Meditação para o Dia 11 de Junho

1. Os primeiros cristãos mostram quanto, com o auxílio do Espírito Santo, se pode fazer e conseguir. Não conheciam o meu e o teu, esta causa de tantas discórdias, mas seguiam a palavra de Jesus: “Vendei tudo o que tendes e dai-o aos pobres e depois vinde e segui-me!” e “Quem não dá de mão a tudo que possui, não pode ser meu discípulo”. Renunciaram às honras, glórias e altas posições. Renunciaram a seus próprios amigos e parentes, pais e filhos, para não se arriscarem a perder sua alma. Fazes, pelo menos, os pequenos sacrifícios impostos por tua religião e teu estado?

2. Estavam todos unidos, os primeiros cristãos, como uma só e mesma família, ligados pelo vínculo dum sincero amor recíproco.

“Da multidão dos crentes o coração era um e a alma uma”

Desapareciam as diferenças entre nobres e obscuros, ricos e pobres, livres e escravos. O amor comum a Jesus fazia não serem notados os defeitos e as faltas dos outros. Buscavam a necessária força na Santa Missa, à qual, muitas vezes, com perigo de vida, assistiam com o maior recolhimento. O que eles podiam, a ti será de todo impossível? Ó! Quanto pode quem ama!

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(Sinzig, Frei Pedro. Breves Meditações para todos os Dias do Ano. 8ª Ed. Editora Vozes, 1944, p. 177)