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Sentença do Supremo Juiz

Meditação para a Quinta-feira da 1ª Semana do Advento. Sentença do supremo Juiz

Meditação para o Quinta-feira da 1ª Semana do Advento

Sumário

Meditaremos hoje:

1.° A sentença do supremo juiz a favor dos bons;

2.° A sua sentença contra os maus;

3.° As consequências desta dúplice sentença.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De viver tão santamente que mereçamos ser admitidos entre os escolhidos:

2.º De vigiar com este intuito as nossas ações, palavras e intenções, perguntando a nós mesmos muitas vezes: É desta maneira que obrariam, que pensariam, que falariam os santos? Conservaremos como ramalhete espiritual a oração da Igreja:

“Lembrai-vos, ó bom Jesus, que foi por mim que viestes a este mundo: não me condeneis no dia de vossas justiças” – Recordare, Jesu pie, quod sum causa tuae viae: ne me pardas illa die (Estrofe do Dies irae)

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O Juízo

1º Domingo do Advento - II. O Juízo

II. Sermão para o 1º Domingo do Advento

Pregado em São Tomé do Louvre em 1668.

SUMÁRIO

Exordio. — A Igreja, sabendo que o receio vem antes do amor, mostra-nos Jesus Cristo terrível nos seus juízos antes de no-lo mostrar condescendente para com as nossas misérias.

Proposição, divisão. — Os que desprezarem a bondade do Senhor, hão de suportar a Sua justa cólera. Se se sublevarem contra o Seu poder, ela há de abatê-los; se desprezarem a Sua bondade, experimentarão os Seus rigores; se não quiserem viver num império suave e legítimo, ficam sujeitos a uma dura e insuportável tirania.

1.° Ponto — Devemos usar da nossa liberdade para nos submetermos filialmente a Deus a quem pertencemos absolutamente.

2.° Ponto — O amor de Deus enche-nos de favores, e se nós desconhecemos os benefícios do Senhor e as liberdades infinitas de Jesus Cristo, sofreremos as Suas terríveis consequências.

3.° Ponto — Visto que não quisestes servir o Senhor alegremente, haveis de sofrer o jogo do vosso inimigo. Não há império mais suave e mais legítimo do que o de Deus sobre o homem.

Peroração — Os nossos inimigos preferem antes corromper-nos do que atormentar-nos. Envergonhemo-nos de suportar a sua tirania e de sermos algemados, depois de Jesus Cristo nos ter feito reis.

Justus es Domine, et rectum judicium tuum
Senhor, vós sois justo e o vosso juízo é reto. (Sl 118, 134)

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