Tag: ociosidade

Bom emprego do Tempo

Meditação para a Oitava Sexta-feira depois de Pentecostes. Bom emprego do Tempo

Meditação para a Oitava Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre a obrigação de empregar bem o tempo e de não o esperdiçar. Veremos que esta obrigação é:

1.° De preceito divino;

2.° De direito natural.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De estarmos sempre muito ocupados;

2.° De nos ocuparmos especialmente no trabalho que entra na ordem dos nossos deveres no momento atual.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Deus a Adão:

“Comerás o teu pão no suor do teu rosto” – In sudore vultus tui vesceris pane (Gn 3, 19)

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Os Ociosos da Praça

Capítulo 16. Os Ociosos da Praça - Livro Rumo à Felicidade, de Fulton Sheen
A TRAGÉDIA do homem de hoje, disse-nos um dia um grande e distinto psicólogo, é que ele já não acredita que tem uma alma para salvar. A este grupo dirigiu Nosso Senhor a bela parábola dos trabalhadores da vinha. Ao fim do dia, foi o dono da vinha à praça e disse:

«Por que estais aqui todo o dia ociosos?»

Em certos lugares do Oriente, prevalece ainda este costume de os homens se juntarem, diante das mesquitas e nas praças públicas, com pás nas mãos, à espera de serem contratados.

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Vida Ativa

Meditação para o Dia 13 de Agosto

1. Trabalhar é esforça-se. Ocupar-se ainda não é trabalhar; há ocupações que mais se assemelham à ociosidade do que ao trabalho. Este pressupõe vencer dificuldades. A lei do trabalho todos estão sujeitos. Desde que Adão se rebelou, o homem foi condenado a trabalhar no suor do rosto. Em nenhum campo de ação, profano ou religioso, se faz algo de valor sem esforço, sem trabalho. Ainda que outros por ti trabalham, não tens o direito à ociosidade… Como gastas o teu tempo? Continue reading

A Ociosidade

Meditação para o Dia 13 de Julho

1. Anda ocioso o que não faz nada; anda também ocioso quem não faz bem o que deve fazer. Por acaso teu passado te dará direito à ociosidade? Não; pois pouco fizeste para o céu, e por muitos pecados ainda tens de prestar satisfação. O futuro é incerto; se for teu, deves preparar-te para nele ajuntares frutos; se não for teu, em breve já não terás mais tempo, e te exporás ao perigo de chegar com as mãos vazias perante o tribunal divino, semelhante ao mau servo, que enterrou o talento e por isso foi condenado. Continue reading

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