útil.

— Tomaremos a resolução:

1.° De perguntarmos a nós mesmos, antes de cada ação, segundo o conselho de São Bernardo:

Se tivesses de morrer depois desta ação, a farias tu, e como a farias?

2.º De nos conservarmos sempre no estado, em que quiséramos achar-nos na hora da morte.

O nosso ramalhete será a palavra de São Bernardo:

“Se tivesses de morrer dentro em poucos instantes, farias isto ou aquilo?” – Si modo moriturus esses, an hoc vel istud faceres?

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Da Ação Presente e do Dia Presente

Meditação para a Sétima Segunda-feira depois de Pentecostes. Da Ação Presente e do Dia Presente

Meditação para a Sétima Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre dois outros meios de fazer bem as nossas ações. O primeiro é não pensar, quando se obra, senão na ação que se faz; o segundo é não nos preocuparmos senão do dia presente.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De concentrar sobre a ação, que nos ocupa, toda a nossa inteligência e aplicação para fazer o melhor possível;

2.° De nos propormos cada dia viver santamente até à noite.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de um antigo:

“Quem pensa em muitas coisas ao mesmo tempo não faz tão bem cada uma delas” – Pluribus intentus minor est ad singula sensus

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As Boas Obras

Meditação para o 7º Domingo depois do Pentecostes. As Boas Obras

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 7, 15-

Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: «Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. 16Pelos seus frutos, os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? 17Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. 18A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má, dar bons frutos. 19Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. 20Pelos frutos, pois, os conhecereis.»

21«Nem todo o que me diz: ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino do Céu, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está no Céu.

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