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Recorrer a Deus nas aflições

Meditação para o 18º Domingo depois do Pentecostes. Recorrer a Deus nas aflições

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 9, 1-7

1Depois disto, subiu para o barco, atravessou o mar e foi para a sua cidade. 2Apresentaram-lhe um paralítico, deitado num catre. Vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: «Filho, tem confiança, os teus pecados estão perdoados.» 3Alguns doutores da Lei disseram consigo: «Este homem blasfema.»

4Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: «Porque alimentais esses maus pensamentos nos vossos corações? 5Que é mais fácil dizer: ‘Os teus pecados te são perdoados’, ou: ‘Levanta-te e anda’? 6Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder para perdoar pecados – disse Ele ao paralítico: ‘Levanta-te, toma o teu catre e vai para tua casa.»

7E ele, levantando-se, foi para sua casa. 8Ao ver isto, a multidão ficou dominada pelo temor e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.

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4.º Meio de virmos a ser Humildes: A Vida Privada

Meditação para a Décima Quarta Terça-feira depois de Pentecostes. Quarto meio de virmos a ser Humildes: A Vida Privada

Meditação para a Décima Quarta Terça-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre um último meio de nos tornarmos humildes: é a vida provada; e veremos:

1.° Quanto esta vida é útil para nos ensinar a humildade;

2.° Quão útil é a humildade para nos fazer suportar Cristãmente os trabalhos da vida.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De recebermos todas as provações como avisos que Deus nos dá para nos humilharmos debaixo da sua mão;

2.° De as recebermos por conseguinte com toda a resinação.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de São Pedro:

“Humilhai-vos debaixo da poderosa mão de Deus” – Humiliamini sub potenti manu Dei (1Pd 5, 6)

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3.º Meio de virmos a ser Humildes: A Vida Oculta

Meditação para a Décima Quarta Segunda-feira depois de Pentecostes. 3.º Meio de virmos a ser Humildes: A Vida Oculta

Meditação para a Décima Quarta Segunda-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Prosseguindo as nossas meditações sobre a humildade, meditaremos sobre um novo meio de nos tornarmos humildes, que nos ensina o Apóstolo São Paulo, quando nos diz: Estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus; e veremos que esta vida escondida:

1.° Corta a raiz da maior parte da tentações contra a humildade;

2.° Torna fácil a humildade.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca dizermos nem fazermos coisa alguma com o fim de conseguir a estima e louvor das criaturas;

2.° De gostarmos das posições modestas, que dão menos nas vistas e menos que falar de nós.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo aos fiéis do seu tempo:

“Estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus” – Mortui estis, et vita vestra est abscondita cum Christo in Deo (Col 3, 3)

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2.º Meio de virmos a ser Humildes: A Humilhação

Meditação para o Décimo Segundo Sábado depois de Pentecostes. Segundo meio de virmos a ser Humildes: A Humilhação

Meditação para o Décimo Terceiro Sábado depois de Pentecostes

SUMARIO

Meditaremos sobre outro meio de vir a ser humildes, que é:

1.° Exercitarmo-nos na prática da humildade;

2.° Aplicar esta pratica a todos os atos da nossa vida.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De nos conservarmos muito humildes nas nossas orações;

2.º De empregarmos em todas as nossas relações com o próximo maneiras e palavras conformes à humildade.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Sábio:

“A soberba é aborrecível a Deus e aos homens” – Odibilis coram Deo est et hominibus superbia (Ecl 10, 7)

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1.º Meio de virmos a ser Humildes: Tomar a peito sê-lo

Meditação para a Décima Segunda Sexta-feira depois de Pentecostes. Primeiro meio de virmos a ser Humildes: Tomar a peito sê-lo

Meditação para a Décima Terceira Sexta-feira depois de Pentecostes

SUMARIO

Depois de termos meditado sobre tantas razões de sermos humildes, meditaremos sobre os meios de vir a sê-lo; e consideraremos:

1.° Que o primeiro meio é tomarmos muito a peito adquirir a humildade;

2.º Que é este um trabalho de toda a vida.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De pedirmos frequentes vezes a Deus esta virtude, como a coisa do mundo mais necessária;

2.º De aceitarmos de boamente todas as ocasiões de nos humilharmos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Espírito Santo:

“Humilhai profundamente o vosso espírito” – Humilia valde spiritum tuum (Ecl 7, 19)

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O Amor-próprio é uma loucura e nos tira o juízo

Meditação para a Décima Segunda Quinta-feira depois de Pentecostes. Vigésima Primeira razão de sermos Humildes: O Amor-próprio é uma loucura e nos tira o juízo

