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A santa Missa dá a Deus uma honra infinita

São Pio de Pietrelcina celebrando a Santa Missa

Laudate eum secundum multitudinem magnitudinis eius – “Louvai (a Deus) segundo a multidão da sua grandeza” (Sl 150, 2)

Sumário. Todas as honras que foram tributadas a Deus, e Lhe serão ainda tributadas por todas as criaturas, sem excetuar a divina Mãe, nunca poderão igualar a honra que Lhe é dado por uma única Missa, porquanto nesta é sacrificada a Deus uma vítima de valor infinito, que Lhe dá uma honra infinita. Que honra, pois, para nós, que se nos permite assistirmos cada dia e até mais de uma vez a este divino sacrifício! Ouçamos quantas Missas possamos, particularmente neste tempo do carnaval, para desagravar o Senhor dos ultrajes que recebe.
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Valor da Santa Missa

Meditação para o Dia 22 de Agosto

1. A santa missa é indubitavelmente a mais excelente das orações. Nela é o próprio Jesus que reza, encarregando-se das tuas petições e apoiando-as com Seus méritos infinitos. Apresenta-se ao Pai como suplicante e vítima; faz falar por ti todo o seu sofrimento, durante 33 anos, todas as suas chagas e todo o seu sangue. Pela santa missa tornas-te infinitamente rico, dando a Deus mais do que lhe pedes; pois lhe dás o Filho amado, enquanto pode suas graças. Continue a ler

A Missa Quotidiana

Meditação para o Dia 21 de Agosto

1. Não há lei eclesiástica que obrigue a assistir à missa, senão aos domingos e dias santos; todavia, não haverá responsabilidade alguma deixando de assisti-la nos dias úteis, quando é fácil? Não será um menosprezo deste altíssimo mistério de amor? O sacrifício é oferecido por todos os fiéis, pelo que todos dele aproveitam; só os assistentes, porém, colhem os frutos especiais, de eterno valor. Cego, louco e caprichoso que és, renunciando a um tesouro que tão facilmente podes ter! Como te envergonham os primeiros cristãos e os neo-conversos! Como te arrependerás no termo da tua viagem por este mundo! Continue a ler

Apêndice

Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
Não leu o capítulo anterior? Leia agora mesmo: “A Comunhão”

I. O culto da Divina Eucaristia

Que culto é devido à Divina Eucaristia?

É-lhe devido o culto chamado de latria, ou seja, culto de adoração, que é o culto do próprio Deus.

A Santa Igreja distingue três cultos, conforme o tríplice objeto a que cada um destes cultos se dirige:

1. Culto de adoração, ou latria, que é próprio da Divindade.
2. Culto de veneração ou dulia, com que se honram os amigos de Deus — os Santos.
3. Culto de super-veneração, ou hiperdulia, com que se honra Aquela que é Mãe de Deus, portanto mais digna que todos os Santos e amigos de Deus.

Ora, se buscarmos nesta tríplice forma de culto a que convém ao Santíssimo Sacramento, somos forçados a concluir que lhe convém o culto de latria, pois este Sacramento encerra substancialmente o próprio Deus-Homem, Jesus Cristo.

O Concílio de Trento definiu que Cristo Deus-Homem pode ser adorado, mesmo sob as espécies sacramentais de pão e de vinho (Dez. 888).

E com tanto mais razão merece Ele aqui as nossas homenagens, pois este Sacramento exibe a maior prova do amor divino para conosco. Continue a ler

A Preparação à Santa Comunhão

Meditação para o Dia 18 de Junho

1. Jamais te prepararás à Santa Comunhão, como a dignidade deste Sacramento, de amor o exige. Pois, que és, para que prepares uma morada em tua alma, e quem é quem se digna visitar-te? Preparando-te para a Santa Comunhão, deves trabalhar para que não só o pecado grave, mas ainda o venial e toda inclinação voluntária, desapareçam de tua alma. Penetrar-te-ás de viva fé, que te faculta contemplar teu Deus escondido; banirás do coração toda a animosidade contra outros; aproximar-te-ás humilde, inflamar-te-ás de santo amor, cheio de vivos desejos, e solícito de embelezar a alma por atos das diferentes virtudes. Continue a ler

A Comunhão

Uma criança recebendo a Santa Comunhão das mãos do Papa Emérito Bento XVI
Não leu o capítulo anterior? Leia agora mesmo: “O Sacrifício Eucarístico

1. Natureza e efeitos da Comunhão

Foi dito precedentemente que a Comunhão é o melhor modo de se participar da Santa Missa; por que?

Porque, por ela, entramos em união sacramental, espiritual, a mais íntima possível, com Jesus Cristo-Vítima. Ora, a participação à Missa, no seu mais profundo sentido, consiste precisamente numa união intensa com a Vítima do altar.

