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Festa das Dores de Maria Santíssima

Compatimur ut et glorificemur — “Padecemos com ela para sermos também com ela glorificados” (cf. Rm 8, 17)

Sumário. Ó! Como aprouve a Deus glorificar já nesta terra as dores da Santíssima Virgem! Primeiro deu-lhe assim ocasião para patentear as suas belas virtudes, e especialmente a sua caridade para com Deus e o próximo. Em segundo lugar fê-la merecer o título glorioso de Rainha dos Mártires. Finalmente, foi pelas suas dores que Maria se tornou Mãe de todos os fiéis e Co-redentora do gênero humano. Se nos quisermos mostrar seus dignos filhos, alegremo-nos com a nossa boa Mãe e esforcemo-nos por a imitarmos, carregando com paciência as nossas cruzes. Assim virá também para nós o dia em que seremos glorificados com ela no céu. Continue reading

Mãe das Lágrimas

Meditação para o Dia 15 de Setembro

Diz o canto litúrgico que aos pés da cruz estava a MÃE DOLOROSA. Lágrimas benditas de Maria! Lágrimas redentoras, que, com o sangue de Jesus, livraram-nos da culpa e nos abriram as portas do Céu! Quanto é bela a suave invocação de NOSSA SENHORA DAS DORES! Consola saber que Jesus e Maria choraram como choramos nós, pobres mortais, neste mundo de exilados. Hoje nos convida a Santa Igreja a honrar as dores de Maria, Mãe querida, aos pés da cruz, lacrimosa. Jesus sofreu no corpo, e Maria, no coração. Enquanto das feridas abertas do Redentor corria o sangue que nos remiu, dos angustiosos olhos de Maria jorravam lágrimas, sangue do coração, essas pérolas riquíssimas e preciosas que nos foram dadas como penhor de salvação eterna. Sangue de Jesus e lágrimas de Maria, sois nosso tesouro, nossa vida, nossa redenção! Continue reading

Da gratidão para com as dores de Maria Santíssima

Nossa Senhora das Dores

Honora patrem tuum: et gemitus matris tuae ne obliviscaris – “Honra a teu pai e não te esqueças dos gemidos de tua mãe” (Ecle 7, 29)

Sumário. Posto que a morte de Jesus Cristo fosse suficiente para remir uma infinidade de mundos, quis todavia a Santíssima Virgem, pelo amor que nos tem, cooperar para a nossa salvação, preferindo sofrer toda espécie de dores a ver nossas almas sem redenção e na antiga perdição. É nosso dever respondermos a tamanho amor da Rainha dos Mártires, ao menos pela compaixão de suas dores e pela imitação de seus exemplos.
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