Meditação para a Décima Terceira Quinta-feira depois de Pentecostes

Vigésima Primeira razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma vigésima primeira razão de sermos humildes, e é:

1.° Que o amor-próprio é uma loucura;

2.° Que esta loucura nos tira o juízo no modo de proceder.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De expulsar, logo que o advirtamos, toda a complacência em nós mesmos e todo o desejo da estima;

2.° De nunca faltarmos em nosso favor, e de aceitarmos de boamente as humilhações que nos sobrevierem.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra dos livros santos:

“Onde ha humildade, aí há igualmente sabedoria” – Ubi est humilitas, ibi est sapientia (Pr 11, 2)

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O Amor-próprio põe a salvação em grande perigo

Meditação para a Décima Segunda Quarta-feira depois de Pentecostes. Vigésima razão de sermos Humildes: O Amor-próprio põe a salvação em grande perigo

Meditação para a Décima Terceira Quarta-feira depois de Pentecostes

Vigésima razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma vigésima razão de sermos humildes; é, que o amor-próprio é:

1.° Um perigo de todos os instantes;

2.° Um perigo muitas vezes mais grave do que se pensa.

– Tomaremos depois a resolução:

1.° De nunca buscarmos os louvores e a estima;

2.° De não usarmos de nenhum meio para ocultar o que nos humilha.

O nosso ramalhete espiritual será o conselho do Espírito Santo:

“Humilhai o vosso coração” – Deprime cor tuum (Ecl 2, 2)

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O Amor-próprio engana-nos a respeito do que somos e do que é o próximo

Meditação para a Décima Segunda Terça-feira depois de Pentecostes. Décima Nona razão de sermos Humildes: O Amor-próprio engana-nos a respeito do que somos e do que é o próximo

Meditação para a Décima Terceira Terça-feira depois de Pentecostes

Décima Nona razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima nona razão de sermos humildes, e é que o amor-próprio nos oculta:

1.° O que somos;

2.° O que é o próximo.

Depois destas reflexões, tomaremos a resolução:

1.° De nos precatarmos das ilusões do amor-próprio, e de não as olharmos como realidades;

2.° De nada dizermos nem fazermos por amor-próprio.

O nosso ramalhete espiritual será a máxima da Imitação:

“Aquele que se conhece bem a si mesmo é vil a seus próprios olhos, e não se compraz nos louvores dos homens” – Qui bene seipsum cognoscit, sibi ipsi vilescit, nec laudibus dilectatur humanis (I Imitação 2, 1)

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O Amor-próprio tira-nos todos os nossos méritos

Meditação para o Duodécimo Sábado depois de Pentecostes. Décima Oitava razão de sermos Humildes: O Amor-próprio tira-nos todos os nossos méritos

Meditação para o Duodécimo Sábado depois de Pentecostes

Décima Oitava razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima oitava razão de sermos humildes: é que o nosso amor-próprio nos tira:

1.° O mérito de nossas boas obras;

2.° Muitas vezes sem o sabermos.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De fazermos todas as nossas obras com a intenção de agradar a Deus;

2.° De afastarmos com cuidado qualquer outro intento que poderia viciar a nossa intenção.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra de Jeremias:

“Vede, Senhor, e considerai quão miserável sou” – Ego vir videns paupertatem meam (Lm 3, 1). Vide Domine, et considera quoniam facta sum vulis (Lm 1, 2)

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O Amor-próprio é um muro de separação entre Deus e o homem, e é incompatível com toda a Virtude

Meditação para a Duodécima Sexta-feira depois de Pentecostes. Décima Sétima razão de sermos Humildes: O Amor-próprio é um muro de separação entre Deus e o homem, e é incompatível com toda a Virtude

Meditação para a Duodécima Sexta-feira depois de Pentecostes

Décima Sétima razão de sermos Humildes

SUMARIO

Meditaremos sobre uma décima sétima razão de sermos humildes; e é:

1.° Que o amor-próprio é um muro de separação entre Deus e nós;

2.º Que o amor-próprio não é compatível com nenhuma virtude.

— Tomaremos depois a resolução:

1.° De preferirmos sempre o que nos humilha ao que nos exalta;

2.º De evitarmos o máximo possível as ocasiões de ser vistos e distinguidos.

O nosso ramalhete espiritual será a palavra do Apóstolo:

“Não nos façamos cobiçosos da vanglória” – Non efficiamur inanis gloriae cupidi (Gl 5, 26)

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