Cruz

“Vemos, todavia, a Jesus, que foi feito, por um pouco, menor que os anjos, por causa dos sofrimentos da morte, coroado de honra e de glória. É que pela graça de Deus Ele provou a morte em favor de todos os homens. Convinha, de fato, que Aquele por Quem e para Quem todas as coisas existem, querendo conduzir muitos filhos à Glória, levasse à perfeição, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles” (Hb 2,9s).

Contemplemos Jesus, o Senhor

Ele é Deus: eterno, infinito, feliz em plenitude!
Fez-Se homem, fez-Se menor que os anjos…
Assumiu a condição de servo, de escravo,
morreu de morte ignominiosa: morreu na cruz, como um malfeitor!

Pela graça de Deus, o Pai que nos amou,
pela Sua bondade, pela Sua misericórdia para conosco,
o Filho provou a morte em favor de toda a humanidade.
Provou a morte: tocou-a de perto, nela entrou, com tudo aquilo que tem
de tristeza, de frieza, de derrota…
Jesus, sem pecado, experimentou a morte de pecado!

Por quê?

Porque o Pai, por Quem e para Quem todas as coisas existem,
nos amou e quis mostrar tal amor entregando o próprio Filho Único, Filho amado,
feito, como homem, Autor da nossa salvação!

Ó Senhor Jesus,
na Tua cruz aparece a gravidade do pecado que nos deforma;
na Tua cruz aparece do que somos capazes: do quanto somos capazes de matar Deus no mundo;
na tua cruz aparece toda a seriedade do amor de Deus, que não sossega enquanto não nos procura;
na Tua cruz aparece as profundezas do Teu coração!

Contemplando Tua cruz, podemos compreender o significado da frase:
Deus é amor!

Pela Tua santíssima paixão e morte de cruz,
pela Tua tremenda passagem pela morte,
pela Tua permanência no sheol, na mansão dos mortos,
salva-nos, ó Destruidor da Morte,
ó Vida da nossa vida,
salva-nos, ó Cristo nosso Deus!