Meditação para Dia 11 de Janeiro

1. a) “E o rei Herodes, ouvindo isto, se turbou, e toda Jerusalém com ele. Herodes receou por seu poder temporal; Jerusalém, por sua tranquilidade”. Quem serve ao mundo, nunca está tranquilo.

“Nosso coração – diz Santo Agostinho – está inquieto, ó Deus, até que repouse em ti”

Por que não te aproveitas dessa experiência? Quererás adiar tudo para quando talvez for tarde?

b) O amor excessivo à terra levou Herodes à hipocrisia e ao crime. A estrada do mal é declive e leva ao abismo. Andando nela, volta enquanto ainda é tempo.

2. a) Deus confia poder e fortuna, talento e saber, boa saúde e outros dons, para o exercício do bem e como meios de ganhar méritos eternos. Um dia pedirá conta rigorosa. Pensa-o bem.

b) Não é suficiente não fazer mal. Deus exige positivamente boas obras.

Achará em ti o que recompensar?

A quem deu um talento, pedirá um.

A quem confiou mais, exigirá outros tantos! Quantos lhe poderias apresentar, se agora ajustasse contas?

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(Sinzig, Frei Pedro. Breves Meditações para todos os Dias do Ano. 8ª Ed. Editora Vozes, 1944, p. 25)