De fato, a comunhão, feita como deve ser feita, importa na mais íntima união com Cris¬to Vítima. Como deve ser feita, ela não consiste somente em receber distraidamente a hóstia. Consiste, sim, em recebê-la com disposições sobrenaturais de fé e de caridade e em dar-se também a Nosso Senhor numa entrega total. Só assim se efetua, de fato, uma comunhão, ou seja, união mútua de vida, de sentimentos e de amor.

Cristo instituiu um Sacrifício que reproduz e rememora o Sacrifício do Calvário e o instituiu para que dele participássemos em aprazível ceia. À semelhança dos sacrifícios mais solenes da antiguidade, em que os ofertantes participavam comendo a Vítima, assim quis o Senhor nos rejubilássemos à sua mesa sacrifical. Continue a ler

A Transformação de tua Alma

Meditação para o Dia 17 de Junho

1. O que seria de nós, pobres e fracos pecadores, se não tivéssemos estas duas fontes de salvação: a confissão e a santa Eucaristia; aquela para limpar-nos, esta para nos alimentar! Deus, que conhece nossas necessidades, faz muitíssimo para a conservação e o desenvolvimento da vida corporal, ainda mais, porém, para a alma. Deu-lhe um alimento adaptado a sua natureza e dignidade. Jesus mesmo quis ser o alimento, Ele que reina à direita do Pai. É como que um aniquilamento, por excesso de amor. Continue a ler

O Sacrifício Eucarístico

Crucificação
Não leu o capítulo anterior? Leia agora mesmo: “A Presença Real

1. Natureza deste Sacrifício

Em que sentido a Eucaristia é o prolongamento da Redenção?

A Eucaristia é o prolongamento da Redenção porque se consagra e celebra sob a forma de verdadeiro sacrifício, renovação e atualização do mesmo Sacrifício do Calvário em que se consumou nossa Redenção.

Assim como, atualizando a presença da Humanidade de Cristo, a Eucaristia é o prolongamento da Encarnação, atualizando e tornando presente de modo novo o Sacrifício do Calvário a Eucaristia é o prolongamento da Redenção.

Que quer dizer «atualizar e tornar presente de modo novo» o Sacrifício do Calvário?

Quer dizer que Jesus Cristo, real, verdadeira e substancialmente presente neste Sacramento, por prodígio não menos admirável e misterioso, no ato em que é consagrado sob espécies distintas de pão e de vinho, aí se coloca em estado de vítima, tornando atual, de modo não sangrento, o mesmo Sacrifício de outrora, e aplicando atualmente os seus frutos de santificação. Continue a ler

A Presença Real – De que modo está Jesus na Eucaristia

Santíssimo Sacramento, Presença Real de Cristo
Não leu a primeira parte deste capítulo? Leia agora mesmo: “Jesus Cristo está presente na Hóstia

De que modo Nosso Senhor está presente na hóstia, pois que não é aí percebido pelos sentidos?

Responde a teologia que o Senhor está presente na hóstia a modo de substância. E, como a substância dos seres foge à percepção dos sentidos, assim não pode Cristo ser aí percebido.

Precedentemente dissemos que Jesus está aí presente a modo de espírito, o que exprime a mesma verdade teológica. Somente devemos precaver-nos de supor que presença a modo de espírito exclua a presença do Corpo de Nosso Senhor. É exatamente o Corpo de Cristo que está aí de modo espiritual, isto é, fora das leis ordinárias a que se sujeitam os corpos e, antes, regendo-se por leis que regem os espíritos. É o Corpo de Cristo que aí está, porém a modo de espírito.

Como a terminologia estar presente a modo de espírito pode induzir o leitor não
atento ao erro contra que o premunimos, a maioria dos teólogos com Santo Tomás prefere dizer que Cristo está presente na Eucaristia a modo de substância. Continue a ler

A Presença Real – Jesus Cristo está presente na Hóstia

Eucaristia, Presença Real de Cristo
Não leu o primeiro capítulo? Leia agora mesmo: “Elementos Gerais sobre a Eucaristia”

É bem verdade que Jesus Cristo está presente na hóstia?

Perfeitamente. Assim nos ensina a nossa fé católica e disto não podemos duvidar jamais. Nosso Senhor está real, verdadeira, e substancialmente presente na hóstia consagrada.

Se alguém ousa negar este dogma de fé, incorre em excomunhão, além de cometer grave pecado de incredulidade.

Não basta acreditar que Cristo aí está presente por Sua influência santificadora, ou que a hóstia é um sinal, uma imagem de Sua presença mística na Igreja?

Não basta. Tal modo de pensar seria herético. A hóstia não é somente sinal ou imagem de Cristo; é o próprio Jesus Cristo substancialmente presente. Nem tão pouco se pode confundir a presença física de Jesus no Santíssimo Sacramento com a sua presença mística na Igreja. Continue a ler

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